Google Analytics

Mostrando postagens com marcador mudança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mudança. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, abril 25, 2014

4 motivos pelos quais você sempre faz as piores escolhas

Seja na vida pessoal ou profissional, muitos de nós somos péssimos em tomar decisões. Conheça os vilões e saiba como vencê-los

Autor: Eber Freitas

Dificilmente as pessoas estão satisfeitas com as escolhas e decisões tomadas, e o arrependimento só vem quando descobrimos que temos de conviver com essas escolhas. Um dos principais inimigos que você pode ter na hora de decidir por qual caminho enveredar não é outro senão a intuição, o ato de escolher simplesmente pela expectativa de que aquela alternativa é a melhor, e que algo diz que é o certo a se fazer. Saiba que, na maioria das vezes, esse sentimento leva a uma escolha errada -- e nas demais, gera insatisfação por lhe apresentar a dificuldades que você não esperava.

Quer um exemplo? Você pretende demitir um profissional de valor, mas que não se relaciona bem, é acomodado e fala de maneira ríspida, às vezes grosseira. E agora: demitir ou dar outra chance? "Se você parar para refletir, vai se surpreender ao constatar a rapidez com que as suas opiniões começaram a se formar", afirmam Chip e Dan Heath, autores do livro "Gente que Resolve". Citando o psicólogo Daniel Kahneman, vencedor do Nobel de Economia, eles lembram que "o estado natural da mente é ter sentimentos e opiniões intuitivas sobre quase tudo", e esses sentimentos e opiniões conduzem fatalmente a uma decisão equivocada.

Para Heath, esse processo quase imediato é provocado pelo que ele chama de "efeito holofote", ou seja, a tendência a darmos atenção exclusiva ao elemento que está sob o foco de luz, ignorando outras informações relevantes no contexto. Basicamente, o ser humano tem uma tendência natural de decidir de maneira tão míope que descarta outros fatores que possam contrariar sua opinião formada. Aquele profissional que você quer demitir pode ser querido entre os colegas, mesmo com sua fala ríspida; pode ser produtivo, apesar de não ambicioso ou criativo; ou simplesmente sua liderança pode ser ineficiente -- informações ignoradas pelo instinto.

Os maiores problemas na hora de decidir -- e como mitigá-los:

1. Visão estreita

Ao invés de fazer escolhas maniqueístas (tudo ou nada, preto ou branco), estude uma forma de conciliar as atividades de forma que nem o seu objetivo seja prejudicado nem você fique preso às consequências de uma escolha precipitada. Por exemplo: manter o emprego fixo ou largar tudo e virar empreendedor? Por que não ambos? Que tal analisar o tempo disponível e se comprometer apenas com projetos que você pode dar conta? Assim você tem uma renda mensal fixa e, com sorte e um pouco mais de trabalho, um extra no final do mês. Também há de se considerar outras possibilidades, como mudar para um emprego com menor carga horária para se dedicar a outras atividades, por exemplo. Com o tempo, seu negócio pode ter capital de giro suficiente para lhe sustentar.

Solução
O ideal é sempre multiplicar as opções, considerar todas as alternativas -- até escrevê-las em um papel, se necessário, a famosa lista dos "pontos fortes e pontos fracos". Depois dessa etapa, os irmãos Heath sugerem a metodologia "multitracking", que basicamente consiste em "considerar várias opções simultaneamente". Por fim, conhecer a experiência de alguém que já esteve diante do mesmo dilema é insubstituível e não custa nada.

2. Viés de confirmação

Já notou o quanto você se sente confortável cercando-se de notícias, dados e análises que favorecem a sua visão de mundo, suas ideologias, seu modo de pensar? E como isso faz com que você se sinta moral e intelectualmente superior, certo? Nada mais desastroso: você toma uma decisão intuitivamente, cerca-se apenas de informações que corroborem sua decisão e, no final, fracassa e não entende por quê. Segundo conversas, foi mais ou menos o que aconteceu com determinado ex-multibilionário brasileiro. Mate o mensageiro das más notícias e dê ouvidos aos bajuladores que falam o que você gosta de ouvir; para coroar, tome uma péssima decisão julgando-a indefectível. Só que não. "O problema do viés de confirmação é que ele nos dá a ilusão de ser um processo bastante científico. Afinal, estamos coletando dados", explicam os autores, enfatizando que nem mesmo as pessoas mais críticas e previdentes estão livres do problema.

Solução
Seja um pouco paranóico, preveja o pior e faça com que a média ponderada resulte em algo próximo da realidade. Os autores revelam que quase todas as operações de fusões e aquisições de empresas nos Estados Unidos custam muito caro e não se pagam. E o principal motivo é a firme crença dos executivos de que eles próprios têm o toque de Midas necessário para transformar uma empresa deficitária em uma máquina de faturamento. Um estudo citado no livro indica que, quanto mais reforços positivos (para usar um chavão da Psicologia) um CEO recebe -- elogios da imprensa, bom desempenho em trabalhos recentes e altos salários -- mais caro o preço que ele se dispõe a pagar em uma aquisição/fusão. Observe o panorama e os detalhes da decisão, sem negligenciar nada e ignore o ego alto demais.

3. Emoções imediatas

Todas as análises mostram que determinada decisão é a mais segura. Você fecha os ouvidos para elogios e martela o juízo em busca de uma decisão sensata, ouve pessoas mais experientes e, finalmente, bate o pé. Mas na hora crítica da decisão, bate aquele sentimento descrito no primeiro tópico: "algo me diz que esse outro caminho é melhor". E, contra todos os conselhos, coloca os pés pelas mãos. Isso acontece porque um fator foi eliminado na equação: a emoção. "Quando temos uma decisão difícil a tomar, nossos sentimentos entram em polvorosa. Remoemos os mesmos argumentos na cabeça. Ficamos aflitos com as nossas circunstâncias. Mudamos de ideia da noite para o dia e do dia para a noite", relatam Chip e Dan Heath.

Solução
"Nesse momento o que mais precisamos é de perspectiva", dizem os autores. Para eles, qualquer emoção é um "conselheiro questionável" na hora de tomar quaisquer decisões -- seja na vida pessoal, seja nos negócios. Como na vida não existe "ctrl+z", eles recomendam que decisões importantes sejam sempre tomadas no dia seguinte. Mas não apenas isso: é necessário ter uma estratégia: saber em que terreno está pisando, os riscos, e manter em mente o que você quer. Em suma, é preciso ter perspectiva, e não ficar cego pelas emoções, ou pior: tomar uma decisão enquanto isso.

4. Despreparo para o erro

Nem tudo é infalível. Quando se trata de decisões, lida-se com um cenário de incertezas, e por mais que a tendência aponte para um lugar, nunca se sabe o que irá acontecer no futuro com irredutível certeza. Sua decisão pode ter sido tomada às cegas, com base na intuição, e ter sucesso inesperado. Você pode se debruçar em análises e processos, e mesmo assim amargar as consequências de uma péssima decisão. Todas as dicas acima podem ser inúteis ou não. Em todo caso, é preciso estar preparado para o erro, para o fato de que sua decisão pode ser equivocada, e trabalhar para minimizar as consequências. Erros acontecem com os inteligentes, com os metódicos, com os intuitivos, com os arrogantes e quaisquer outros.

Solução
Lide com isso. Todo o que foi mostrado acima serve para mitigar as possibilidades de fracasso e aumentar as probabilidades de sucesso das decisões. É preciso estar preparado para o erro, se antecipar à circunstância adversa, ter o extintor à mão não por esperar um incêndio, mas por saber que ele pode acontecer. O mais importante: entenda o que deu errado, mantenha a racionalidade do processo para evitar o mesmo erro outra vez. Com o tempo, irá desenvolver a capacidade preditiva.

Livro: Gente que Resolve, por Chip Heath e Dan Heath

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/4-motivos-pelos-quais-voce-sempre-faz-as-piores-escolhas/87249/

terça-feira, março 04, 2014

Vítima ou protagonista?

Ser protagonista é encarar as coisas de frente, pegar um problema pelas orelhas e bater em um monstro até ele aprender a se comportar. O protagonista faz coisas, não por não ter medo, mas apesar dele. É se ver não só como parte da solução, mas como parte do problema.

Autor: Fábio Zugman

Uma de minhas primeiras consultorias foi em uma empresa de médio porte controlada por um grande grupo empresarial. O diretor dessa empresa, uma pessoa bem esclarecida e dedicada, tinha aquela postura de quem andou apanhando demais. Ombros inclinados para baixo, olhos levemente caídos e uma insegurança na fala incompatível com a posição que ocupava.

Logo descobri que ali já tinham passado duas outras “grandes" consultorias, daquelas que cobram seis dígitos por qualquer coisa. Cansados de gastar dinheiro, os controladores da empresa resolveram arriscar e me contratar, jovem e solitário, em uma atitude claramente desesperada para ver se algo dava certo.

Aprendi que as duas consultorias deixaram um belo rastro para trás. Uma deixou belos documentos com palavras como "SWOT" e “forças competitivas”. Outra, um modelo de avaliação de pessoal que usava mais de 30 fatores para dar notas a cada funcionário. Se fossem meus alunos, certamente estariam em maus lençóis (na época, eu ainda era um exigente professor universitário que, descobri depois, os alunos apelidaram de “Olho de Mordor”, o demônio que enxerga todos os cantos do mundo de “O Senhor dos Anéis”).

