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terça-feira, maio 27, 2014

Gerenciamento de projetos em uma pequena empresa

Autor: Arthur Guimarães

Num mercado de alta competitividade, em que várias empresas nascem e inovam a cada momento, é necessário buscar vantagens estratégicas. É preciso reduzir os riscos e maximizar as oportunidades em cada empreitada. Neste contexto, o gerenciamento de projetos é fundamental para realizar isto de maneira objetiva e planejada. Mas será que as rotinas e técnicas da gestão de projetos funcionam numa empresa de menor porte?

No post de hoje você terá a resposta não apenas para esta pergunta, mas as principais características e os cuidados necessários para o gerenciamento de projetos em uma empresa de pequeno porte.

Uma pequena empresa tem suas particularidades

A primeira questão que é fundamental de se compreender, quando for implementar a filosofia de gerenciamento de projetos em uma pequena empresa, é que as tratativas não podem e não devem funcionar como numa grande empresa. Um negócio de menor porte tem menos recursos, menos funcionários e, por isso, precisa de um gerenciamento mais específico.

Da mesma maneira, uma grande empresa é mais lenta. Uma decisão deve passar, muitas vezes, por uma série de análises técnicas de diferentes áreas e por diversos gestores, o que torna-se uma vantagem para as pequenas empresas que conseguem tomar decisões e agir de forma mais rápida.

Use o benefício da agilidade

O gerenciamento de projetos numa grande empresa é mais engessado por um motivo: a grande quantidade de processos e funcionários pode fazer com que as coisas fujam do controle. Por isso é necessário planejar minuciosamente cada uma das etapas do projeto, dando pouco espaço para improvisos.

Se, por um lado, o fato de ser menor torna uma empresa mais vulnerável ele também a torna mais ágil. E um gestor de projetos deve saber aproveitar essa característica. Como o processo decisório é bem mais rápido, uma pequena empresa pode se ajustar muito mais rapidamente às condições do mercado. Por isso, os processos dentro de um projeto não podem ser tão engessados.

Uma ideia, numa grande empresa, pode demorar meses para ser implementada, pois precisa passar por avaliação de várias áreas, comitês, gestores, etc. Numa pequena empresa, a mesma ideia pode ser implementada em poucas semanas. O gerenciamento de projetos deve levar em conta esta velocidade e dar espaço para mudanças de rumo e implementação de novos processos mais eficientes.

Não se esqueça de que treinar os funcionários é imprescindível para o sucesso

Os funcionários de grandes empresas tendem a estar mais familiarizados com as técnicas de gerenciamento de projetos. Numa pequena empresa, especialmente se seus colaboradores não têm experiência em companhias maiores, os jargões e processos podem se tornar até mesmo incômodos. Por este motivo, é fundamental o treinamento dos funcionários.

É preciso explicar os benefícios do gerenciamento de projetos e como o próprio trabalho diário pode ganhar em eficiência, precisão e reconhecimento. Também é necessário explicar o aspecto técnico de cada uma das ferramentas e como elas afetam os processos e a empresa como um todo.
O planejamento é importante

Isto tudo não quer dizer que o planejamento deve ser descartado no gerenciamento de projetos de uma pequena empresa. Ela se beneficiará muito de uma estrutura, de um calendário do projeto, de um plano de avaliação de riscos, de relatórios de progresso e de um software de gerenciamento de projetos - principalmente ao lidar com múltiplos projetos, que exigirá do GP a alocação otimizada dos recursos. Estas ferramentas são fundamentais e aumentam a chance de sucesso dos projetos.

Porém, cada uma das ferramentas e a estruturação de cada um dos projetos deve sempre levar em conta a principal característica de uma pequena empresa: sua agilidade. Se, por um lado, ela é mais frágil a fatores externo, é também muito mais adaptativa e não pode perder sua agilidade por conta do engessamento. O projeto deve dar soluções rápidas tanto internamente (corrigindo processos, implementando novas idéias) quanto externamente (apresentando soluções rápidas aos clientes).

Fonte: http://pmisp.org.br/gp-na-midia/1812-gerenciamento-de-projetos-em-uma-pequena-empresa

segunda-feira, janeiro 06, 2014

Quem deve criar a cultura produtiva da empresa?

Autor: Christian Barbosa

Outro dia estava em uma reunião com empresários, compartilhando dores e soluções na vida empreendedora e uma questão interessante foi levantada. Um deles, sócio de uma empresa com pouco mais de vinte profissionais, insistia que precisaria de uma gestora de RH para criar uma cultura na empresa.

A discussão foi longe, mas muitos empresários tem a mesma visão: que RH é milagre! Claro que um RH na empresa é essencial para ajudar a empresa a decolar, recrutar, criar políticas, aumentar qualidade de vida e desenvolver e apoiar a liderança.

Porém criar uma cultura produtiva na empresa não é papel do RH, do gerente, do diretor. É papel do empreendedor! Do dono! Do acionista.

O conceito de cultura é grande para o tamanho desse post, mas vamos dizer que cultura é criada através da missão, visão e principalmente dos valores que a empresa pretende seguir.

E quando falo isso, não tem nada a ver com aqueles quadros que todas as empresas têm na recepção, que no mínimo são inúteis. Tem a ver com atitude, com tomada de decisões, com os princípios mais essenciais da empresa e com o tom que a empresa terá internamente e para o mercado.

Delegar a criação da cultura é no mínimo estranho. Vamos supor que você seja o empreendedor e delegue isso para um cara do comercial que você contratou e quer assumir isso. A empresa vai ter a cara de quem? Do cara do comercial, dos seus valores de vida, da sua visão de mundo, etc. O que pode ser ótimo, mas que talvez não seja a cara do empreendedor. Mais cedo ou mais tarde, o empreendedor deixa de usar ou pior, perde a paixão pelo negócio.

Claro que você pode ter uma consultoria para te ajudar nisso, de diretores, do RH, mas a decisão, a forma, as palavras são suas. Cultura é a coisa mais importante que uma empresa pode ter, principalmente no começo. Não é RH que faz cultura. RH ajuda. Gerente ajuda. Diretor ajuda. Dono faz.

E isso precisa ser vivido no dia a dia. E dia a dia é como o empreendedor, com a equipe. As pessoas precisam ser contratadas com base nisso, precisam ser recompensadas por isso, os projetos e as decisões tomadas precisam ser guiados por esses princípios. Não é enfeite, quadro, marketing. É estratégia.

Existem dois casos clássicos desse conceito. Na Zappos, empresa de sapatos adquirida pela Amazon, foi o dono, o Tony que fez, escreveu e disseminou os valores. Depois que isso tá pronto, ai a equipe faz o “spread”.

O que faz o time do Jorge Paulo Lemann faz quando compram uma empresa? Colocam algum dos sócios para criar a cultura na empresa.

Na sua casa é a mesma coisa. Quem cria a cultura? Os sócios da casa! (em alguns casos A sócia majoritária). Se você não tem uma empresa, mas tem uma equipe o conceito vale do mesmo jeito. Se você não tem uma equipe a coisa vale para sua vida também.

Não espere milagre do RH, de ninguém, faça acontecer por você e quando estiver começando a andar sozinho, ai sim pense em delegar! Por isso ache tempo para o estratégico ao invés de ficar só no operacional.

Fonte: http://blog.maistempo.com.br/2013/11/26/quem-deve-criar-a-cultura-produtiva-da-empresa/

sexta-feira, novembro 22, 2013

Como estar sempre pronto

Autor: Frederico Mattos

Sabe quando a data da prova do concurso é anunciada? Uma pessoa especial surge na sua vida? O chefe pede uma apresentação super importante do dia para a noite? Qualquer uma dessas coisas pode nos pegar de surpresa. Mas como estar pronto?

Como bons brasileiros, temos certo orgulho de afirmar que na hora do aperto tiramos de letra e tudo sai melhor do que uma tarefa com prazo longo. Essa fórmula só dá certo para aquelas pessoas que sem o saber já estavam treinando silenciosamente as habilidades requisitadas.

Nunca entendi porque meu professor de Muay Thai me pedia para desferir o mesmo golpe inúmeras vezes contra um saco de areia sem graça. Quando questionei a explicação, aquilo me tirou do tédio de bater com aquela sensação de falta de propósito:

“Numa luta, se você parar para pensar em como dá um soco ou chute primário já estará no chão. Aprender o básico é pré-requisito para que os golpes mais complexos surjam sem esforço.”

Do mesmo modo, esse preparo pessoal é responsável por treinar funcionalidades psicológicas que serão requeridas na hora H.

O sexo, por exemplo, pode parecer tão natural que nem notamos a variedade de funcionalidades prévias demandadas quando a garota está fervendo em sua frente.

A capacidade de estar relaxado para que tudo fique ereto, o corpo condicionado para ofegar à vontade, a mente curiosa para descobrir cada curva com preciosidade, a generosidade para considerar a parceira como uma pessoa com vontades próprias.

Não é raro a má performance ser resultado de uma pessoa de mentalidade frágil e despreparada. O sujeito superestimou a si mesmo e pensou: “é só uma transa, basta lavar o corpo e passar desodorante”.

Tudo errado.

Da mesma forma, uma apresentação de PowerPoint não fará nenhuma mágica no seu lugar. Seu blablabla desengajado, sem brilho no olho ou sentido na vida convencerá apenas os desavisados. Não é raro muitos terem um sentimento inconfessável de embuste.

Um casamento cúmplice, uma carreira bem sucedida e uma vida satisfatória não são resultado do acaso.

A maior parte das pessoas treina ao avesso. A reclamação incessante afia a limitação, a tarefa habitual feita sem esmero reativa o desanimo de quem só age sob holofotes. Não podemos desconsiderar o efeito do mau humor nutrido com regularidade. Na hora de manifestar alegria ou entusiasmo não haverá lastro pessoal para ser evocado.