Minha vontade – e a do gestor – era jogar tais coisas pela janela e começar de novo. O problema em fazer isso no mundo real é que, após dois anos e vários milhares de reais gastos em tais esforços, os diretores da empresa controladora não estavam muito felizes com a ideia de simplesmente abrir mão daquilo tudo.

Meu cliente, de ombros caídos e desanimado, sabia exatamente o que precisava fazer. Tanto que em duas reuniões traçamos em duas folhas o que devia ser feito. As soluções eram claras, simples, e tinham a vantagem de serem frutos de quem tinha uma carreira no ramo – coisa que eu como consultor, vindo de fora, não podia oferecer.

Sim, sabíamos o que fazer, mas não tínhamos aprovação de cima. Faltavam palavras como “sinergia" e “estratégico” em papeis bonitos. Façamos o seguinte, combinei com ele: faça o que tem que ser feito, eu seguro a barra, escrevo um monte de coisas, desenvolvo as ideias e peço para um designer deixar bonito. Na pior das hipóteses, você fala que a ideia toda foi minha, me mandam embora e continua tudo igual.

Anos depois, em um projeto em outra cidade em um setor completamente diferente, soube que o presidente do grupo controlador recomendou “sem ressalvas” o meu trabalho. O que mais me marcou dessa experiência, no entanto, não foram os ganhos financeiros, o aumento de salário que o meu cliente recebeu ou os honorários que vieram muito bem vindos à minha conta. Tudo isso foi ótimo, mas algo muito mais importante aconteceu.

À medida que as reuniões prosseguiam, etapas eram cumpridas e as coisas aconteciam, percebi uma bela mudança de postura no meu cliente: os ombros, lentamente, começaram a se levantar. Os olhos não ficavam mais perdidos em um ponto da sala, mas me recebiam com um cumprimento direto olho no olho. A pessoa ficou mais sorridente, mais confiante. Em alguns meses, me disse com toda convicção: “Muito obrigado. Daqui para a frente posso assumir sozinho.”

O fenômeno que eu arranhei naquela ocasião foi algo que observei várias e várias vezes ao longo do tempo. Sem contar para muita gente, passei a chamar isso de “Vítima X Protagonista”.

É normal vermos pessoas vítimas de alguma situação. Seja por um fator externo, por sua história de vida ou até o momento pelo qual passa. É comum vermos pessoas assumindo o papel de vítimas de suas vidas. A situação é imutável, a luta é perdida, os outros são malvados, o sócio é sacana, o chefe é um idiota.

Ser vítima é confortável. É mais fácil ficar em um lugar quentinho embaixo das cobertas reclamando como o mundo te tratou mal. Para quem olha de fora, ser vítima pode ser ruim. Mas para quem está ali, jogando a culpa nos outros, no mundo, no universo, é ótimo saber que a culpa não está em outro lugar.

Ser protagonista é encarar as coisas de frente, pegar um problema pelas orelhas e bater em um monstro até ele aprender a se comportar. O protagonista faz coisas, não por não ter medo, mas apesar dele. É se ver não só como parte da solução, mas como parte do problema.

Ser protagonista é um papel mais difícil. Apesar de ser ele quem conquista coisas, quando você assume as rédeas de uma situação está dando sua cara a tapa, está arriscando falhar. Objetivamente, sabemos que nada que realmente vale a pena foi construído sem arriscar nada. Mas quando somos nós no olho do furacão, isso pode doer. Não é à toa que muitas pessoas recorrem ao papel de vítima.

O lado bom é que na maioria das vezes isso tem solução. Alguns casos, como nessa minha experiência de consultoria, ter alguém do lado para dar um empurrão e falar que tudo vai dar certo pode fazer toda a diferença. Em outros, intervenções maiores e mais complexas são aconselháveis e até necessárias. Já aconselhei a mais de um ouvinte incrédulo que deviam procurar fazer terapia, ou trocar de terapeuta, para pararem de se ver como vítimas.

Independente da solução, fato é que inevitavelmente encontro na vida empresarial e pessoal os dois tipos de pessoas. Vítimas, que sofrem para o mundo exterior, mas no fundo estão confortáveis sem precisar assumir reais responsabilidades e riscos por suas ações. E protagonistas, que desarmam bombas mundo afora, mesmo que volta e meia uma delas possa explodir em suas caras.

Vítima ou protagonista: qual você quer ser?

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/vitima-ou-protagonista/75848/

quarta-feira, novembro 27, 2013

Atitudes que drenam energia

Autora: Vera Caballero
Professora de Yoga, numeróloga, terapeuta floral, reiki master, massoterapeuta, ministra cursos e palestras sobre Bioenergias

1 – Pensamentos obsessivos

Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos – mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

2 – Sentimentos tóxicos

Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

3 – Maus hábitos – Falta de cuidado com o corpo

Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

4 – Fugir do presente

As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5 – Falta de perdão

Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.

6 – Mentira pessoal

Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

7 – Viver a vida do outro

Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8 – Bagunça e projetos inacabados

A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9 – Afastamento da natureza

A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.

10. Preguiça, negligência

E falta de objetivos na vida. Esse ítem não requer muitas explicações: negligência com a sua vida denota também negligência com seus dons e potenciais e, principalmente, com sua energia vital. Aquilo do que você não cuida, alguém vem e leva embora. O resultado: mais preguiça, moleza, sono….

11. Fanatismo

Passa um ventinho: “Ai meu Deus!!!! Tem energia ruim aqui!!!” Alguém olha para você: “Oh! Céus, ela está morrendo de inveja de mim!!!” Enfim, tudo é espírito ruim, tudo é energia do mal, tudo é coisa do outro mundo. Essas pessoas fanáticas e sugestionáveis também adoram seguir “mestres e gurus” e depositar neles a responsabilidade por seu destino e felicidade. É fácil, fácil manipular gente assim e não só em termos de energia, mas também em relação à conta bancária!

12. Falta de aceitação

Pessoas revoltadas com a vida e consigo mesmas, que não aceitam suas vidas como elas são, que rejeitam e fazem pouco caso daquilo que têm. Esses indivíduos vivem em constante conflito e fora do seu eixo. E, por não valorizarem e não tomarem posse dos seus tesouros – porque todos nós temos dádivas – são facilmente ‘roubáveis’.

O importante é aprender a aceitar e agradecer tudo o que temos (não confundir com acomodação). Quando você agradece e aceita fica em estado vibracional tão positivo que a intuição e a criatividade são despertadas. Surgem, então, as possibilidades de transformar a vida para melhor!


Fonte: http://sobmalhete.com/2013/06/21/atitudes-que-drenam-energia/

terça-feira, novembro 26, 2013

Mudança e tolerância

Autor: Tom Coelho
"Nada é permanente, exceto a mudança."
(Heráclito de Éfeso)


As pessoas não resistem às mudanças, resistem a ser mudadas. É um mecanismo legítimo e natural de defesa. Insistimos em tentar impor mudanças, quando o que precisamos é cultivar mudanças. Porém, mudar e mudar para melhor são coisas diferentes.
 
O dinheiro, por exemplo, muda as pessoas com a mesma frequência com que muda de mãos. Mas, na verdade, ele não muda o homem: apenas o desmascara. Esta é uma das mais importantes constatações já realizadas, pois auxilia-nos a identificar quem nos cerca: se um amigo, um colega ou um adversário. Esta observação costuma dar-se tardiamente, quando danos foram causados, frustrações foram contabilizadas, amizades foram combalidas. Mas antes tarde, do que mais tarde.  
 
Os homens são sempre sinceros. Mudam de sinceridade, nada mais. Somos o que fazemos e o que fazemos para mudar o que somos. Nos dias em que fazemos, existimos de fato; nos outros, apenas duramos.
 
Segundo William James, a maior descoberta da humanidade é que qualquer pessoa pode mudar de vida, mudando de atitude. Talvez por isso a famosa “Prece da serenidade” seja tão dogmática: mudar as coisas que podem ser mudadas, aceitar as que não podem, e ter a sabedoria para reconhecer a diferença entre as duas.


Tolerância
 
Cada vida são muitos dias, dias após dias. Caminhamos pela vida cruzando com ladrões, fantasmas, gigantes, velhos e moços, mestres e aprendizes. Mas sempre encontrando a nós mesmos.  Na medida em que os anos passam tenho aprendido a me tornar um pouco pluma: ofereço menos resistência aos sacrifícios que a vida impõe e suporto melhor as dificuldades. Aprendi a descansar em lugares tranquilos e a deixar para trás as coisas que não preciso carregar, como ressentimentos, mágoas e decepções. Aprendi a valorizar não o olhar, mas a coisa olhada; não o pensar, mas o sentir. Aprendi que as pessoas, em regra, não estão contra mim, mas a favor delas.  
 
Por isso, deixei de nutrir expectativas de qualquer ordem a respeito das pessoas e me surpreender com atitudes insensatas. Seria desejável que todos agissem com bom senso, vendo as coisas como são e fazendo-as como deveriam ser feitas. Mas no mundo real, o bom senso é a única coisa bem distribuída: todos garantem possuir o suficiente...
 