Penso que existem 4 bases fundamentais para responder prontamente a qualquer tipo de tarefa que sejamos convocados.

1. Criatividade

A capacidade de construir novas realidades é subestimada em tempos em que o marketing monopolizou o sentido da criatividade.

Penso na criatividade como uma não-reatividade frente aos estímulos e uma capacidade de tecer sentidos novos à medida em que as interações humanas acontecem. A pessoa incapaz de mudar uma visão pessoal ou de se desapegar de si mesma treina muito pouco essa qualidade.

É curioso notar o desespero de alguns quando participam de processos seletivos e se paralisam quando são chamados a inventarem alguma coisa.

Elas estão desabituadas a ter curiosidade ou brincar pouco de fazer associações com temas, imagens e sons aparentemente desconexos.

2. Compaixão

Não consigo imaginar nenhuma situação a qual alguém seja convocado que exclua a habilidade de se colocar ombro a ombro com a realidade de alguém.

Todo tipo de problema ou tarefa que você seja demandado fatalmente necessitará da capacidade de se colocar junto da dor de alguém para encontrar um caminho de alívio e solução.

No momento da morte de um ente querido já vi pessoas ficarem imobilizadas. Resultado do hábito de pensarem exclusivamente em si o tempo todo. O destreino em apoiar, emitir conforto ou simplesmente olhar com serenidade e sem pressa é fatal em casos extremos.

3. Sabedoria

Desenvolver bases pessoais estáveis e critérios claros para tomar decisões é matéria desconhecida para muitos.

O tipo de volubilidade a que são compelidos cotidianamente os deixa cegos para se posicionar diante de impasses complexos. Quando o tema foge do futebol, cerveja e mulheres raros são aqueles que se articularam internamente em algum tipo de legislação interna razoável para diferenciar questões éticas e até práticas.

Quando são evocados percebem o abismo moral por onde caminham e apelam para a crítica rasa e preconceituosa ou filosofia de boteco.

Tudo para tirar de sua frente o espelho que revela a invisibilidade moral autoimposta.

4. Relaxamento

Mesmo com todos os recursos ativos do coração e da mente, se uma pessoa não for capaz de repousar sobre si mesma e segurar seus ímpetos corriqueiros, fatalmente será impelida a cair no mesmo buraco pela décima vez.

Saber respirar, retirar-se dos próprios interesses, contemporizar urgências e aplacar ansiedades controladoras são virtudes ignoradas.

Aquele que passa à frente, se mete em todas as discussões, palpita impensadamente ou que fala sem parar, provavelmente acha que relaxar é atributo dos fracassados.

Treinar o relaxamento começa no momento de acordar, mastigar os alimentos e até diminuir a checagem constante de aplicativos em celulares.

Se você puder preparar sua personalidade com essas ferramentas básicas, outras complementares serão habilitadas naturalmente.

Quando a vida cutucar e pressionar até o limite, você não terá que tirar um coelho da cartola. Tudo aquilo que treinou sem pressão e com riso no rosto garantirá que atravesse qualquer crise de cabeça erguida, serena, ativa e bem acompanhado de pessoas queridas.

Por isso, treine antes de precisar.


Fonte: http://papodehomem.com.br/como-estar-sempre-pronto/

segunda-feira, março 11, 2013

Para cada problema complexo existe uma resposta clara, simples e errada

Autor: Jairo Siqueira

O título deste artigo é uma frase atribuída ao jornalista americano Henry L. Mencken, que nos remete a uma abordagem muito comum, tanto no trato dos problemas pessoais, como no trato problemas e desafios nas organizações. Esta abordagem equivocada na solução de problemas resulta da análise superficial e tendenciosa da situação, que não consegue ir além dos sintomas e identificar as causas fundamentais do problema. Equívocos semelhantes estão presentes nas abordagens de oportunidades de inovação e na melhoria da qualidade e produtividade.

Não resolva o problema errado

Talvez o primeiro passo para se chegar a uma solução correta e eficaz seja o reconhecimento que os problemas costumam se apresentar de forma dissimulada. Ou seja, o que pensamos que seja o problema pode não ser o problema real.
Na década de 1950, o transporte marítimo enfrentava sérios problemas causados pelos custos elevados que ameaçavam seu futuro. Os especialistas em transporte marítimo concentraram seus esforços para tornar os navios mais econômicos durante as viagens entre portos. Apesar de investirem em navios maiores, mais rápidos e na redução da tripulação, os custos continuaram a crescer. A solução somente surgiu com uma abordagem mais ampla do problema de custos elevados, analisando todo o processo de transporte marítimo, incluindo também as etapas de carga e descarga. A abordagem anterior tinha desprezado os elevados custos de espera nos portos para carga e descarga, agravado pelo congestionamento causado por navios maiores e mais rápidos. O uso de containers foi uma das medidas chaves para a solução do problema. Apesar do crescimento do mercado internacional nas décadas seguintes, os custos diminuíram cerca de 60%.
Porque demoraram tanto tempo para resolver o problema? Simples: ninguém se importou em questionar qual era o verdadeiro problema. Todos assumiram que a solução era navios maiores e mais rápidos, e não consideraram a redução do tempo de espera e de operação nos portos. O problema real só foi solucionado quando alguém fez as perguntas certas e examinou a situação sob diferentes perspectivas.
Você tem enfrentado dilemas que parecem impossíveis de serem resolvidos? Já tentou soluções que têm se revelado ineficazes? Se sim, talvez você não tenha feito as perguntas certas e tenha tentado resolver o problema errado. Talvez esteja faltando uma abordagem do problema sob novas perspectivas que revelem todas as sua nuances e resultem em ideias inovadoras.

Phoenix Checklist: como definir problemas e planejar soluções

No livro ThinkertoysMichael Michalko apresenta a Phoenix Checklist, uma engenhosa lista de perguntas usada para estimular o pensamento criativo na abordagem de problemas e desafios. Dado um determinado desafio, as perguntas do checklist podem ser usadas para penetrar no problema e ampliar seu entendimento. As perguntas forçam o solucionador de problemas a olhar o problema sob diferentes ângulos e a “pensar fora da caixa” (think outside the box).
checklist é dividido em duas seções: O Problema e O Plano. Use o checklist como uma base para montar sua lista pessoal de perguntas e siga os seguintes passos:
  1. Escreva seu desafio: isole o desafio ou problema que você deseja examinar e está empenhado em solucionar.
  2. Faça suas perguntas: use o chekclist para dissecar o desafio ou problema sob as diferentes maneiras que possa imaginar.
  3. Anote suas respostas: soluções, necessidades de informações, ideias para avaliação e análise, etc.
 PHOENIX CHECKLIST
O PROBLEMA
  • Por que é necessário resolver o problema?
  • Que benefícios terá pela solução do problema?
  • O que é desconhecido?
  • O que você ainda não compreende?
  • Que informação você tem?
  • O que não é o problema?
  • A informação é suficiente? Ou insuficiente? Ou redundante? Ou contraditória?
  • Você pode fazer um diagrama? Ou um desenho?
  • Quais são as fronteiras/limites do problema?
  • Você pode separar as várias partes do problema? Você pode descrevê-las? Quais são as relações entre as partes do problema?
  • Quais são as constantes (coisas que não podem ser mudadas) do problema?
  • Você já viu este problema antes?
  • Você já viu este problema de uma forma levemente diferente?
  • Você conhece um problema similar?
  • Pode pensar num problema familiar tendo incertezas iguais ou similares?
  • Suponha que você encontre um problema relacionado ao seu que já tenha sido solucionado. Você pode usá-lo? Pode usar o mesmo método de solução?
  • Você pode reformular a apresentação de seu problema? De quantas maneiras diferentes você pode apresentá-lo? Mais genérico? Mais específico? As regras podem ser mudadas?
  • Quais são as melhores, piores e mais prováveis conjecturas que você pode imaginar?
O PLANO
  • Você pode resolver todo o problema? Parte do problema?
  • Que solução gostaria de ter? Você pode desenhá-la?
  • Que parcela do desconhecido/incerto você pode determinar?
  • O que você pode deduzir da informação que tem?
  • Você usou toda a informação?
  • Você levou em consideração todos os conceitos e opiniões essenciais relacionadas ao problema?
  • Você pode separar os passos do processo de solução de problemas? Você pode determinar a correção de cada passo?
  • Que técnicas de criatividade você pode usar para gerar ideias? Quantas técnicas diferentes?
  • Você pode visualizar o resultado? Quantos tipos diferentes de resultados você pode visualizar?
  • De quantas maneiras diferentes você tentou solucionar o problema?
  • O que outros fizeram?
  • Você pode intuir a solução? Pode verificar o resultado?
  • O que deve ser feito? Quem deve fazê-lo? Como? Onde? Quando?
  • O que você precisa fazer agora?
  • Quem será responsável por isto?
  • Você pode usar este problema para resolver outro problema?
  • O que faz este problema único e diferente de qualquer outro?
  • Quais os melhores pontos de verificação para avaliar os progressos?
  • Como você poderá saber se foi bem sucedido?
A aplicação do checklist é como colocar o problema na palma de sua mão, manuseá-lo e examiná-lo sob diferentes ângulos. Você pode virá-lo de cabeça para baixo, olhar por cima, por baixo e pelos lados. Você pode se afastar e tentar ver o todo, ou se aproximar e examinar todos os detalhes importantes.
Texto sugerido por: Gilles de Paula

Fonte: http://criatividadeaplicada.com/2013/03/07/para-cada-problema-complexo-existe-uma-resposta-clara-simples-e-errada/

quarta-feira, fevereiro 15, 2012

Gerenciar é converter ideias em realidade

Autor: Flávio Moura

Nos últimos 10 anos foi possível observar uma grande revolução tecnológica no mercado, e claro, muitas dessas inovações tiveram influência direta no desempenho e no gerenciamento das organizações. Diante disso, as empresas tiveram que redirecionar e reorganizar seus esforços para sobreviverem a esse ritmo frenético de mudanças, retomando discussões sobre algumas das principais lacunas da administração estratégica.

Com o aumento considerável da competitividade, os gestores foram forçados a buscar novos modelos gerenciais, ou mesmo adaptá-los a essa nova realidade. Isso permitiu e continuará permitindo um avanço cada vez maior na busca por soluções para os problemas corporativos, que hoje são cada vez mais complexos.

Diante desse cenário, algumas empresas não conseguiram perceber os obstáculos que surgiram em seu caminho, muito menos souberam como lidar e superar essas adversidades, enquanto outras sentiram a necessidade de se prepararem melhor. Para algumas organizações a solução encontrada foi planejar melhor suas ações, pensando não somente no hoje, mas também no futuro, levando em consideração fatores internos e externos à organização.

Pela primeira vez, algumas organizações passaram a construir e efetivamente executar o seu planejamento estratégico, possibilitando um melhor direcionamento das ações organizacionais e uma alocação mais eficiente de seus recursos. Mesmo assim, muitas empresas sentiram e sentem dificuldades em fazer as coisas acontecerem, pois na busca por resultados rápidos se depararam com grandes distorções entre o planejado e o executado, reforçando o fato de que converter ideias em realidade é um grande desafio.

Para obter os resultados desejados é preciso compreender que as fases de planejamento e implementação não são independentes, pelo contrário, são complementares e, por este motivo, devem estar sempre alinhadas, eliminando a distância entre o agir e o pensar, respectivamente evidenciados nas fases de planejar e implementar a estratégia.

Em recente entrevista à HSM Management, Harold Kerzner, diretor do International Institute for Learning, conhecido como o “pai” da gestão de projetos, afirmou que é comum a implantação do planejamento estratégico ser fragmentada, onde várias áreas têm responsabilidades, sendo cada uma responsável por uma parte do plano. O problema é que como não há ninguém coordenando o processo como um todo, os gestores precisam encontrar um modo de extrair informações chaves de várias pessoas da companhia, depois integrar essas peças e assim achar as melhores respostas para suas perguntas.

Essa situação tem ocorrido em várias organizações, pois os gestores não conseguem juntar as peças de forma organizada e a tempo para a tomada de decisão. Não dá para gerir de forma parcial, é necessário uma visão global, onde as decisões operacionais sejam claramente influenciadas pelos objetivos estratégicos da empresa e respondam de forma positiva, promovendo assim um alinhamento entre estratégico, tático e operacional.

Se os resultados da sua empresa não estão sendo os esperados, avalie os desvios entre o planejado e o realizado, depois analise se o plano estratégico é realmente implementável.

Fonte: http://ogerente.com.br/rede/gestao-empresarial/gerenciar-planejamento-resultados

sexta-feira, dezembro 02, 2011

Os males do perfeccionismo

Autor: Wellington Moreira

O perfeccionista precisa compreender que, diante de suas expectativas, o ótimo geralmente será inimigo do bom.

Na ânsia por entregar o melhor trabalho possível muita gente acaba não realizando aquilo que deveria, mesmo quando seu potencial é reconhecido publicamente. Entre eles estão os perfeccionistas, pessoas que têm boa intenção, mas calculam mal a medida de suas virtudes quando precisam partir para a execução.

Profissionais constantemente insatisfeitos com o seu trabalho, mesmo quando nada mais precisaria ser acrescentado, e que revisam suas apresentações mil vezes, elaboram planilhas dispensáveis e passam o final de semana editando um e-mail na busca pelas palavras exatas. Pessoas que, devido à baixa auto-estima, investem um tempo exagerado na organização de suas tarefas, consumindo muito mais energia do que necessitariam para chegarem ao mesmo lugar.

É claro que o planejamento tem uma importância capital no mundo do trabalho, o problema reside no fato de que os perfeccionistas se satisfazem com o ato de planejar, sendo pouco orientados para o cumprimento das atribuições que estão sob sua responsabilidade. Por conseguinte, são percebidos como improdutivos e têm de suportar a aura de chatos, já que dificilmente estão satisfeitos com o trabalho dos outros.

Ainda é preciso ter em mente que o perfeccionismo está ligado a atitudes que pouco colaboram com aquilo que se espera de um bom profissional hoje em dia. Se a organização, zelo e uso de metodologia – características indiscutivelmente positivas – estão presentes, também é verdade que esta mesma pessoa necessita de muito tempo para realizar suas atividades, fica presa a detalhes desnecessários e apresenta dificuldades para atuar frente a mudanças.

Contudo, muitos acreditam que se trata de uma virtude menor. Durante entrevistas de emprego, por exemplo, quando questionados a respeito de seus pontos fracos, inúmeros candidatos ainda afirmam serem perfeccionistas (quando não o são), simplesmente pelo fato de que esta resposta parece amenizar o desconforto de terem de revelar suas verdadeiras mazelas.

Não é fácil perceber-se perfeccionista, por isto avalie seus comportamentos. Pessoas que apresentam estes traços são escravas do sucesso e dificilmente conseguem lidar com a frustração da derrota ou críticas a respeito do seu trabalho, afinal de contas elas acreditam que seu esforço deveria ser reconhecido pelos demais.

E o que fazer? Em primeiro lugar, é necessário definir prioridades muito claras e os alvos específicos que se pretende alcançar. O gasto de energia em coisas desnecessárias tende a diminuir rapidamente para quem sabe aonde quer chegar e consegue declarar isto com firmeza.

Dirigir energias para o processo é uma recomendação que a maioria das pessoas não se negaria a escutar, todavia o perfeccionista orienta todo o seu esforço para o “como fazer”, relegando o resultado pretendido a segundo plano. Diante disto, vale buscar inicialmente a eficácia (fazer as coisas certas) e só depois volver o olhar para a eficiência (fazer certo as coisas).

Além disto, é fundamental aceitar o fato de que não será possível acertar sempre e mesmo que as coisas não estejam “perfeitas” elas podem satisfazer as necessidades do cliente final. E é claro, aplicar o bom senso nas situações que pedem um olhar mais atento, pois a mediocridade é tão danosa quanto o perfeccionismo.

Na vida organizacional oferecer seu 100% nem sempre significa entregar o melhor, principalmente porque em muitas ocasiões, como o dito popular ensina, o ótimo é inimigo do bom.

Fonte: ogerente.com.br/rede/carreira/males-do-perfeccionismo

quarta-feira, setembro 28, 2011

Metas... Individualizadas!

Autor: Gustavo Rocha

Quando falamos em metas, principalmente no segundo semestre, lembramos logo do planejamento estratégico, objetivos a serem alcançados no próximo ano – e alguns ainda neste ano – começamos a organizar tudo e todos dentro do negócio para que aquilo que foi planejado seja executado.

Lindo não?

Seria mais lindo ainda se tudo se realizasse realmente. Ocorre que a realidade é diferente. A maioria, ou grande parte do planejamento não é executado.

Existem vários motivos do porque isto ocorre:

Falta de envolvimento das lideranças;
Falta de percepção do que realmente é necessário;
Execução prejudicada por excesso de planejamento e mudanças constantes;
Falta de direcionamento financeiro;
Quantidade excessiva de objetivos;


Por óbvio, todo projeto pode falhar por inúmeros motivos, dos mais complexos aos mais singelos. Nas palavras de Henry Ford: “Qualquer projeto está fadado ao insucesso, basta o número exato de reuniões para isto”.

Uma dica importante, quiçá fundamental no momento de fazer um planejamento estratégico ou mesmo um desenho de plano de metas: Faça metas realizáveis e quantitativamente possíveis.

Como assim?

Vamos supor que você quer fazer um planejamento estratégico do escritório. Faça algumas separações simples antes:

1. Separe por área de atuação;
2. Dentro de cada área, por produtos;
3. Dentro de cada produto, faça uma análise de SWOT (leia aqui);
4. Defina objetivos gerais para as suas metas, baseados na sua missão, valores e princípios;
5. Após isto, desenhe a ideia de um plano de ação específico, por área, por produtos, por metas;

Já é um bom início.

Agora, a dica simples, direta e objetiva: Trace poucas metas. Não coloque meta em tudo. Quem quer tudo, nada alcanca. Aquele que quer metas objetivas e claras, alcança estas e depois parte para as demais.

Faça metas individualizadas!

Metas com CPF… Metas que tenham objetivos diretos, precisos e principalmente atingíveis. Sonhar faz parte da vida e é maravilhoso, mas em termos de metas, seja plausível e realista. O sonho fica para os macro objetivos. Nos micro objetivos (metas inclusive) seja próximo da realidade.

Assim, seus sonhos (depois de sonhados, planejados, idealizados, colocados como objetivos e planos de ação) podem se tornar realidade!

Fonte: http://ogerente.com.br/rede/gestao-empresarial/metas-planejamento-estrategico

Pequenas empresas ou negócios pequenos?

Autor: Julio Cesar S. Santos

As pequenas empresas brasileiras sempre se constituíram num assunto de grande interesse econômico para nossa sociedade e, conseqüentemente, sempre foi amplamente debatido pelos estudiosos em empreendedorismo.

Porém, não há necessidade de informarmos aqui dados sobre o número de funcionários empregados nas pequenas empresas, sua participação no PIB nacional, a importância sobre a geração de riqueza para nosso país ou as vantagens que elas possuem sobre as grandes corporações.