Somos responsáveis por aquilo que fazemos, o que não fazemos e o que impedimos de fazer. Pouco aprendemos com nossa experiência; muito aprendemos refletindo sobre nossa experiência. Temos nossas fraquezas e necessidades, impostas ou autoimpostas. “Conheço muitos que não puderam quando deviam, porque não quiseram quando podiam”, disse François Rabelais.
 
Por tudo isso, é preciso tolerância. É preciso também flexibilidade. Mas é preciso policiar-se. Num mundo dinâmico, é plausível rever valores, adequar comportamentos, ajustar atitudes. Mantendo-se a integridade.
 
 
PS: O texto utiliza frases de Albert Camus, Descartes, James Joyce, Melody Arnett, Padre Antônio Vieira, Peter Senge, Robert Sinclair e Tristan Bernard.


Fonte: http://www.tomcoelho.com/index.aspx/s/Artigos_Exibir/172/Mudanca_e_tolerancia

segunda-feira, março 11, 2013

Para cada problema complexo existe uma resposta clara, simples e errada

Autor: Jairo Siqueira

O título deste artigo é uma frase atribuída ao jornalista americano Henry L. Mencken, que nos remete a uma abordagem muito comum, tanto no trato dos problemas pessoais, como no trato problemas e desafios nas organizações. Esta abordagem equivocada na solução de problemas resulta da análise superficial e tendenciosa da situação, que não consegue ir além dos sintomas e identificar as causas fundamentais do problema. Equívocos semelhantes estão presentes nas abordagens de oportunidades de inovação e na melhoria da qualidade e produtividade.

Não resolva o problema errado

Talvez o primeiro passo para se chegar a uma solução correta e eficaz seja o reconhecimento que os problemas costumam se apresentar de forma dissimulada. Ou seja, o que pensamos que seja o problema pode não ser o problema real.
Na década de 1950, o transporte marítimo enfrentava sérios problemas causados pelos custos elevados que ameaçavam seu futuro. Os especialistas em transporte marítimo concentraram seus esforços para tornar os navios mais econômicos durante as viagens entre portos. Apesar de investirem em navios maiores, mais rápidos e na redução da tripulação, os custos continuaram a crescer. A solução somente surgiu com uma abordagem mais ampla do problema de custos elevados, analisando todo o processo de transporte marítimo, incluindo também as etapas de carga e descarga. A abordagem anterior tinha desprezado os elevados custos de espera nos portos para carga e descarga, agravado pelo congestionamento causado por navios maiores e mais rápidos. O uso de containers foi uma das medidas chaves para a solução do problema. Apesar do crescimento do mercado internacional nas décadas seguintes, os custos diminuíram cerca de 60%.
Porque demoraram tanto tempo para resolver o problema? Simples: ninguém se importou em questionar qual era o verdadeiro problema. Todos assumiram que a solução era navios maiores e mais rápidos, e não consideraram a redução do tempo de espera e de operação nos portos. O problema real só foi solucionado quando alguém fez as perguntas certas e examinou a situação sob diferentes perspectivas.
Você tem enfrentado dilemas que parecem impossíveis de serem resolvidos? Já tentou soluções que têm se revelado ineficazes? Se sim, talvez você não tenha feito as perguntas certas e tenha tentado resolver o problema errado. Talvez esteja faltando uma abordagem do problema sob novas perspectivas que revelem todas as sua nuances e resultem em ideias inovadoras.

Phoenix Checklist: como definir problemas e planejar soluções

No livro ThinkertoysMichael Michalko apresenta a Phoenix Checklist, uma engenhosa lista de perguntas usada para estimular o pensamento criativo na abordagem de problemas e desafios. Dado um determinado desafio, as perguntas do checklist podem ser usadas para penetrar no problema e ampliar seu entendimento. As perguntas forçam o solucionador de problemas a olhar o problema sob diferentes ângulos e a “pensar fora da caixa” (think outside the box).
checklist é dividido em duas seções: O Problema e O Plano. Use o checklist como uma base para montar sua lista pessoal de perguntas e siga os seguintes passos:
  1. Escreva seu desafio: isole o desafio ou problema que você deseja examinar e está empenhado em solucionar.
  2. Faça suas perguntas: use o chekclist para dissecar o desafio ou problema sob as diferentes maneiras que possa imaginar.
  3. Anote suas respostas: soluções, necessidades de informações, ideias para avaliação e análise, etc.
 PHOENIX CHECKLIST
O PROBLEMA
  • Por que é necessário resolver o problema?
  • Que benefícios terá pela solução do problema?
  • O que é desconhecido?
  • O que você ainda não compreende?
  • Que informação você tem?
  • O que não é o problema?
  • A informação é suficiente? Ou insuficiente? Ou redundante? Ou contraditória?
  • Você pode fazer um diagrama? Ou um desenho?
  • Quais são as fronteiras/limites do problema?
  • Você pode separar as várias partes do problema? Você pode descrevê-las? Quais são as relações entre as partes do problema?
  • Quais são as constantes (coisas que não podem ser mudadas) do problema?
  • Você já viu este problema antes?
  • Você já viu este problema de uma forma levemente diferente?
  • Você conhece um problema similar?
  • Pode pensar num problema familiar tendo incertezas iguais ou similares?
  • Suponha que você encontre um problema relacionado ao seu que já tenha sido solucionado. Você pode usá-lo? Pode usar o mesmo método de solução?
  • Você pode reformular a apresentação de seu problema? De quantas maneiras diferentes você pode apresentá-lo? Mais genérico? Mais específico? As regras podem ser mudadas?
  • Quais são as melhores, piores e mais prováveis conjecturas que você pode imaginar?
O PLANO
  • Você pode resolver todo o problema? Parte do problema?
  • Que solução gostaria de ter? Você pode desenhá-la?
  • Que parcela do desconhecido/incerto você pode determinar?
  • O que você pode deduzir da informação que tem?
  • Você usou toda a informação?
  • Você levou em consideração todos os conceitos e opiniões essenciais relacionadas ao problema?
  • Você pode separar os passos do processo de solução de problemas? Você pode determinar a correção de cada passo?
  • Que técnicas de criatividade você pode usar para gerar ideias? Quantas técnicas diferentes?
  • Você pode visualizar o resultado? Quantos tipos diferentes de resultados você pode visualizar?
  • De quantas maneiras diferentes você tentou solucionar o problema?
  • O que outros fizeram?
  • Você pode intuir a solução? Pode verificar o resultado?
  • O que deve ser feito? Quem deve fazê-lo? Como? Onde? Quando?
  • O que você precisa fazer agora?
  • Quem será responsável por isto?
  • Você pode usar este problema para resolver outro problema?
  • O que faz este problema único e diferente de qualquer outro?
  • Quais os melhores pontos de verificação para avaliar os progressos?
  • Como você poderá saber se foi bem sucedido?
A aplicação do checklist é como colocar o problema na palma de sua mão, manuseá-lo e examiná-lo sob diferentes ângulos. Você pode virá-lo de cabeça para baixo, olhar por cima, por baixo e pelos lados. Você pode se afastar e tentar ver o todo, ou se aproximar e examinar todos os detalhes importantes.
Texto sugerido por: Gilles de Paula

Fonte: http://criatividadeaplicada.com/2013/03/07/para-cada-problema-complexo-existe-uma-resposta-clara-simples-e-errada/

quinta-feira, março 07, 2013

O poder dos sonhos na mente de um campeão

Autor: Professor Paulo Sergio

Você conhece alguém que, quando você conta seus sonhos essa pessoa trata logo de dizer:“pare com isso, nascemos para ser pobres, e vamos morrer mais pobres ainda. Pare de sonhar tão alto, coloque os pés no chão”. Na realidade, o que elas estão dizendo é: “fique aqui seu desgraçado, não me deixe sozinho”.

Fuja desse tipo de gente. Elas são vampiros. Não sugam sangue, mas, querem sugar nossa vontade, motivação, energia, desejos. Frustraram-se na vida por que tiveram medo de sonhar e agora agem igual aos morcegos, os urubus, querendo comer os restos mortais dos nossos sonhos.

Não é que elas sejam pessimistas, afinal, o pessimista faz mais mal a ele mesmo. Às vezes até é bom conversarmos com uma ou duas pessoas pessimistas para revermos nossos projetos, pois elas não querem prejudicar ninguém, e, sim, só têm medo de se arriscar, por isso, quando você conta sobre seus projetos, elas falam: “nossa, eu nunca teria coragem de fazer uma coisa dessas. Tome muito cuidado”. Esse é um bom conselho. Já, os sugadores de sonhos são como cupins prontos a destruir o móvel novo que você comprou. É delas que temos que ficar longe, seja quem for.

Conheço um empresário, meu cliente e amigo, pelo qual tenho profunda admiração, chamado A.L, que é um guerreiro da vida e um grande realizador de sonhos. A.L., na década de 90, foi demitido do emprego. Tinha contas para pagar, compromissos financeiros a cumprir, e, claro, muitos sonhos para realizar. Inicialmente, como todo ser humano, teve medo do futuro. Mas A.L. sempre manteve uma mente campeã. O medo era um visitante passageiro que logo ele dispensava. Depois da demissão e de algumas doses de pensamentos pessimistas e negativos, decidiu que abriria sua própria empresa, e que venderia peças para máquinas agrícolas, ramo que conhecia bem.