Nós já estamos cansados de ouvir tudo isso; ou seja, esse assunto está saturado. Na verdade, nossa tentativa será a de buscar razões a fim de explicar por que muitas pequenas empresas não se tornam grandes negócios. Na opinião do Professor Alex Freire (FGV) existe três razões para isso:

A primeira razão tem a ver com a “Visão Estratégica”. Ou seja, quem disse que o Grupo Pão de Açúcar já nasceu grande? Foram inúmeras crises enfrentadas pela empresa, antes que ela se tornasse esse gigante atual como a venda da unidade em Portugal, a disputa pelo poder na família Diniz e o seqüestro de Abílio em 1989. Além disso, o grupo sobreviveu ao Plano Collor em 1990 e enfrentou uma difícil decisão ao profissionalizar a gestão da organização.

No início da construção do grupo, Abílio Diniz viajou muito para conhecer outras experiências supermercadistas, investiu bastante buscando novos conhecimentos e não ignorou a experiência daqueles que, naquela época, ainda não eram seus concorrentes. Enfim, ele já enxergava adiante. Outro exemplo de empresa que começou pequena foi a Apple, onde Steven Jobs afirmou certa vez que iria deixar “uma marca no universo”

Diante disso, percebe-se que falta um pouco de audácia àqueles que dirigem pequenos negócios e sobra astúcia a muitos que constroem empresas a partir do zero. Aspirações complexas não garantem grandes resultados, mas certamente a ausência de grandes aspirações assegurará resultados medíocres.

A segunda razão tem a ver com aquilo que o Professor Alex Freire denomina de “Síndrome do Mais ou Menos”. O empreendedor cria e mantém uma empresa para estar sempre na média; ou seja, ele olha para os lados, estuda a concorrência e segue o comboio. Dessa forma, tudo o que ele faz é exatamente igual ao que fazem os seus concorrentes – inclusive cometendo os mesmos erros.

Quando alguém sugere que ele busque a excelência, automaticamente ele se defende afirmando que as pessoas não sabem o que é dirigir uma pequena empresa. “Só faço aquilo que posso” – afirma o empresário. E o que ele pode é sempre igual à média da capacidade dos outros. Portanto, ele faz parte da “vala dos comuns” e conseqüentemente sua empresa sempre será pequena – diz o Professor Alex Freire.

A terceira e última razão tem relação com a suposta falta de recursos financeiros. Para começar, a falta de dinheiro é um problema de todos e não apenas do pequeno empresário. O problema é que ele atribui toda a culpa na falta de recursos por qualquer adversidade encontrada no seu dia-a-dia corporativo.

Conheci um desses empresários que “torrou” todo seu patrimônio a fim de salvar sua pequena empresa e, mesmo assim, nada adiantou porque o que lhe faltava não era dinheiro e sim GESTÃO. Quantos de nós conhecemos – ou já ouvimos falar – histórias semelhantes?

Uma empresa sempre será um negócio compatível com o tamanho da sua gestão. Acredito piamente que o problema dos empresários está na forma de como conduzem as empresas e, não necessariamente, do tamanho do seu saldo bancário. O caixa de uma empresa é conseqüência da gestão e não o contrário.

Lembre-se que não é o tamanho da empresa que dita se um empreendedor terá sucesso – ou não. Na verdade, são as aspirações do empresário, a constante busca pela excelência e a qualidade da gestão empresarial utilizada.

Fonte: http://ogerente.com.br/rede/gestao-empresarial/pequenas-empresas-negocios-pequenos

sexta-feira, setembro 23, 2011

Você está criando ou adiando o futuro?

Autor: Ivan Postigo

Quando você pensa no futuro, mentalmente cria imagens.

A casa dos sonhos sempre está lá, junto daquele carro tão desejado, acompanhados de uma poupança para educação dos filhos, com direito a viagens de férias, que podem nos levar para a linda Monte Verde, a deliciosa Campos do Jordão, as encantadoras Serras Gauchas, as paradisíacas praias nordestinas ou uma lua de mel em New York, London “or” Paris.

Você sabe que terá apenas uma vida. Ainda que acredite em reencarnação, esse passaporte e esse CPF pertencerão apenas a essa pessoa que está lendo este material agora.

Não sabemos se voltaremos e reencarnaremos como seres humanos ou como uma minhoca, como alguns acreditam.

Temos o direito e devemos sonhar.

Walt Disney dizia: “Tudo o que você é capaz de sonhar é capaz de realizar!”

É verdade, mas não sonhando, agindo.

Sonhos nos induzem a elaboração de planos que nos incentivam a ação.

Um plano precisa ser bem elaborado para que a ação tenha fundamentação.

Quando falamos em concretização de sonhos, em busca de sucesso, sempre mencionamos que é preciso trabalhar, e trabalhar muito.

Essa é uma meia verdade.

Ao ler isto, você vai me dizer: – Agora já não entendo mais nada! Você sempre diz que planos são importantes e a ação fundamental, pois o sucesso só aparece com muito trabalho. O que mudou?

Realmente disse e vou continuar insistindo nisso, mas é importante destacar um aspecto no conceito trabalhar muito.

Temos que trabalhar muito sim, mas da maneira certa!

Ao caminharmos firmes e fortes na direção errada só nos afastaremos dos nossos objetivos.

Tenho visto pessoas chegarem cedo nas empresas, mergulharem no trabalho, passarem 10, 12 , 16 horas fazendo e refazendo tarefas que não as levarão muito longe.

Acreditem, com todos os recursos que temos para processamento de informações ainda encontro pessoas contando os estoques todos os dias!

Quando questionadas dizem: É rápido!

Como rápido? Há sempre alguém aguardando a informação para agir.

Por experiência posso dizer: contam os estoques todos os dias, manuseiam as mesmas peças, e quando você audita o trabalho sabe o que percebe?

A contagem está errada. As quantidades não batem, trocaram os códigos, digitaram errado. Não contaram e assumiram o que estava na etiqueta, e assim por diante.

Ah, mas isso é só um detalhe!

Não, isso não é um detalhe, é uma cultura. De uma espiada com cuidado e perceberá que muitas outras coisas também seguem essa filosofia.

É a cultura do mais ou menos está bom. É feito rápido, é feito errado, é feito muitas vezes!

Pelo amor do Grande Deus, deixe para fazer as coisas mais ou menos nas férias.

Não desperdice 50% do seu dia na empresa, adiando o seu futuro e atrapalhando os planos dos outros.

É melhor passar um dia fazendo piadas embaixo de um guarda-sol, tomando água de coco, do que no meio de pessoas atarefadas e preocupadas.

Alegria e descontração no trabalho são aspectos importantes, mas sem perder o foco: a razão da sua participação naquele projeto.

Quando encantar seus colegas, a si próprio, com a excelência da sua atuação, sem que se de conta estará encantando os clientes.

Não adianta ser rápido e andar o dia inteiro quando você está na direção errada. A única coisa que vai conseguir é se afastar ainda mais do seu objetivo.

Minhas maiores realizações estão ligadas a grupos de pessoas determinadas, projetos exaustivamente debatidos e ações conduzidas com atenção e cuidados necessários.

Muitos profissionais me encontram e usam uma frase que considero a mais gratificante de todas: – Quando vamos trabalhar juntos novamente?

Eu só tenho uma resposta: – Vocês foram os mentores. Vocês foram os responsáveis por aquele sucesso!

Talvez um dia possa reunir alguns em um projeto, mas sei que é difícil. O tempo nos leva para caminhos diferentes.

Aqueles que assumiram posições gerenciais e diretivas em grandes organizações não estão mais disponíveis. Esses sim estão construindo o futuro.

Futuro, futuro!

Falamos muito do futuro, mas o que é o futuro?

Hoje estamos vivendo o futuro que ontem tentávamos imaginar como seria.

Você é quem decide se amanhã viverá na casa dos seus sonhos ou continuará sonhando com a casa em que viverá!

Minha contribuição, quando posso, é para que comemore a viva vida. Que esta não seja apenas uma passagem de esperança, mas de determinação, sem adiamentos de compromissos com as nossas verdades.

É gratificante encontrar os amigos, poder olhá-los nos olhos, e, num forte e verdadeiro abraço pelo que conseguimos com mútua ajuda, dizer: – Obrigado, tenho orgulho e prazer de trabalhar contigo!

Hoje é o futuro que sonhamos. Como será amanhã?

Sonhemos para imaginar, acordemos para realizar!

Fonte: http://ogerente.com.br/rede/empreendedorismo/trabalho-sucesso-objetivos

sexta-feira, julho 08, 2011

Esforço não significa eficiência

Autor: Ivan Postigo

Preocupado com o fato de que o trabalho das equipes não estão gerando os resultados necessários, o gestor principal as reuniu e pediu mais colaboração.

Todos, preocupados em garantir o emprego, esticaram o horário de trabalho, durante a semana e também aos sábados e domingos.

Passado um tempo, os resultados não estão agradando ninguém. Aos gestores porque continuam patinando, às equipes porque, apesar do esforço, as críticas e cobranças aumentaram. A pressão chegou a um ponto insuportável.

As contas das horas extras e gastos derivados cresceram consideravelmente. A equipe de custos tem demonstrado que as margens caíram substancialmente e levantou a bandeira que a empresa está “pagando para vender”.

A qualidade está prejudicada. Os inspetores de qualidade não dão conta das inspeções e nem os operadores. Alguns colaboradores temporários foram adicionados ao processo, mas sem treinamento, às vezes, mais atrapalham que ajudam. A aceleração das tarefas e as dificuldades de atenção provocaram brutal aumento do retrabalho e rejeição, levando ao sucateamento de muitas peças.

O trabalho precisa ser feito para atender os pedidos emitidos pela equipe comercial que está preocupada com o atraso nas entregas. Sem estas, também será prejudicada, pois nos meses seguintes perderão vendas e, certamente, espaço nos revendedores, que decidirão no futuro por fornecedores pontuais. Sem contar, claro, com a queda nas comissões, a fonte de seu sustento.

A pressão é tanta que o gestor da fábrica já avisou que se não o deixarem trabalhar “entregará o boné”. As interferências são muitas e as críticas também. O debate tem levado ao seguinte ponto: “Por que, com tantas horas extras pagas, máquinas estão paradas?”

Com a sobrecarga, os equipamentos estão apresentando defeitos e os mecânicos não estão dando conta.

A programação de produção, caótica, trocando as ordens a cada pedido, também tem provocado paradas constantes, uma vez que não há pessoal técnico suficiente para agilizar as mudanças.

O abastecimento das linhas de produção é deficiente, faltando matérias-primas e componentes. Para cortar um pouco os gastos, o pessoal do almoxarifado foi proibido de fazer horas extras. Os colaboradores procuram atender a programação que lhes é apresenta no máximo até as dezoito horas da sexta-feira.

O gestor da fábrica, de posse de uma chave, retira os materiais faltantes, mas como não faz qualquer anotação, os relatórios de estoque não são confiáveis. Isso acirra os conflitos com o pessoal da programação e os compradores.

Entre um conflito e outro, um debate e outro, mais tempo é perdido e mais reuniões são necessárias, não para busca de solução, mas para acalmar os ânimos.

Por um descuido, o gestor do RH deixou escapar que estão em busca de um novo gerente. Ninguém sabe se o objetivo é adicionar mais um profissional ao quadro ou haverá substituição.

Entre tantas paradas, esta é mais uma que tira o foco e desvia a atenção dos colaboradores.

Aos mais antigos, nada disso é novidade. A frase repetida, parece ter sido acordada há muito tempo: Sempre que o mercado aquece a correria acontece!

O caos dificilmente permite o alcance da eficácia – fazer certo – e da eficiência – fazer bem feito.

Fonte: http://ogerente.com.br/rede/recursos-humanos/resultados-da-equipe

quinta-feira, abril 14, 2011

Trabalhe Menos e Ganhe produtividade

Autor: Christian Barbosa

Você é do time dos que trabalham muito? Sua rotina mais parece uma tempestade de urgências e coisas para serem feitas? Já teve a impressão que seu ambiente de trabalho parece um quartel de bombeiros cheio de coisas imprevistas? Parabéns! Você não está sozinho! Você é mais um ser humano que trabalha demais e tem tempo de menos. (Caso não seja seu caso, compartilhe suas dicas conosco no blog).

Semana passada recebi um e-mail de uma mulher que pediu uma ajuda para melhorar a sua organização diária de atividades, quando fui ver a lista diária, tinham 18 tarefas anotadas para segunda-feira, aproximadamente 11 horas de trabalho para um único dia! Ela me disse que trabalhava em média 11 horas/dia e que mesmo assim não conseguia dar conta de tudo (repare que o maior problema não é a quantidade de tarefas, mas o total de horas de trabalho que elas geram).

O caso dela é muito comum, vejo cada vez mais pessoas lotando suas agendas com prioridades e ficando sem tempo para nada. Aliás, para muitas pessoas isso parece até muito bom, você já deve ter ouvido frases do tipo: “trabalhe duro e conquistará tudo que quiser”, “trabalhando mais terei mais chances na empresa”, “quanto mais eu trabalho mais dinheiro eu ganho”, “esse é o momento da minha carreira”, etc


ATÉ QUANDO VOCÊ VAI AGÜENTAR? Vai precisar de um INFARTO para descobrir? Garanto para você uma coisa: VOCÊ NÃO PRECISA TRABALHAR MAIS, PRECISA TRABALHAR MENOS, MAS DE FORMA MAIS “SÁBIA”. Usar seu tempo com sabedoria é mais importante do que trabalhar demais, na verdade ele te poupa tempo. Vamos começar com sua lista de tarefas, será que toda ela é realmente necessária? Nossa pesquisa comprovou que apenas 1/3 do tempo dos Brasileiros é focado em coisas realmente importantes. O restante acaba sendo gasto com coisas que deveriam ter sido negadas com um simples “não”, coisas totalmente circunstanciais que não trarão resultado e boa parte é simplesmente desperdiçada com reuniões urgentes ou interrupções de última hora.

Podemos afirmar que a Lei de Pareto, é mais que real em nossa lista de prioridades: 20% das nossas atividades geram 80% do resultado importante de fato. O resto é simplesmente o resto! Não vai fazer grande falta se não for feito, então para que elas estão lá??? (esse é o momento de encaminhar este artigo aos seus líderes e colegas de trabalho).

Olhe para suas prioridades, respire fundo, seja coerente com você e corte as coisas totalmente sem importância, aquelas que não vão fazer falta alguma. Agora olhe de novo e foque naquelas que teve medo de cortar porque foi seu chefe que delegou, elas realmente vão gerar resultado? Seu chefe sabe disso? Que tal uma conversa para tentar evitar essas tarefas (comprovando a falta de resultado e a alternativa)?

Outro fator para trabalhar menos e melhor é limitar seu tempo de trabalho. Quando você acha que tem todo tempo do mundo e sempre poderá fazer hora extra, acaba desperdiçando tempo à toa e não foca. Se sua empresa tivesse uma política de a partir de tal horário apagar as luzes do escritório, com certeza seu dia renderia muito mais (e várias empresas que adotaram essa política melhoraram seus resultados de produtividade). Você já reparou como um homem fanático por futebol é mais produtivo na quarta-feira para não atrasar e ver o jogo??? Experimente limitar seu horário, agende algum compromisso realmente relevante e veja seu dia render!! Se você for um viciado em trabalho pense naquele ditado popular mas, pela óptica da administração do tempo: quem trabalha demais no urgente e no circunstancial, não tem tempo para fazer o importante como viver e ganhar dinheiro! Pense nisso e se quiser trabalhar muito, trabalhe, mas que seja com 80% de atividades gerando 100% de resultado!

Esse é um assunto longo, dei as idéias principais, vamos voltar a falar dele em breve! Por hora: TRABALHE DE FORMA MAIS INTELIGENTE e SALVE SUA VIDA!

li uma pesquisa nesta semana do governo de Barcelona que comprovou que jornadas de trabalho com mais de 40 horas semanais causam dados físicos e emocionais à saúde, principalmente para mulheres. De acordo com os cientistas os maiores problemas para os homens são distúrbios no sono e para mulheres ansiedade e hipertensão.

Trabalhar mais não é a solução para ser mais produtivo, são coisas distintas. Você pode estar trabalhando mais porque tem um volume maior de coisas para serem feitas ou porque está priorizando mal seu trabalho ou porque simplesmente perde muito tempo com interrupções e reuniões desnecessárias. Vamos ver algumas saídas para trabalhar menos:

Adicione Equipe sem aumentar seu custo

Tenho cada vez mais recomendado a contratação de secretárias, assistentes ou até mesmo estagiários para equipes de trabalho. Todo mundo reclama que tem coisas demais para serem feitas, que o volume de trabalho é gigante, mas boa parte desse trabalho são tarefas rotineiras, simples, sem grande relevância e que poderiam ser executadas por um assistente.


Imagine que você precisa fazer um relatório sobre investimento de mídia na Internet para seu chefe. Este trabalho irá exigir uma série de pesquisas, ligações e troca de e-mails com os portais. Neste caso, boa parte do trabalho é braçal e outra parte intelectual. Se você tem um assistente na equipe que possa executar o trabalho braçal, economizará tempo e dinheiro para focar em outras coisas realmente importantes. A conta é muito simples, se você tem um custo de R$ 30/hr e supondo que gastará 10 horas para fazer essa tarefa, um assistente pode sair por menos da metade do custo hora e liberar 10 horas para você de tempo e dinheiro!

Esse tipo de recurso pode ser compartilhado entre áreas, ou até ter uma cota de horas para cada membro da equipe.

Corte o Circunstancial e as falsas urgências

Analise criticamente sua lista de prioridades e veja que atividades não irão trazer nenhum resultado, essas são o que chamo de atividades circunstanciais. Que mal fará cortá-las? Converse com seu chefe ou sua equipe sobre esse tipo de atividade e tente excluí-las das prioridades, pois com o tempo elas vão se tornar menos freqüentes.

Outro problema são as falsas urgências, aquelas que surgem na sua mesa gritando: “você pode ver isso aqui rapidinho?” ou no seu e-mail como: “Urgente – Abra logo!” e em boa parte são falsas urgências ou coisas totalmente desnecessárias. É preciso uma política pessoal de corte dessas interrupções. Uma primeira providência é cuidar do seu e-mail. Se você criar 3-4 horários/dia para cuidar de suas mensagens e pedir para que e-mails urgentes sejam trocados por ligações, já ajudará bastante. Ser mais assertivo e aprender a dizer não também ajudarão muito.

Foco, foco e mais foco!

Se você parar para analisar seu dia vai reparar que boa parte dele é perdido com pequenas distrações. Por exemplo: quando você está preparando uma planilha complexa parece que coçam os dedos para abrir seu e-mail, ver um site, olhar o MSN, tomar um café, etc. Essas coisinhas fazem com que sua tarefa de 30 minutos termine em 1 hora e por isso não dá tempo de fazer nada. Quando tiver algo para fazer, não deixe a duração ser muito grande e desligue qualquer tipo de interrupção quando for executar a tarefa.

Posso garantir que é possível ganhar até 2hs/dia se você seguir as recomendações dos artigos. É uma questão de escolha: Em que lugar quero focar meu tempo e se quero uma vida na Importância ou no Estresse! Trabalhar e viver com sabedoria é a nova moeda para fazer seu equilíbrio e talento renderem mais!