A.L. investiu o pouco que tinha no negócio. E realmente era bem pouco, a ponto de ele não ter mais que meia dúzia de peças a pronta entrega, o que dificultava bastante seus negócios, afinal, os clientes não têm o hábito de esperar. Perdia muitas vendas, e, claro, várias vezes teve como companheiros pensamentos que indicavam que deveria desistir. Porém, ele não desistiu, e, mesmo não tendo certeza se ganharia sequer o suficiente para o pão de cada dia, seguiu em frente.

Contrariando tudo e a todos, A.L. continuou com a loja, e, com extrema honestidade e simplicidade conseguia convencer os clientes, quando não tinha as peças certas, a aguardarem alguns dias, e, algumas vezes, semanas para que a peça chegasse. Na verdade, segundo ele, muitos clientes tinham pena de ver suas prateleiras empoeiradas e vazias e encomendavam as peças, mesmo tendo que aguardar.

Aos poucos as prateleiras vazias foram se enchendo, os clientes aumentando, sobretudo, porque um indicava para o outro, devido ao enorme carinho que sua loja demonstrava pelos clientes, com uma verdadeira preocupação em ajudá-los.

A.L. superou todo tipo de dificuldade, contando com a ajuda de poucas pessoas próximas, e de alguns clientes que ele agradece todos os dias pela confiança e paciência que tiveram. Às pessoas que diziam que deveria desistir, que tudo daria errado, ele as respondia com o suor do seu rosto e uma determinação inacreditável em fazer aquilo dar certo.

Para quem não tinha certeza se no fim do dia teria dinheiro para um pedaço de pão, A.L. tem, hoje, uma linda loja, que revende não apenas peças, mas as próprias máquinas agrícolas, com faturamento de alguns milhões de reais por ano.

Por onde A.L. passa vai levando vida, energia, exemplos. Sua companhia é agradável e cativante. E o melhor: sua simplicidade é a sua marca, seu amor ao próximo o combustível do seu sucesso. Se você perguntar a A.L. qual o segredo do sucesso, ouvirá dele: “dê o seu melhor naquilo que estiver fazendo, honre sua palavra. Só assim, e com muita humildade e amor pelas pessoas, sejam elas clientes ou colaboradores, que a gente é capaz de dizer sim quando o mundo e as pessoas te dizem não”.

Quem não sonha em crescer na carreira, em melhorar de vida, em quem sabe abrir um negócio próprio vive um pesadelo a cada dificuldade. Não consegue encontrar forças para encarar e superar o medo das adversidades, e, mesmo diante de condições reais de se dar bem, tudo o que ela vê são problemas. Têm medo de se frustrar, contudo, não percebem que assassinar os sonhos já é viver aprisionado nas grades da frustração.

Então, coloque algo em sua mente: os sonhos não morrem por falta de dinheiro; eles morrem por falta de honra e coragem.

Fonte: http://ogerente.com.br/rede/carreira/sonhos-campeao-sucesso

quarta-feira, fevereiro 06, 2013

5 Porquês

Autor: Luiz de Paiva

O “5 Porquês” é uma técnica para encontrar a causa raiz de um defeito ou problema. Esta ferramenta é muito usada na área de qualidade, mas na prática se aplica em qualquer área, e inclusive pode ser muito útil em seu dia a dia. Foi desenvolvida por Sakichi Toyoda (fundador da Toyota), e foi usada na no Sistema de Toyota de Produção durante a evolução de suas metodologias de manufatura.

O princípio é muito simples: ao encontrar um problema, você deve realizar 5 iterações perguntando o porquê daquele problema, sempre questionando a causa anterior. A explicação é mais fácil com um exemplo:

Problema: Os clientes estão reclamando muito dos atrasos nas entregas.

Porque há atrasos? Porque o produto nunca sai da fábrica no momento que deveria.

Porque o produto não sai quando deveria? Porque as ordens de produção estão atrasando.

Porque estas ordens atrasam? Porque o cálculo das horas de produção sempre fica menor do que a realidade.

Porque o cálculo das horas está errado? Porque estamos usando um software ultrapassado.

Porque estamos usando este software? Porque o engenheiro responsável ainda não recebeu treinamento no software mais atual.

Pelo exemplo, podemos ver que a causa raiz das reclamações dos clientes é a falta de treinamento do engenheiro em softwares de produção mais atuais. Se o responsável somente fizesse a primeira pergunta, tentaria mudar o sistema de transportes da empresa, o que provavelmente seria mais caro e não resolveria realmente o problema.

Na realidade, não é necessário que sejam exatamente 5 perguntas. Podem ser menos ou mais, desde que você chegue à real causa do problema. No exemplo, ainda poderia haver um porque mais, e se descobriria que o engenheiro não foi treinado devido a sua forte carga de trabalho. O importante é que esta ferramenta sirva para exercitar as idéias e tire a pessoa de sua zona de conforto.

Também é importante entender que esta é uma ferramenta limitada. Fazer 5 perguntas não substitui uma análise de qualidade detalhada. Uma das principais críticas à ferramenta, é que pessoas diferentes provavelmente chegarão a causas raiz diferentes com estas perguntas. Por isso o ideal é que as perguntas sejam feitas com participação de toda a equipe, para que gere um debate em torno das causas verdadeiras.

Além disso, frequentemente a causa de um problema será mais de uma. Se você usa somente esta ferramenta, pode estar deixando de lado outros fatores importantes para a melhoria de seus processos.

Em um de seus artigos, Bill Wilson cita outras perguntas que devem ser feitas para assegurar que a causa encontrada é correta:

  1. Que provas tenho de que esta causa existe? (É concreta? É mensurável?)
  2. Que provas tenho de que esta causa levará ao problema identificado? (Ou estou apenas fazendo suposições?)
  3. Que provas tenho de que esta é a principal causa que verdadeiramente leva ao problema? (Mesmo que seja um fator importante, a causa principal poderia ser outra).
  4. Algo mais deve ocorrer junto a esta causa para que o problema ocorra? (Serve para esclarecer se o problema não vem de uma combinação de fatores)

Em resumo, esta é uma boa técnica para resolver problemas simples e tomar os primeiros passos para problemas mais complexos, desde que você não se acomode e ache que seu problema está resolvido com 5 perguntinhas.

Fonte: http://ogerente.com/logisticando/2007/02/02/5-porques/
Texto recomendado por Gilles de Paula

terça-feira, novembro 27, 2012

O currículo cultural

Autor: Wellington Moreira

A civilização grega se desenvolveu com base no aprimoramento das capacidades intelectuais, físicas e políticas de seu povo e possibilitou o caldeirão cultural que fez surgir a democracia, o teatro, a filosofia e muitos outros legados que até hoje influenciam grande parte do mundo, especialmente o ocidental.

E hoje em dia algo semelhante é vivenciado pelos cidadãos de metrópoles cosmopolitas como Londres, Nova Iorque, Paris ou Barcelona. Lugares onde a riqueza cultural é praxe e nos quais sua gente tem acesso fácil a museus, grandes palcos e bibliotecas que parecem revelar o conhecimento do mundo a todos.

Quanto a nós, é claro que não precisamos morar necessariamente numa dessas cidades acima para adquirirmos um consistente repertório cultural. Hoje em dia existem variados canais para nos abastecermos de toda e qualquer expressão artística já criada pelo homem, sendo que para os acessarmos há apenas dois requisitos: consciência de que isto não é coisa banal e um pouco de tempo reservado na agenda.

Mas por que devemos saber sobre civilizações antigas e a obra de pintores que já se foram? De que nos servirá ler obras de filosofia ou assistir a dramas teatrais clássicos? Entre outros motivos, para evitarmos o mal do tecnicismo que inundou as organizações.

Também não podemos esquecer que as pessoas que contam com uma maior bagagem cultural geralmente interagem melhor com as demais e lidam de forma madura com as situações adversas que enfrentam, além de serem mais criativas no dia a dia.

Escutar a Nona Sinfonia de Beethoven e conhecer as obras de Monet até pode não mudar a sua vida de uma hora para a outra, mas certamente fornecerá o aparato cultural necessário para que você converse saudavelmente com as pessoas que farão diferença em sua carreira. E evitará deslizes tolos, como aquele que escutei cinco anos atrás de um gerente: “Pensava que Picasso fosse apenas um modelo de automóvel”.

Creio que daqui a algum tempo as pessoas não irão inserir em seus currículos profissionais apenas os cursos que fizeram, os lugares aonde já trabalharam e os resultados significativos que alcançaram. Mencionarão também os livros que leram, os filmes e peças teatrais que assistiram, os museus que visitaram e os lugares que conheceram.

Ou seja, o currículo cultural será tão importante quanto a experiência protocolar acumulada ao longo da carreira porque já não é possível atendermos as exigências do mundo moderno sem buscarmos uma experiência de vida ampla. Isto não quer dizer que deveremos ser intelectuais e sim adquirirmos o estofo mínimo para um trabalho competente.