Viva seu tempo com sabedoria,
Christian Barbosa

Fonte: http://www.christianbarbosa.com.br/beta/bn_conteudo_artigos.asp?cod=263&opr=113
http://www.christianbarbosa.com.br/beta/bn_conteudo_artigos.asp?cod=265&opr=113

quarta-feira, setembro 15, 2010

Estresse: Assassino Silencioso

Autor: Evaldo Costa

Você se considera uma pessoa estressada? O que tem feito para aliviar a pressão do cotidiano? Vivemos em uma época de grande tensão. Quase tudo é motivo de muita preocupação. A palavra estresse foi tomada emprestada da física ao se referir a desgaste ou tensão. O termo “estresse” pode ser definido como “o desgaste físico e mental causado por estímulos externos”.

O estresse ocorre quando estamos diante de algo que possa nos causar um dano. Não devemos desprezar a possibilidade de acostumarmos com ele. Mas, fique atento, pois acostumar não significa evitar o estresse. Imagine, por exemplo, uma pessoa que vai morar em uma casa de campo e se depara com uma cobra na sala. Com o tempo a reação desta pessoa ao ver a cobra tende a diminuir, embora ainda continue tomando os cuidado necessários.

Vai chegar o dia em que, mesmo não vendo a cobra, ela ficará estressada diante da simples possibilidade de encontrá-la. Provavelmente, a pessoa terá grande ansiedade ao imaginar onde poderia estar hoje a tal cobra. Daí, o melhor caminho para aliviar o estresse é retirar a “cobra” da casa e tomar os cuidados para garantir que ela não retorne.

Neste sentido, quase sempre ao se aproximar a noite de domingo vem junto as preocupações com os problemas de segunda-feira (cobra na sala), que começam a aflorar em nossa mente, nos deixando estressados apenas com a possibilidade deles se materializarem no dia seguinte. O fato é que, psicologicamente, é como se eles já houvessem ocorridos, pois se não fizermos nada para aliviar a nossa ansiedade é bem provável que teremos uma noite mal dormida, o que poderá minar as nossas resistências para o trabalho.

Daí, você pode se perguntar: por que não deixar a segunda-feira chegar para tratar dos problemas? Por que temos que antecipar o sofrimento de algo que não aconteceu e poderá não ocorrer? Tenho mesmo que me estressar tanto diante desses pensamentos?

Não seria a hora de darmos um basta em tudo isso, deixando de ouvir notícias ruins, de pensar no pior e criar espaço para o nosso bem-estar? Pense que você deve isso para si mesmo, que você pode ficar algum tempo quieto, relaxando. Sinta-se livre para sentir-se bem e compartillhar essa sensação de bem estar com seus entes queridos.

No entanto, se ainda assim você não conseguir livrar-se do estresse, pelo menos mude a forma de encará-lo, pois só assim você evitará que ele se torne um assassino silencioso, esgotando as suas energias, saúde, encanto, paz e felicidade. De duas uma, ou você aprende a combatê-lo ou ele se apossará de sua mente transformando-o em seu escravo.

Pense nisso e ótima semana

Fonte: http://ogerente.com.br/rede/recursos-humanos/como-aliviar-estresse/

segunda-feira, março 08, 2010

Dicas simples para reuniões mais produtivas

As reuniões são os eventos que nos tomam muito tempo no dia-a-dia, muitas as vezes pela falta de planejamento ou ausência de um objetivo claro a ser alcançado. Com isso muitas pessoas as vezes são convocadas sem necessidade e os temas se estendem muito e qual o resultado? As vezes muito tempo para pouco resultado! Segue abaixo um texto do site efetividade.net sobre o como tornar as reuniões mais produtivas. Boa leitura!

Autor: Augusto Campos

Reuniões são inevitáveis, seja no ambiente corporativo, acadêmico ou mesmo no doméstico. O grupo de estudos precisa definir como realizará o projeto de pesquisas, o departamento de pesquisa vai definir como aplicar seu orçamento para os próximos 6 meses, e o condomínio quer saber se é mais prioritário impermeabilizar o teto das garagens ou instalar câmeras nos acessos do prédio. Qual a solução tradicional? Reunir os interessados, ouvir a todos e tomar decisões sobre o que fazer.


Mas uma reunião mal planejada ou conduzida perde muito de sua eficácia. Os passos para garantir uma reunião que produz resultados são simples e óbvios, mas muitas vezes acabam ficando de lado. Veja abaixo as dicas do efetividade.net para realizar boas reuniões, e tente colocá-las em prática – ou influenciar outras pessoas para que o façam. Os demais participantes agradecem!
E se você tem dicas adicionais, compartilhe-as conosco nos comentários!
  • Tenha um tema bem definido. Registre-o, juntamente com os tópicos, em uma pauta – mesmo que simples e resumida. Divulgue-a com antecedência aos que deverão estar presentes e aos demais interessados.
  • Marque com antecedência. Ao divulgar, informe todos os participantes sobre o tema e pauta da reunião, e sobre quem mais estará presente, para que possam chegar preparados com dados e idéias. A antecedência necessária depende do tema e contexto: às vezes, 30 minutos de antecedência podem ser suficientes, e em outras vezes 48h pode ser pouco. Mas reuniões marcadas com 5 minutos de antecedência não produzirão decisões tão eficientes quanto as marcadas com tempo suficiente para os participantes reunirem e atualizarem informações.
  • Defina horário e duração. E não exceda a duração definida, a não ser que seja de comum acordo.
  • Lide com participantes temporários. Se você tem uma pauta bem definida, pode dispensar os participantes que foram chamados apenas para um ponto específico dela, assim que este ponto for tratado. Deixe isto claro desde o princípio.
  • Não chame “todo mundo”. Pessoas que você gostaria que participassem da reunião apenas para que estejam informados, ou para o caso de terem alguma opinião, em geral podem fazê-lo apropriadamente a partir da leitura da pauta e da ata. Uma reunião só com as pessoas envolvidas diretamente tem mais chances de ser produtiva – mas envolva não apenas os tomadores de decisão: chame também as pessoas que são capazes de resolver os problemas.
Veja abaixo mais dicas, e um guia sobre como escrever boas pautas, atas e minutas de reunião.

  • Defina um secretário. Um dos participantes da reunião deve ficar encarregado de acompanhar os pontos da pauta, para certificar-se de que serão todos discutidos, tomar notas sobre as decisões relacionadas e gerar uma ata sumarizando-as – imediatamente após a reunião. Antes de encerrar a reunião, o secretário deve ter 5 minutos para ler suas anotações sobre as decisões tomadas, para certificar-se de que estão todos de acordo. O ideal é haver um mecanismo definido sobre a forma de divulgar esta ata: todos precisam assinar, ou apenas a autoridade responsável pela reunião? É um documento público ou não? Quanto mais firme for esta política, mais automática será a difusão das informações da reunião. Como um bônus adicional, o secretário pode ficar encarregado de fazer a pauta avançar ao perceber que está sendo dedicado muito tempo a algum problema secundário.
  • Tenha uma política clara quanto a atender telefonemas durante a reunião. Nem sempre é possível evitar todas as chamadas, mas procure definir uma etiqueta própria, em que as chamadas atendidas sejam sempre abreviadas. Não deixe o celular levar vantagem: privilegie as pessoas que abriram mão de suas demais atividades para estar fisicamente reunidas com você.
  • “Pule” as discussões operacionais. Assim que for decidido “o que” fazer, a tendência é que as pessoas ou áreas diretamente envolvidas queiram discutir imediatamente “como” fazer – mas isto tende a não afetar imediatamente a todos os presentes. Faça com que marquem imediatamente uma reunião entre eles diretamente, e prossiga com sua pauta original.
  • Não permita que o debate seja monopolizado ou polarizado. Garanta o livre fluxo de manifestações e opiniões: se necessário, interfira para garantir voz e vez a todos.
  • Gere decisões efetivas. A reunião não deve definir apenas “o que” fazer, mas também qual o próximo passo, e quem entre os presentes será o responsável por ele.
  • Permita a discussão de itens que não estavam na pauta original. Mas apenas no final da reunião, após encerrar todos os temas originalmente agendados.
A pauta não precisa ser um documento formal, mas para ser útil deve conter no mínimo os seguintes itens:
  • Tema da reunião
  • Motivo da sua realização
  • Data, horário, duração prevista e local
  • Quem a conduzirá (se for o caso) e quem estará presente
  • tópicos agendados
Da mesma forma, uma boa ata ou minuta simplificada deve registrar de forma clara e direta as decisões da reunião. Ela deve incluir:
  • Tema da reunião
  • Motivo da sua realização
  • Data, horário, duração e local em que se realizou
  • Quem a conduziu (se for o caso) e quem esteve presente
  • Tópicos discutidos e decisões tomadas
  • Para cada decisão registrada, idealmente deve constar qual será a próxima ação e quem entre os presentes é o responsável
Não esqueça: se você tem dicas adicionais, compartilhe-as conosco nos comentários!

Fonte: www.efetividade.net

Dicas para começar e terminar reuniões na hora marcada

As reuniões são os eventos que nos tomam muito tempo no dia-a-dia, muitas as vezes pela falta de planejamento ou ausência de um objetivo claro a ser alcançado. Com isso muitas pessoas as vezes são convocadas sem necessidade e os temas se estendem muito e qual o resultado? As vezes muito tempo para pouco resultado! Segue abaixo um texto do site efetividade.net sobre o planejamento de reuniões. Boa leitura!

Autor: Augusto Campos

Manter os horários marcados nem sempre é possível, mas você pode e deve transformar isto em uma meta da sua equipe com estas 10 técnicas simples.
Quando uma reunião atrasa para começar, as pessoas que chegaram na hora estão perdendo seu tempo. E se ela se prolonga além do horário marcado, todos os presentes ficam prejudicados em seus outros compromissos.