É por estas e outras que pessoas no início da carreira amadurecem tanto quando oportunizam a si próprias uma experiência internacional. Viver durante algum tempo num país com costumes diferentes e sem o apoio dos familiares faz com que qualquer jovem cresça dez anos em um. Isto sem falar na possibilidade de obter fluência em outro idioma.

Mas se morar algum tempo fora do país não é algo que você cogite, pelo menos reserve uma parcela dos seus recursos financeiros para fazer viagens que sejam enriquecedoras. Se não está a fim de ler os clássicos da literatura mundial, ao menos conheça os da nossa. Prefira filmes europeus aos americanos. E, especialmente, conserve amigos com os quais possa manter conversas em alto nível e que também dediquem tempo ao engrandecimento pessoal.

E se estes argumentos acima não forem suficientes, lembre-se de que certo garoto perguntou a um idoso colega de sala durante o primeiro dia de aula: “Por que você está fazendo este curso se lhe restam poucos anos de vida?” E ouviu a sábia resposta: “Porque eu quero viver melhor, mesmo que este seja o meu último dia de vida”. Dias melhores pra você também.

Fonte: http://ogerente.com.br/rede/carreira/ciltura-conhecimento-curriculo

quarta-feira, agosto 01, 2012

Um rastro de desorganização

Autor: Ivan Postigo

O mercado aquecido gerou resultados positivos, inflou a estrutura das empresas, mas agora com o desaquecimento começa a cobrar seu preço.

De uma forma bastante interessante, um empresário nos perguntava em um encontro: – Como desmonto esse circo, demito o palhaço ou vendo o elefante?

Gosto dessa imagem, porque também já usei o circo como exemplo de gestão algumas vezes. Como vício de raciocínio, estamos atentos ao palhaço e ao elefante, mas poucas vezes ao circo como um todo, até que a lona venha ao chão!

O crescimento empresarial sempre deixa um traço de desorganização. Os motivos são muitos, como a falta de foco operacional, a fragilidade na qualificação da equipe, o impacto da velocidade do crescimento, a falta de domínio técnico para a gestão dos novos produtos, canais e clientes, o choque provocado pela necessidade de desenvolvimento de novos modelos mentais em função de uma nova cultura que se estabelece. Assim, o assunto se mostra complexo.

Não basta crescer em um período, é preciso consolidar posições. Em momentos de desaquecimento de mercado, o encolhimento gera novos conflitos na gestão.

A nova cultura, quando não mantida, não consegue ser substituída pela velha cultura que já não mais existe. Há, com isso, um estado desconhecido que precisa ser administrado.

A estrutura inflada, necessariamente, no momento de aquecimento, tem um custo nem sempre suportável com a queda dos negócios, e reduzi-la representa risco para a retomada.

Esses são aspectos que envolvem todas as áreas, comercial, produtiva, administrativa e financeira. Manter a qualidade da gestão, com redução de custos, implica na necessidade de melhoria da produtividade em todos os setores, realizando mais com menos, aspecto que o mercado aquecido nem sempre permite realizar, visto que o foco é vendas e geração de caixa.

O paradoxo se apresenta quando vemos que nos momentos de dificuldade e falta de recursos é que soluções são criadas, mantendo no mercado as organizações criativas e eliminado aquelas sem grande talento para gestão de crises.

Organizações bem sucedidas são aquelas capazes de criar, inovar, explorando novos canais e segmentos de negócios, reduzindo sua dependência de alguns poucos clientes.

A observação de oportunidades de mercado tem levado gestores a manter o foco nos produtos e não nas empresas e suas marcas, com isso, quando há retração, a fragilidade do empreendimento se faz presente.

Grande parte das empresas brasileiras não tem seu valor avaliado pelo mercado, com isso o conceito de gestão limita-se a lucro e geração de caixa, mostrando-se satisfatório quando positivo, sem uma visão de futuro. Quer para investimento planejado, fusão ou mesmo venda.

Essa questão abordei no artigo: Competência em gestão não é conceito é cultura.

A busca do ponto de equilíbrio, que demanda a adequação da estrutura operacional, poucas vezes ocorre com ações planejadas, costuma ser mais emocional.

Isso ratifica o fato que nossas empresas crescem mais por movimentos de mercado do que por ações estratégicas, aspecto que dificulta a busca de rentabilidade em momentos de queda das vendas.

Fonte: http://ogerente.com.br/rede/gestao-empresarial/desorganizacao-negocios-gestao

sexta-feira, julho 27, 2012

A cultura da simplicidade

Autor: Wellington Moreira

O modelo de gestão norte-americano que foi incorporado pelas companhias brasileiras com pouquíssimas reservas nestas últimas décadas é responsável por uma série de valores que ajudaram a modernizar o parque industrial brasileiro, mas também trouxe consigo uma cultura baseada na sofisticação que pode ser extremamente danosa em vários casos.

Comum encontrarmos empresas nas quais questões fáceis de resolver, a princípio, são encaradas como problemões e aonde as soluções óbvias são descartadas justamente por causa do senso comum de que as respostas adequadas sempre precisam ser estratégicas e complexas. Resultado: muita pomposidade e ineficácia.
Mesmo competindo num mundo cada vez mais complexo as organizações devem simplificar tudo aquilo que fazem se quiserem lidar adequadamente com o quadro de incertezas que enfrentam em seu dia a dia. E vale lembrar: aquelas que enveredam pelo caminho da complicação tendem a ser lentas no processo decisório e a naufragarem cedo ou tarde.

Valorizar a simplicidade é, acima de tudo, estimular o potencial criativo das pessoas, afinal as pequenas e grandes ideias inovadoras que revolucionam o mercado muitas vezes são óbvias. Não é a toa que quando estamos diante de novas maravilhas nos indaguemos: “Nossa! Como ninguém pensou nisto antes?”

As empresas de tecnologia, pelo menos, praticam este princípio há algum tempo. O iPad, por exemplo, possui um manuseio tão fácil que qualquer pessoa o domina em poucos minutos, até mesmo o meu filhinho de um ano. Mesmo caminho adotado pelo Wii, da Nintendo, que graças à simplicidade tornou possível a venda de mais de 100 milhões de unidades para clientes que, em muitos casos, já não se arriscavam a jogar videogame há um bom tempo intimidados pela complexidade dos modelos anteriores disponíveis.

No entanto, é preciso saber diferenciar simplicidade de simplismo. Enquanto este se refere ao raciocínio que despreza elementos necessários à solução de um dado problema proporcionando apenas resultados paliativos, aquele tem a ver com o emprego da forma mais fácil para a sua resolução efetiva. Ou seja, ser simples não é escolher o tosco. Ou você acha o iPad malfeito?

Além disto, é importante salientar que soluções simples são tão eficazes – senão mais – do que aquelas com alto grau de sofisticação e possuem a vantagem adicional de estarem próximas. Quem já não se deparou procurando uma fórmula mágica para resolver determinada encrenca quando a alternativa mais óbvia estava bem diante de seus olhos?

Nas relações pessoais também é importante guiar-se pela simplicidade. Quanto mais clara e objetiva é uma mensagem menos ruídos surgem pelo caminho e isto resulta na compreensão esperada. Assim, é admirável que você domine o jargão corporativo de A a Z, mas não precisa utilizá-lo a toda hora apenas para mostrar o que sabe.

E quais as pré-condições para incutirmos a simplicidade como valor na cultura das companhias onde trabalhamos? Dentre outras coisas, precisamos tornar as estruturas menos hierarquizadas, criar ambientes mais informais, dar voz ao pessoal de frente, tratar os erros como oportunidades reais de aprendizado e divulgar as singelas iniciativas que deram certo para todos os níveis.

Se concordarmos que a escolha pela simplicidade garante bons resultados organizacionais e, principalmente, possibilita uma vida plena e feliz, é justo irradiá-la para tudo mais que nos rodeia. Contudo, como a escritora Clarice Lispector certa vez disse, que ninguém se engane, pois só a conseguiremos através de muito trabalho.

Fonte: http://ogerente.com.br/rede/gestao-empresarial/cultura-simplicidade-resultados

sexta-feira, junho 29, 2012

Como ser promovido na sua empresa

Autor: Ricardo Piovan - Palestrante e Coach Organizacional

Um funcionário do departamento financeiro de uma distribuidora de bebidas no sul do país notou que a empresa tinha gastos excessivos com deslocamento de seus refrigerantes de uma unidade para outra, onde o motivo principal era a falta de espaço nos galpões da matriz.
 
Por algumas tardes ele saia da sua sala com um poderoso ar condicionado e passeava pelos corredores do estoque questionando a si mesmo se não haveria uma forma mais eficaz de armazenar as garrafas e latinhas que ali estavam. Pesquisou e desenhou um novo formato de estocagem e apresentou para o seu diretor uma nova forma de alocar as mercadorias, aumentando em 18% a capacidade de armazenamento do galpão principal.

Para aparecer e tornar-se visível na empresa nada melhor do que mostrar melhorias e foi isto que este profissional que era responsável pelo contas a pagar fez. Não se limitou apenas a entrar no homebanking diariamente e pagar as faturas, ele cavou mais fundo e apresentou uma proposta que reduziu os custos de transportes entre unidades.

Os profissionais que estão fazendo o seu trabalho aparecer, não são diferentes de você, do seu vizinho de baia ou do seu chefe,  mas o que os distingue é o fato de partirem para a prática enquanto muita gente fica na teoria. Eles observam e vão além das suas tarefas diárias.

Muitos funcionários questionados sobre o que eles precisam fazer para serem promovidos respondem que se fizerem o seu trabalho bem feito e no tempo correto galgarão postos mais elevados na organização, mas acredito que isto não seja verdade pois para ascender na companhia você precisará fazer mais que o solicitado e apresentar resultados que vão além das suas tarefas.

Fica aqui a dica, SE QUISER APARECER MAIS, traga para a empresa muitas soluções boas, questionando continuamente como a empresa pode fazer o que ela faz de forma mais barata, mais rápida e com mais qualidade. Não tenha medo de errar e lembre-se que a diferença entre um profissional ordinário e extraordinário está no sufixo “EXTRA”

Você tem feito o EXTRA ?

Veja um vídeo que gravei sobre este assunto: http://www.ricardopiovan.com.br/minuto/maisqueosolicitado/

Fonte: http://portalfox.com.br/blog/?p=1160

terça-feira, maio 29, 2012

Conhecimento destrói incertezas

Autor: Gilclér Regina

A vontade de se preparar deve ser maior que a vontade de vencer” Gilclér Regina

Uma afirmação de um diretor de colégio diz: “No mundo real a turma da frente acaba trabalhando para a turma do fundão”. Ou seja, quem faz maior sucesso segundo ele é a turma que ousou mais, que foi mais criativa e esses eram os que sentavam lá no fundo da sala.

Isso lembra aquele aluno que leva o boletim com notas todas vermelhas para o seu pai e este lhe diz: “No meu tempo isso renderia uma bela duma surra”. E o menino diz: “É isso aí pai, vamos lá dar um cacete no professor”.

O ideal de sucesso é unir a disciplina de quem senta na frente com a criatividade de quem senta no fundo da sala. Afinal, não vale afirmar que somente o “bagunceiro” senta lá no fundão.

Estar aberto a mudanças é saber somar criatividade, um pouco desta falsa “malandragem” aliada a conhecimento e disciplina. Conhecimento destrói incertezas… Conhecimento com motivação constrói certezas, constrói resultados!

Estar sempre aberto à mudanças é estar preparado para não ficar pelo caminho… Se você acha que pratica o seu melhor trabalho, dê uma olhadinha no seu colega ao lado e faça um comparativo. Saiba que ele não está dormindo “de touca”.

Existem funcionários ótimos… E existem aqueles que você precisa fazer uma carta de recomendação para o seu principal concorrente! Sua escolha definirá o seu sucesso!

Se você tiver uma ferida e se tratar, com o tempo ela irá cicatrizar… Se você tiver uma ferida e não se tratar, com o tempo ela irá piorar. Portanto, contrariando muita gente, o tempo nem sempre é senhor da razão.Não é o tempo que cura, é a intensidade da ação que você faz hoje é que cura.

Quantas redes de supermercados, quantos bancos, quantas empresas você lembra como as maiores do Brasil num passado recente? E não existem mais…

A vida sempre foi assim: Novos ricos que são ex-pobres e novos pobres que são ex-ricos. 82% das maiores fortunas vêm do absolutamente nada, vêm da pobreza mesmo!

O dinheiro? Não acaba… Apenas muda de mão.

Muitos se perderam pelo caminho por causa da soberba. Muitos sofreram com a síndrome de “ovo de pata”. Lembra-se da fábula? A pata olha para a galinha e diz: “Meu ovo é muito mais bonito que o seu”. Qual foi a resposta da galinha? “O seu é mais bonito, mas não vende”.

Arrogância é assim mesmo, igual mau hálito, todo mundo percebe, menos quem tem!

A “mudança” é uma preocupação dominante no mundo corporativo. Reflita sobre o que gostaria de mudar em você, em sua vida profissional, em sua vida familiar, em sua empresa, em sua carreira e que ainda não teve coragem de fazer?

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

Fonte: http://ogerente.com.br/rede/carreira/conhecimento-sucesso

quarta-feira, maio 23, 2012

ARRISQUE-SE MAIS!

Autor: Antonio Palmieri

Há muito que se discute qual é o melhor caminho para o sucesso. Já ouvi de tudo desde grandes lorotas até verdadeiros tratados sobre o assunto. No mercado, por exemplo, existe uma enorme quantidade de livros de autoajuda que se dispõem a essa tarefa, quando não, muitos “intitulados” de gurus lotam plateias desfilando infindáveis argumentos e apontando caminhos. O que é verdade e o que é mentira? Nunca saberemos! Pois isso varia de pessoa para pessoa, dependerá de condições econômicas, educação, cultura, crenças enfim de tantas variáveis que precisaríamos de uma vida inteira para chegar a alguma conclusão e mesmo assim ela não seria capaz de criar uma fórmula segura ou um mapa para o sucesso. Segundo pesquisas 8% da população atinge o sucesso, sendo que esse sucesso em questão não significa dinheiro, mas sim satisfação. Quando começamos a entender essa situação e passamos a interpelar as pessoas verificamos que a maioria está descontente com a vida que têm. Quando perguntados sobre o que é o sucesso na visão deles as respostas sempre se reportam aos milionários e suas posses, porém à medida que essa pergunta é dirigida a um grupo de pessoas mais maduras, a resposta é: poder fazer o que se gosta.

Poder fazer o que se gosta! Por que isso é tão difícil de conseguir? Em minha opinião, as pessoas se deixam escravizar por objetivos meramente financeiros, seja pelo sonho da casa própria, seja pela aquisição do carro novo, enfim mil motivos. Com o passar do tempo quando perguntados se são realmente felizes as respostas apontam sempre para o “NÃO”. Insistindo nessa questão e interpelando o porquê das coisas, as respostas mais comuns são: não gosto do que faço, minha vida parece não fazer sentido, não acordo com vontade de trabalhar, a rotina me consome e por ai vai.

Para elucidar essa opinião, outro dia jantava com um amigo e este me contava como as coisas estavam caminhando na empresa em que ele trabalha. Avaliamos desde quando ele iniciou até os dias atuais e percebemos as mudanças de postura tanto dele quanto dos donos da empresa. Para resumir, ele já começou a mostrar indícios de frustração, eu rapidamente lhe disse: pegue seu boné e vá embora, bem que eu queria, disse ele, mas estou amarrado com alguns compromissos. Há cerca de um ano atrás esse mesmo amigo havia me convidado para substitui-lo quando ele saísse da empresa, na época eu respondi que não tinha interesse algum em voltar a ser executivo, pois a vida havia me ensinado que no fundo no fundo, na minha ótica é claro, não valeria à pena, os ganhos não compensariam os sacrifícios. Já vi gente se lamentar que, passou a vida trabalhando uma média de 12 a 15 horas dia e quando chegou o momento de desfrutar as doenças e a morte estavam batendo a sua porta.

Obviamente sei que não é fácil arriscar-se e quando o fazemos as chances de sucesso são pequenas, isso acontece porque o processo de risco envolve principalmente a experimentação, será ela que nos dará pistas ou ensinará o que fazer numa próxima tentativa. É como na ciência onde o cientista faz seus experimentos e com eles aprende e isso se repete até o momento do acerto. Agora que caminho escolher? Tudo na vida é uma questão de escolha, a coragem para seguir este ou aquele caminho dependerá da definição que você tem da vida. Muitos falam sobre qualidade de vida como se isso fosse um período de férias que você tem direito a tirar depois de certo tempo. Qualidade de vida na minha visão é acordar todo dia e ir buscar um novo jeito de viver, procurar as emoções para que elas possam alimentar meus sonhos, e com eles traçar uma nova realidade, não me deixo vencer por nada, cai e cairei tantas vezes quantas for necessário, porém jamais vou me deitar e deixar a vida fugir de mim por medo de tentar.

Fonte: http://palmieripalestras.blogspot.com.br

terça-feira, maio 15, 2012

PPP – Paixão, performance e propósitos!

Autor: Gilclér Regina

Um ser humano sem propósitos é como alguém que se veste, mas não tem para onde ir.” Gilclér Regina

Ao estudarmos a excelência da vida sem dúvida teremos que rever conceitos e falaremos muito de paixão e performance.

Aprende-se que o sucesso na vida não deve ser medido tanto pela posição que a pessoa conquistou na vida quanto pelos obstáculos que ela superou enquanto buscava os seus resultados.

Se você se identificou com os dois primeiros “Ps” então já está pronto. Só falta saber para onde está indo. Pois tudo funciona bem, mas se você não sabe para onde vai acabará andando em círculos.

Se você já é um sucesso, bem remunerado, realizado, faz um trabalho elogiado, por que não considerar isso de alta performance?

Mas deixe-me perguntar: Você ficaria desesperado amanhã se lhe dissessem que não pode mais trabalhar no emprego atual? Continuaria fazendo o que faz pela metade do salário? Continuaria porque precisa em termos financeiros ou porque ama o que faz e não se vê fazendo outra coisa?