As dicas a seguir podem ajudar você a aumentar a produtividade da sua equipe, no que diz respeito a reuniões internas. Aplique as que puder, e comente sobre as que não são possíveis na sua organização, ou sobre alguma dica adicional que você tenha empregado com sucesso.
  1. Só realize reuniões relevantes: nada de “cumprir tabela”, nem de chamar a equipe inteira para um assunto que poderia ser resolvido em um grupo de 3 pessoas, com as decisões comunicadas posteriormente. Se o assunto for relevante, as pessoas se sentirão motivadas a estar presentes na hora certa e pelo tempo necessário.
  2. Sempre agende a reunião com antecedência, marcando horário de início e término: para quem já tem este hábito, parece óbvio. Mas quem nunca foi chamado para uma reunião em cima da hora, ou não teve de sair de uma reunião porque foi chamado em outra reunião que não foi agendada previamente? Urgências são urgências, mas deixar de planejar e acertar as datas e horários é um desrespeito pelo tempo alheio e pela produtividade do grupo.
  3. Peça ao secretário do grupo para controlar o relógio e anunciar os horários-chave: Scott Berkun, autor do livro The Art of Project Management, sugere que devem ser anunciados 3 momentos-chave para os participantes da reunião: quando ela completa seus primeiros 20 (ou 15) minutos, para que as pessoas percebam que já chega de introduções e preliminares; quando falta 15 minutos para o horário previsto para seu término, para que as discussões finais (ou de fechamento) se iniciem; e quando faltam 5 minutos para o término, para que se inicie a revisão do que foi decidido, próximos passos e quem é o responsável por o que. Se tiver como, combine com o secretário para tentar fazer a reunião terminar formalmente 5 minutos antes do previsto.
  4. Procure não chamar “figurões” para reuniões operacionais: Se você convidar o vice-presidente ou o representante regional, a reunião passa a ser um Evento, sua data e horário estarão sujeitos a alterações devido à conveniência do convidado VIP, e a reunião só começará quando ele chegar e fizer a sua abertura. Não misture as coisas, reuniões da equipe devem ser diretas, simples e sem a presença da realeza.
  5. Faça sua parte como o responsável pela reunião:
    • Prepare a pauta/temário e divulgue-a já no momento em que fizer o agendamento.
    • Coloque a pauta em um flip chart ou quadro na sala de reuniões, e vá marcando os pontos discutidos e a conclusão sobre eles (o que será feito, por quem e quando).
    • Use sua autoridade para impedir que algum dos participantes monopolize o tempo ou desvie a atenção de alguns dos participantes formando um subgrupo.
    • Use sua autoridade para fazer com que questões secundárias ou externas à pauta sejam resolvidas fora da reunião. Ofereça-se para agendar nova reunião sobre estes temas, se for o caso.
    • Faça com que a sala de reuniões esteja disponível e pronta no horário agendado.
    • Chegue no horário certo, e respeite o horário de término!


Fonte: http://www.efetividade.net

terça-feira, fevereiro 09, 2010

A Sabedoria de Equilibrar Trabalho e Lazer

Autor: Evaldo Costa

Você está completamente safisfeito com a forma com que você equilibra trabalho e lazer? Gostaria de ter mais tempo para a família, mas não sabe como conseguí-lo? Pensa que pode melhorar a sua qualidade de vida e o desempenho no trabalho se souber balancear os dois fatores?

Saiba que a cada dia, mais pessoas estão buscando qualidade de vida e menos carga horária de trabalho, ainda que isso implique em perdas financeiras. Parece haver três linhas predominantes de pensamento sobre como viver a vida. Uma delas defende trabalho duro por muitos anos, acúmulo de recursos financeiros visando um futuro próspero.

Uma outra linha prioriza curtir o máximo que a vida possa proporcionar e depois viver dos recursos da aposentadoria, ainda que esse não seja lá grandes coisas. Uma terceira tenta equilibrar trabalho e lazer durante toda a vida. Naturalmente, nenhuma delas garante que você tomou o melhor caminho. Mas, não optar e deixar a vida nos levar – o que acaba sendo uma outra opção - pode não ser uma decisão prudente.

Dependendo da situação que você se encontra, poderá mudar o rumo. Atualmente, é crescente o grupo de pessoas conhecido como workaholic que tenta reduzir a carga de trabalho para melhorar a qualidade de vida. O problema é que muitos não se dão conta que trabalham acima do limite. Você é do tipo workaholic? Tente responder as questões a seguir e descubra se você está trabalhando mais do que deveria:

Você começa a trabalhar bem cedo e termina tarde todos os dias?

Você está trabalhando mais, em relação ao ano anterior?

Você tem tirado, na média, menos de vinte dias de férias nos últimos três anos?

Tem o hábito de fracionar as suas férias ou adiá-las?

Você pensa no trabalho quando não está trabalhando?

Domingo à noite você prepara a roupa que vai usar na segunda-feira?

Sempre que tem oportunidade de frequentar eventos sociais, costuma falar sobre trabalho?

Você se sente desconfortável quando não está trabalhando?

Costuma se sentir cansado após uma noite de sono?

Caso você tenha respondido sim para quatro ou mais questões você é ou está prestes a se tornar um workholic. Para os especialistas, é o momento de rever a vida em busca de melhorar o equilíbrio entre trabalho e recreação.

Agora que você já se conhece um pouco mais, é só agir em busca de mais qualidade de vida. Segundo dizia S. Brown, "Ninguém tem a felicidade garantida. A vida simplesmente dá, a cada pessoa, tempo e espaço. Depende de você enchê-los de alegria”.

Fonte: www.ogerente.com.br

terça-feira, setembro 29, 2009

Clientes e Gestão de Projetos

Seja cliente interno ou externo, eu só conheci 1 que realmente entendia a importância de uma boa gestão de projetos. Dele eu ouvi uma frase que sempre me acompanha: “Vai devagar por que eu estou com muita pressa!” e nas entrelinhas leia-se. “Planeje tudo, pois temos que acertar na primeira!”.

O normal é termos clientes desesperados por prazos curtos, negligenciando etapas do processo de gestão ou de metodologias de desenvolvimento para extrair a ferro e fogo um compromisso com uma data. Quando esta chega, ele cobra, escala e esperneia, mas somente duas coisas de fato acontecem, ou a entrega atrasa ou a qualidade não é o que se esperava.

Já vi muitos projetos espremidos que brotaram de discussões nervosas sobre prazo e que depois atrasaram 50, 100 e até 200%. No fim das contas, todos pagam pelo atropelo inicial, alguns com dinheiro e outros com o próprio emprego, isso sem falar nos desgastes entre as equipes e com o cliente, o que é sempre ruim.

Frases como “OK, agora que você já sabe tudo a respeito do projeto, me manda a proposta com prazo e custo ainda hoje?” ou “Não! Isso é simples demais, não precisa fazer toooda aquela documentação!” são comuns nas primeiras reuniões, mas rapidamente esquecidas quando alguma coisa sai errado.

Como ainda cliente é cliente e as empresas de serviços sobrevivem de vendas, não dá para bater o pé e insistir em fazer a coisa direito sempre.

Sendo assim, é preciso ter muito claro quais as etapas cortar (as de menor risco) e quais as não cortar de maneira nenhuma (aquelas que caso haja problema, inviabilizaria o negócio ou traria prejuízo substancial a pelo menos uma das partes) e com isso redigir um documento de entendimento. Neste documento é preciso levantar todos os riscos e ressalvas do que uma aceleração no processo implica. Ele é fundamental e não pode ficar só na área técnica, precisa ser entregue ao sponsor do projeto garantindo que ele recebeu assim como os responsáveis comerciais. É claro que isso não vai diminuir os riscos, mas pode salvar o emprego de muita gente! Sucesso!

Fonte: www.ogerente.com.br
Autor: Marco Antonio da Silva e Silva

O Coração das Metas

As vezes me deparo com um dilema: será que minha carreira está rendendo tudo o que eu gostaria ou acho que deveria render?

Confesso que isso me consome alguma energia e, de repente, as coisas começam a fluir. Positivamente, é claro!

Precisei sair de cena por uns dias, a trabalho, e aproveitei para esticar minhas reflexões...Reflito e escrevo-lhes de Manaus, onde ontem realizei palestra maravilhosa no Hotel Tropical, para mais de mil pessoas! Aliás, abraços a todos do Centro Universitário CIESA e especial ao meu grande amigo Adenias Gonçalves, Presidente da rede Tropical Hotéis & Resorts!

Voltando às reflexões, percebi que as coisas fluem positivamente para mim por alguns aspectos relevantes:

* após a "energia consumida", concentro-me no meu trabalho, sem cultivar anseios e medos, e tudo passa a andar melhor! Isso me remete à teoria de que sucesso é 90% transpiração e 10% inspiração...
* acredite ou não na lei da atração, sou prova de que o universo conspira a nosso favor mesmo. Quando cultivo a relevância de minha missão, celebro a importância do que faço, colho resultados surpreendentes! Tente isso também em sua atividade!
* tenho meus passos escritos e minhas metas claras, bem definidas e, acima de tudo, atingíveis! Sim, as metas não podem representar sofrimento, impaciência, desespero de atingimento e angustia...

Metas devem ser desafiadoras, intrigantes, inspiradoras, relevantes, dignas de despertarem em um cidadão ou grupo de pessoas a determinação em buscá-las com gana de vencedor!