A maneira como você responder tem muito a ver com seu nível de desempenho e está relacionada à seguinte questão: Você acredita ou não que está cumprindo um propósito divino para sua vida?

A vida é uma jornada rumo à plenitude… Rumo à paixão… Rumo à alta performance… Rumo ao propósito.

Conforme você muda e se ajusta ao longo dos anos a essas três referências se aproximam, a excelência total é uma realidade cada vez mais presente em sua vida!

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

Fonte:http://ogerente.com.br/rede/carreira/paixao-performance-e-propositos

quinta-feira, maio 03, 2012

No risk, no fun!

Autor: Luiz Roberto Fava

Quando estive na Austrália, em férias, e para conhecer meu neto, em uma conversa com meu genro, ele exclamou:

- No risk, no fun!

Ou seja, onde não houver risco, não haverá emoção.

Esta frase me fez pensar em duas coisas.

Em primeiro lugar, o que é risco?

Risco é uma probabilidade de um evento qualquer que, ao ocorrer, pode causar algum tipo de dano.

O risco pode acontecer em qualquer momento do nosso cotidiano sendo que, muitas vezes, nem o percebemos.

Um exemplo típico é atravessar um rua fora da faixa de pedestres. Neste caso existe o risco de ser atropelado.

O risco pode ser avaliado e/ou medido quando, por exemplo, recebemos uma promoção, mudamos de emprego, começamos um novo relacionamento, etc.

Imagine-se, leitor ou leitora, em um barco a remo. Você põe força nos remos e, em uma superfície sem ondas, tranquila, o barco desliza suavemente. Seus movimentos são repetitivos. Não existem obstáculos a serem superados. Sua travessia não apresenta risco algum até o seu término.

Agora, imagine-se em um caiaque praticando rafting. Você vai por uma corredeira e terá que superar inúmeros obstáculos como pedras, quedas d’água, a força do rio…, o que é natural neste tipo de esporte. Só que, neste caso, você terá muitos riscos até o seu término.

Imaginou-se nas duas situações? Então responda: em qual das duas situações você se divertiu mais?

Se você respondeu que foi na primeira situação, pode ser que você seja uma pessoa mais racional, previsível, acomodada e que tenha um certo medo de correr riscos.

Se você respondeu que foi a segunda situação, você é ciente que, para alcançar um objetivo é preciso correr riscos.

Existem autores que afirmam que a palavra RISCO vem do latim RISICU, que significa OUSAR, isto é, atuar perante o perigo.

E, para ousar, ter uma atitude empreendedora, é necessária uma série de competências como criatividade, flexibilidade, destemor, foco e persistência, entre outras.

Qualquer caminho, qualquer jornada, qualquer aventura que desejamos seguir ou vivenciar, apresenta obstáculos a serem superados e riscos que podem nos levar ao fracasso.

O que faz um rio quando encontra um obstáculo em seu caminho? Ele para? Fica esperando alguém removê-lo? Não. Ele simplesmente procura contorná-lo e seguir adiante.

Esta é uma lição que deveria servir de exemplo a todos nós quando a insegurança, o medo de fracassar ou a vontade de desistir comecem a se manifestar para abortar a nossa jornada.

Para vencer os obstáculos, e os riscos a eles inerentes, é necessário desenvolver, durante a jornada, uma atitude de prudência.

Às vezes é preciso recuar um passo para poder se avançar dez passos, tática semelhante à usada por exércitos em guerra. E você, certamente, quer vencer esta “guerra”.

Correr riscos faz parte da nossa Vida. Diariamente estamos correndo uma série de riscos: assalto, sequestro, quedas e fraturas ósseas, sofrer uma frustração, etc.

Augusto Cury, em seu livro As quatro armadilhas da mente e a inteligência multifocal (Ediouro, 2009), nos diz:

Eliminar todos os riscos da humanidade geraria pessoas autoritárias, individualistas, ensimesmadas, agressivas, deprimidas, entediadas.

O risco implode nosso orgulho, esfacela nosso egocentrismo, nos une, nos estimula a criar laços e experimentar a difícil arte de depender uns dos outros.

Sem riscos a psique não teria poesia, criatividade, intuição, inspiração, coragem, determinação, espírito empreendedor, necessidade de conquista. Sem riscos não conheceríamos o sabor das derrotas nem o paladar das vitórias, pois elas seriam um destino inevitável, não o fruto de batalhas. Sem riscos não erraríamos, não choraríamos, não pediríamos desculpas, não teríamos necessidade de humildade em nosso cardápio individual.

Para se lograr a liberdade, necessitamos ser ousados. E ousadia significa correr riscos.

Não tenha medo de correr riscos. Lembre-se que:

O risco deriva do fato de você não saber o que está fazendo. (Warren Buffet)

Para o prêmio ser grande, a aposta tem que ser arriscada. (Beto Loureiro)

Quem triunfa sem risco, sobe no pódio sem glória. (Augusto Cury)

Em segundo lugar, o que é transformar trabalho em diversão?

Gosto muito da frase que diz: quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?

Você já se fez esta pergunta? Ainda não?

Você faz sempre tudo igual? Vive na sua zona de conforto?

Se a sua resposta foi SIM às perguntas acima, não se esqueça que tudo está em constante mutação. E você, além de não se aperceber desta realidade, continua fazendo as mesmas coisas e do mesmo jeito.

Quem quer transformar trabalho em diversão precisa, inicialmente, sentir-se livre. Livre dos mesmos pensamentos, da mesma forma de agir, das mesmas atitudes. E somente quando se é livre, nos tornamos mais criativos e inovadores a ponto de nos transformamos e ao nosso entorno.

Sei que o caminho não é fácil. Mudar não é fácil. Mas se você acreditar em si mesmo, o processo fica facilitado.

Veja o que o antropólogo Joseph Campbell (1904-1987) descreveu em seu livro The hero of a tousand faces (O herói de mil faces). Denominada a jornada do herói, ela é composta de doze estágios:

1º – Mundo comum

É o mundo normal do herói, a vida do dia-a-dia, a zona de conforto.

2º – O chamado da aventura

A rotina do herói é quebrada por algo insólito, inesperado, incomum.

Algo se apresenta ao herói: uma busca, uma jornada, um problema, um desafio,uma aventura.

É quando ele e vê obrigado a fazer algo novo, a sair da mesmice.

3º – Recusa do chamado ou reticência do herói

O herói se recusa ou demora a aceitar o desafio, geralmente por sentir medo. Ele reluta, não quer envolvimentos e prefere seguir sua vida.

4º – Encontro com o mentor ou ajuda sobrenatural

O herói encontra um mentor que o faz aceitar o chamado, o treinará para a aventura e será o responsável para desenvolver as habilidades necessárias para a jornada.

5º – Cruzamento do primeiro portal

O herói abandona o mundo comum para entrar no mundo especial ou mágico, É o “ponto sem retorno”.

6º – Provações, aliados e inimigos

Neste novo ambiente o herói enfrenta testes, encontra aliados e enfrena inimigos, de forma que aprende as regras deste mundo novo. Tudo com a finalidade de qualificá-lo para vencer.

7º – Aproximação

O herói se aproxima do seu objetivo, tem êxito durante as provações e segue em frente.

8º – Provação difícil e traumática

A maior crise da aventura, de vida ou morte. É a luta com o antagonista.

É onde existe maior tensão.

É o auge da crise.

É o momento que pode levar ao êxito ou ao fracasso da jornada.

9º – Recompensa

O herói enfrentou a morte, seu maior desafio, venceu o medo e ganhou uma recompensa (“o elixir”).

10º – O caminho de volta

O herói deve voltar ao mundo comum. Mas ainda corre os perigos do mundo novo. Os inimigos continuam de olho nele.

11º – A ressurreição do herói

Outro teste no qual o herói enfrenta a morte. Deve usar tudo o que foi aprendido para derrubar seu pior inimigo.

É uma espécie de exame final.

12º – Regresso com o elixir

O herói volta para casa com o “elixir” e o usa para ajudar a todos no mundo comum.

Ele volta transformado e nunca mais será o mesmo.

Quando você acreditar que pode mudar algo ou “fazer algo pela primeira vez”, acredite nessa ideia, vá em frente. Mesmo correndo o risco de não dar certo e das opiniões dos “do contra” e daqueles que vão lhe achar maluco ou “louco de pedra”.

Se você partir para a execução de sua ideia sabendo de tudo isso, certamente você terá uma força interior inabalável (automotivação) que o levará a atingir o seu objetivo.

E, certamente, você o fará sem desespero, sem estresse, sem ansiedade e angústia. Tudo fluirá de uma forma bem melhor.

E, ao chegar ao final de sua jornada, você verá que o seu projeto pode até ter lhe dado um trabalho insano, mas você o desenvolveu de uma forma alegre e divertida.

O seu trabalho se transformou em uma grande diversão devido única e exclusivamente à sua atitude, mesmo sabendo que iria correr riscos.

Lembre-se também destas frases:

- A obra sempre parece fácil quando trabalhar é um prazer. (Cardeal de Bernis)

- Nunca trabalhei em minha vida -era sempre pura diversão. (Tomas A. Edson)

- Escolha um trabalho que você ame e não terá de trabalhar um único dia de sua vida.(Confucio)

Exerça sempre seu poder de ser livre. Ouse, corra riscos e… divirta-se.