Metas podem trazer dor sim, mas dentro do tolerável, da curtição, do prazer (“a dor no fundo esconde uma pontinha de prazer”, já dizia Cazuza). Podem flertar com o limite do impossível, sem jamais avançar sobre tal terreno. Se esse terreno (da impossibilidade) for visitado, cultivado e alimentado, esqueça-se de tudo e comece do zero...É hora de rever a relevância da mesma!

Você esteve em uma de minhas palestras? Então sabe que, para atingirmos nossas metas devemos nos lembrar sempre DO DILL (em forma de acróstico):

* Detalhada ao extremo (é o minucioso detalhamento da meta)
* Orçada (é o valor mensurável)
* Dá pra chegar? (refere-se ao planejamento para obtenção do item anterior)
* Importante (é o grau de relevância)
* Lá no dia __/__/__ (é a data exata para obtenção da meta)
* Lá no dia __/__/__ (é sua segunda chance de data para obtenção da meta)

Notou algo parecido com o SMART adotado pelo SEBRAE? Não é parecido não: é o próprio SMART!! Visto sob meu ângulo...muito mais divertido e inesquecível (para quem já esteve em minhas palestras...).

Adote o DO DILL e conte-me depois como as coisas fluíram! Desejo-lhe excelentes resultados e maravilhosa curtição! Levante seu helicóptero do chão e voe até onde você desejar...SEMPRE com plano de vôo, é claro...

Fonte: www.ogerente.com.br
Autor: Dill Casella

sexta-feira, setembro 18, 2009

Planejar e Agir

Entendo que tudo na vida deva ser planejado, mas sei que coisas também acontecem sem planejamento pois são dinâmicas. No entanto, vejo empresas, profissionais, empresários, donos de empresas deixando a vida levar e muito da mortalidade empresarial se deve a falta de planejamento antes, durante e ... Claro que é mais fácil deixar acontecer, mais fácil de errar, de quebrar, de sofrer.

Planejamento pode ter falhas, mas é o caminho mais seguro para conquistar o sucesso no mundo corporativo. Porém é importante que o planejamento seja objetivo e factível, sem sonhos absurdos ou fora da realidade, traçando metas inatingíveis desmotivando os profissionais, pois o que vai fazer a diferença após o planejamento é a AÇÃO. Vejo grandes planejamentos nas gavetas sem a atitude para realizar. Você deve estar pensando que isso é chover no molhado, mas acontece, que nas minhas andanças o que mais vejo é justamente as pessoas não olharem para o simples, o que já foi debatido e feito, o que é certo ou errado. Assim, discuta o óbvio!

Gosto de lembrar: o início de um planejamento pode ser feito questionando sua equipe sobre o que devemos deixar de fazer e o que devemos começar a fazer para atingir determinado objetivo dentro de certo tempo, porém a diferença do resultado, em ambos os casos, será a ação.

Pergunte, responda e FAÇA! Fazer = AGIR = resultados. AÇÃO palavra mágica! Resumindo, devemos fazer planejamento focado em ações rápidas e pontuais.

Qual planejamento que sua empresa fez e não deu certo? Onde estava o erro?

Fonte: www.ogerente.com.br
Autor: Mello Jr.

sexta-feira, setembro 04, 2009

Encontrar erros e defeitos o mais cedo possível no projeto

Um executivo da Hewlett-Packard percebeu que, “Se um resistor que custa dois centavos, apresentar algum defeito e esse defeito for descoberto antes do resistor ser usado e o mesmo for descartado, o valor perdido será de dois centavos. Se o defeito não for descoberto até que ele seja transformado em um componente do computador, o custo para reparar a parte poderá ser quinhentas vezes mais, ou seja, R$ 10,00. Se o defeito do componente não for descoberto até que ele esteja no computador e seja entregue para o cliente…as despesas poderão exceder dramaticamente o custo da manufatura.”

Uma das finalidades do gerenciamento da qualidade é para encontrar erros e defeitos o mais cedo possível no projeto. Conseqüentemente, um bom processo de gerenciamento da qualidade necessita de investimento adicional no início do projeto, entretanto haverá uma grande recompensa ao longo do projeto. Por exemplo, é muito mais fácil perceber os problemas associados aos requisitos do negócio durante a fase de análise que ter que refazer o trabalho para reparar os problemas durante os testes. É também muito mais econômico encontrar um problema associado a um componente de computador em sua fabricação, que ter que substituí-lo depois que o computador já estiver nas mãos do cliente. Ou seja, durante as fases de criação das entregas, a equipe do projeto deve tentar manter um nível elevado da qualidade e um índice baixo de defeitos, ao invés de ter que reparar problemas durante a fase de testes (ou pior ainda, esperar que o cliente encontre o problema depois do projeto finalizado).

A melhor abordagem é executar os processos de controle da qualidade e de garantia da qualidade durante o projeto. Primeiro, você deverá tentar prever a maior quantidade de erros que for possível. Entretanto, também é importante descobrir com rapidez todos os erros que forem introduzidos, desta maneira você poderá corrigir os erros com menos esforço e também minimizar o impacto dos mesmos no projeto.

Controle da Qualidade e Garantia da Qualidade

Antes que o processo da qualidade possa ser definido, é dado uma breve apresentação com o objetivo de fornecer as definições gerais do controle e da garantia da qualidade para serem aplicadas no projeto.

Controle da Qualidade: Refere-se as atividades associadas com a criação das entregas do projeto. É utilizado para verificar se as entregas são de qualidade aceitável e se as mesmas cumprem com os critérios de precisão e conclusão que foram estabelecidos durante o processo de planejamento da qualidade. O Controle da Qualidade é conduzido continuamente ao longo do projeto e é de responsabilidade dos membros da equipe e do gerente do projeto.

Garantia da Qualidade: Não se refere diretamente as entregas em si, mas aos processos utilizados para criar as entregas. Em geral, as atividades da garantia da qualidade têm o foco nos processos que são utilizados para gerenciar e entregar as entregas. As atividades da garantia da qualidade podem ser executadas por um gerente, um cliente ou por um consultor externo. Por exemplo, um auditor independente poderá não ser capaz de dizer se o conteúdo de uma entrega específica é aceitável ou não. Porém, o auditor pode ser capaz de dizer se a entrega parece ser aceitável, baseado no processo que foi utilizado para criá-la. Os auditores podem determinar, por exemplo, se as revisões foram feitas, se os testes foram adequados, se o trabalho foi aprovado pelo cliente e etc.

A garantia da qualidade é executada em um nível mais alto do que o controle da qualidade. Por exemplo, você poderá inspecionar 100% do produto que você está manufaturando. Essa inspeção física é um exemplo do controle da qualidade. Durante suas inspeções você descobre que 3% de seus produtos são defeituosos e necessitam ser destruídos. Você considera este percentual de defeitos aceitável e continua desta maneira.

Entretanto, se você usar técnicas de garantia da qualidade, você determinará o que está causando essa percentagem de defeitos. Uma vez que você descobrir a causa para os erros, você mudará o seu processo de manufatura para reduzir ou eliminar os erros. Esse tipo de trabalho sobre seus processos faz parte do processo de garantia da qualidade. As mudanças feitas nos processos (garantia da qualidade) resultam em menor número de defeitos descobertos durante o processo de inspeção (controle da qualidade).


Fonte: http://blog.tenstep.com.br/2009/08/31/encontrar-erros-e-defeitos-o-mais-cedo-possivel-no-projeto/
Autor: John Grass, PMP

quarta-feira, julho 29, 2009

Administre Seu Tempo de Forma Produtiva

Hoje o tempo é o bem mais precioso do ser humano. Muitos profissionais sejam eles de cargo de gerência ou não, têm dificuldade em lidar com as responsabilidades que lhe são atribuídas e com sobreposição de tarefas. Muitos acabam fazendo malabarismo na tentativa de conseguir realizar várias tarefas simultaneamente. Eles dão inicio a muitos projetos, mas raramente chegam a completá-los, o que faz com que acabem transferindo para outro dia ou deixando para depois o que pode ser feito hoje.

Não há mistério em gerenciar o tempo. Basta ter disciplina, concentração e comprometimento. No fundo, combater a mania de adiar as tarefas requer uma boa dose de força de vontade. Comece identificando os hábitos de Trabalho menos produtivos e acabe com eles. Depois abandone os métodos inadequados que você usa para planejar e executar suas tarefas e encontre soluções que permitam fazer mais coisas em menos tempo.

Investigue por que você perde o interesse em concluir os projetos que inicia. Normalmente a questão resume-se à de prioridade. É importante combater a ansiedade de fazer tudo ao mesmo tempo, realizando o melhor possível da tarefa. Ficar escrevendo e reescrevendo infinitamente uma lista de tarefas não é nada produtivo, mas enumerar as prioridades diárias, ou semanais, pode funcionar, especialmente se você estabelecer um prazo razoável para finalizar cada um das tarefas listadas.

Outra coisa importante: não confunda atividade com produtividade. Ficar “atolado de trabalho” pode parecer algo positivo, mas não é. A Tendência é você acabar perdendo a perspectiva geral, por isso, uma boa solução é determinar as prioridades e direcionar sua atenção para as tarefas que encabeçam essa lista.

Abaixo algumas dicas que poderão contribuir para você tirar o máximo proveito de cada dia de trabalho:

* Elimine o que não é produtivo: Identifique o que desperdiça seu tempo. Navegar na internet sem um objetivo ou manter conversas longas ao telefone, afastam dos assuntos mais urgentes.
* Estabeleça padrões realistas: Quem gerencia mal seu tempo costuma ser perfeccionista. Como tem horror à imperfeição, acaba finalizando nenhuma tarefa.
* Programe “arrancadas de 20 minutos”: Use um timer para marcar intervalos de 20 minutos. A idéia é, durante esse período de tempo, se concentrar em uma única tarefa.

Fonte: OGerente.com
Autor: Leonardo Soares Grapeia