No risk, no fun!!!

Fonte: http://favaconsulting.com.br/riscos-e-desafios/

quarta-feira, maio 02, 2012

Tempo e saúde: Um casamento “perfeito”?

Autor: Luiz Roberto Fava

Cheguei ao aeroporto de Guarulhos de madrugada para o check in com destino à Austrália e escala na Argentina para troca de aeronave.

São três horas da manhã e, no balcão da companhia aérea, recebo a notícia que o voo para Buenos aires, previsto para as seis da manhã, sairá com atraso de duas horas.

Ao saber disso, o patriarca da família que estava atrás de mim começou a se irritar e a vociferar em voz alta. Primeiro coma esposa e depois com todos os que estavam ao seu redor e que aguardavam pacientemente na fila.

Quando chegou ao balcão… coitado do funcionário. Este foi obrigado a ouvir uma enxurrada de impropérios em um volume que mais parecia o alto-falante de um trio elétrico.

Todos estavam estupefatos. Às três horas da manhã aquele balcão mais parecia o pódio de um candidato à eleição de algum cargo.

Enquanto um misto de surpresa e indignação atingia a maior parte daqueles que estavam na fila, um outro tipo de sentimento tomava conta de mim: calma e paz interior.

Esta situação me levou à percepção de como a chamada MODERNIDADE vem influenciando o modo de vida das pessoas e causando nelas uma série de malefícios físicos e mentais decorrentes do estresse.

E se formos buscar mais profundamente uma das causas do porquê de tudo isso, veremos que a falta de tempo é uma das grandes vilãs.

Infelizmente, e desgraçadamente, a vida acelerou.

As pessoas já não tem tempo para mais nada, e a impressão que se tem é que a Vida se resume a dois Ts: tempo e trabalho.

A coisa vem se complicando tanto desde a Era Industrial que, em 1982, o médico Larry Dorsey criou o termo “doença da pressa” para designar os sintomas físicos e mentais que a falta de tempo causa nas pessoas.

Para o teólogo e filósofo Mario Sergio Cortela tudo se transformou em miojo, tudo rápido, pronto em três minutos: o estudo é miojo, os relacionamentos são miojo…

Fazer tudo depressa tornou-se a maneira de ser do cidadão do século XXI porque, para muitos, as vinte e quatro horas do dia tornaram-se insuficientes para fazer tudo.

Para muitas pessoas o dia deveria ter mais que vinte e quatro horas e as agendas mais páginas.

Todo este caos vivido pelo “homem moderno” só serve, em resumo, para movimentar cada vez mais a Economia, e de uma forma cada vez mais rápida. Carl Honore chama isto tudo de turbo-capitalismo,ou seja, vive-se para servir a Economia.

O Homem, hoje, vive para trabalhar mais, consumir mais, ter mais… e acaba se alimentando e dormindo mal, seja em quantidade, seja em qualidade.

E as crianças? Ah! As crianças… Também acompanham este ritmo frenético onde, nas suas agendas constam aulas de idiomas, de música, de esportes, além das aulas normais e das atividades que a escola proporciona.

E, é claro, as consequências de tudo isso são várias e não muito saudáveis:

  • fazer tudo muito rápido leva a erros e ao retrabalho;
  • fazer várias coisas ao mesmo tempo, idem,
  • fazer tudo muito rápido vai lhe estressar e lhe deixar doente, física e mentalmente. Insônia, gastrite, bruxismo, aumento da pressão arterial, problemas respiratórios,ansiedade, depressão,são sintomas clássicos deste estilo de vida. E sem esquecer que eles poderão levar a pessoa ater um infarto agudo do miocárdio, um derrame cerebral e, até, levá-la ao óbito.
  • fazer tudo muito rápido também se reflete no relacionamento com a família. Contamos estórias para os nossos filhos deforma cada vez mais rápida; namorar e fazer sexo se traduzem em uma “rapidinha”, o período de férias passou a ser uma eternidade e a comunicação entre as pessoas da família é feita por recados deixados em post its grudados na porta da geladeira ou do freezer, ou na tela do computador.

Quanto menos tempo temos, mais descuidamos do nosso corpo e da nossa mente. Tornamo-nos irritados, agressivos, sedentários e obesos.

Dormindo mal e comendo mal vamos ter menos energia para enfrentar as tarefas diárias. E aí vamos acabar nos valendo de vários tipos de drogas estimulantes e que podem levar à dependência com todas as suas nefastas consequências.

Não é à toa que o número de acidentes de trânsito tem aumentado, os índices de absenteísmo são cada vez mais altos, a indústria farmacêutica nunca vendeu tanto remédios tarja preta e muitos vem sua produtividade cair sem uma razão aparente.

Quando todos resolvem acelerar para serem cada vez mais rápidos, a saúde será afetada, quer se queira ou não.

Para Carl Honore, vivemos hoje a Era da Fúria: “no afã de andar depressa e ganhar tempo, o Homem é levado à fúria do trânsito, à fúria aérea, à fúria das compras, à fúria dos relacionamentos, à fúria do escritório, à fúria das férias, à fúria da ginástica”.

Em resumo: as pessoas estão se suicidando e não estão se dando conta deste fato.

Para mudar este quadro necessitamos mudar nossa maneira de ser. E isto inclui nossos pensamentos e nossas atitudes.

E como o fazer vem sempre depois do pensar, a primeira coisa diz respeito à mente, torná-la mais calma e mais serena.

Um dos melhores meios para se alcançar este objetivo é através da meditação. Não importa qual o tipo, mas a sua prática. Isto traz inúmeros benefícios, não só para a mente, mas também para o corpo, fatos cada vez mais corroborados por estudos científicos.

Uma pessoa que tem o hábito da meditação diária geralmente tem mais saúde, mais concentração, mais criatividade, são mais reflexivas e menos reativas, são mais relaxadas e menos estressadas, são mais calmas e mais felizes.

Tudo isso não significa que devemos abolir a tecnologia e a sua rapidez de nossas vidas. Devemos,sim, usá-la com sabedoria a nosso favor e não nos deixarmos dominar por ela a ponto de nos tornarmos seus escravos.

Dizia Einstein: “os computadores são incrivelmente rápidos, precisos e burros. Os seres humanos são incrivelmente lentos, imprecisos e brilhantes. Juntos tem um poder que supera qualquer imaginação”.

Só para lembrar: atrás do melhor e mais potente computador existente no mundo (ou que ainda venha a ser desenvolvido), está o Homem.

E só quando o Homem está com a mente relaxada, existirá o espaço necessário para que tudo aquilo que estava “guardado, embutido”, aflore ao consciente.

A meditação é uma ferramenta extremamente útil para enfrentar a vida moderna e toda a sua correria.

Mas também não devemos esquecer o corpo. Arranje sempre um tempo para cuidar dele praticando alguma atividade física.

Para manter a mente calma e,ao mesmo tempo, cuidar do físico, que tal juntar os dois?

Para isso fuja daquelas academias que só cultuam o corpo cm aparelhos que te deixam pior (cansados, suados e sem energia) e a som de ritmos bate-estaca.

Comece a pensar em mudar indo na direção contrária, buscando práticas que acalmam amente e exerciam o corpo.

Um bom exemplo disto é a prática da hatha yoga; um conjunto de posturas e técnicas respiratórias que vão lhe dar maior poder de concentração, deixar sua mente muito mais relaxada e seu corpo mais flexível, mais saudável e menos sujeito a contrair doenças e infecções.

Outra alternativa é a prática de artes marciais, como o judô, o caratê ou o kung fu. Para se desenvolver rapidez nos golpes, é necessário que a mente esteja relaxada e concentrada. Outra forma de praticar exercícios, mas de forma mais suave é representada pela prática do tai chi chuan.

Eu, particularmente, adoro caminhar. Este é o meu exercício favorito para cuidar do corpo e da mente, pois enquanto caminho, pratico exercícios de respiração.

Para mais, enquanto caminho, meu poder de percepção aumenta muito. Consigo escutar o barulho do vento, o canto dos pássaros e admirar a beleza e as cores das flores. Coisas que não se consegue fazer quando estamos com a mente “cheia” ou dirigindo um automóvel.

É também caminhando que tenho melhores ideias e clareza de pensamentos. Consigo me concentrar mais e melhor naquilo que necessito fazer.

Para o aspecto físico, meu corpo só tem a lucrar, pois caminhar, além de gerar mais saúde,causa menos danos do que a prática intensa de exercícios. Sinto-me mais leve e mais saudável para enfrentar o meu dia a dia.

E o que é melhor: é uma forma natural de se exercitar. Não esqueça que o Homem só começou a “acelerar” quando criou as máquinas como o automóvel e o avião. Para mais,caminhar não requer um personal trainner, é gratuito e desprovido de efeitos colaterais.

Meu último conselho: aprenda a gastar um pouco do seu tempo para ter mais saúde física e mental. Assim você não vai gastar tempo e dinheiro com médicos e medicamentos para cuidar dela.

Pense nisso!


Fonte: http://favaconsulting.com.br/tempo-e-saude/