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segunda-feira, janeiro 06, 2014

Quem deve criar a cultura produtiva da empresa?

Autor: Christian Barbosa

Outro dia estava em uma reunião com empresários, compartilhando dores e soluções na vida empreendedora e uma questão interessante foi levantada. Um deles, sócio de uma empresa com pouco mais de vinte profissionais, insistia que precisaria de uma gestora de RH para criar uma cultura na empresa.

A discussão foi longe, mas muitos empresários tem a mesma visão: que RH é milagre! Claro que um RH na empresa é essencial para ajudar a empresa a decolar, recrutar, criar políticas, aumentar qualidade de vida e desenvolver e apoiar a liderança.

Porém criar uma cultura produtiva na empresa não é papel do RH, do gerente, do diretor. É papel do empreendedor! Do dono! Do acionista.

O conceito de cultura é grande para o tamanho desse post, mas vamos dizer que cultura é criada através da missão, visão e principalmente dos valores que a empresa pretende seguir.

E quando falo isso, não tem nada a ver com aqueles quadros que todas as empresas têm na recepção, que no mínimo são inúteis. Tem a ver com atitude, com tomada de decisões, com os princípios mais essenciais da empresa e com o tom que a empresa terá internamente e para o mercado.

Delegar a criação da cultura é no mínimo estranho. Vamos supor que você seja o empreendedor e delegue isso para um cara do comercial que você contratou e quer assumir isso. A empresa vai ter a cara de quem? Do cara do comercial, dos seus valores de vida, da sua visão de mundo, etc. O que pode ser ótimo, mas que talvez não seja a cara do empreendedor. Mais cedo ou mais tarde, o empreendedor deixa de usar ou pior, perde a paixão pelo negócio.

Claro que você pode ter uma consultoria para te ajudar nisso, de diretores, do RH, mas a decisão, a forma, as palavras são suas. Cultura é a coisa mais importante que uma empresa pode ter, principalmente no começo. Não é RH que faz cultura. RH ajuda. Gerente ajuda. Diretor ajuda. Dono faz.

E isso precisa ser vivido no dia a dia. E dia a dia é como o empreendedor, com a equipe. As pessoas precisam ser contratadas com base nisso, precisam ser recompensadas por isso, os projetos e as decisões tomadas precisam ser guiados por esses princípios. Não é enfeite, quadro, marketing. É estratégia.

Existem dois casos clássicos desse conceito. Na Zappos, empresa de sapatos adquirida pela Amazon, foi o dono, o Tony que fez, escreveu e disseminou os valores. Depois que isso tá pronto, ai a equipe faz o “spread”.

O que faz o time do Jorge Paulo Lemann faz quando compram uma empresa? Colocam algum dos sócios para criar a cultura na empresa.

Na sua casa é a mesma coisa. Quem cria a cultura? Os sócios da casa! (em alguns casos A sócia majoritária). Se você não tem uma empresa, mas tem uma equipe o conceito vale do mesmo jeito. Se você não tem uma equipe a coisa vale para sua vida também.

Não espere milagre do RH, de ninguém, faça acontecer por você e quando estiver começando a andar sozinho, ai sim pense em delegar! Por isso ache tempo para o estratégico ao invés de ficar só no operacional.

Fonte: http://blog.maistempo.com.br/2013/11/26/quem-deve-criar-a-cultura-produtiva-da-empresa/

sexta-feira, agosto 30, 2013

O que torna recrutadores realmente bons?

Autor: Tim Sackett

Eu fui lembrado na semana passada de que o recrutamento é muito difícil.

Não, não é difícil publicar uma vaga em seu site e esperar por um currículo que você sequer vai olhar direito e apenas passar adiante para o gerente responsável pela contratação. Isso não é difícil.

Recrutamento é difícil quando se trata de encontrar o talento que realmente não quer ser encontrado e não tem vontade de ir trabalhar para a sua cultura ruim e gerentes de baixa qualidade que mudam pessoas de posição constantemente – é aí que o recrutamento é difícil!

O que separa o bom do mau recrutamento

Eu acho que existem três grandes diferenças que separam o bom recrutamento do mau recrutamento. Eles elas:

1. Bons recrutadores têm a capacidade de mudar sua mentalidade sobre uma oportunidade antes mesmo de discutir dinheiro. Recrutadores ruins conduzem o recrutamento com o dinheiro. Bons recrutadores acreditam em suas organizações, acreditam na posição, e acreditam no gerente de contratação como um grande líder. Em seguida, eles tornam você um crente!

2. Bons recrutadores sabem suas rejeições antes de você conhecê-las e as soluciona antecipadamente. Relocação é provavelmente uma das mais difíceis que vem à mente, especialmente quando há um cônjuge que não quer a mudança (que é como criptonita para um recrutador!). Conseguir alguém para se mudar para uma nova posição, uma nova empresa, uma nova cidade – quando eles já são um grande talento com uma grande empresa – exige um recrutador com uma excepcional capacidade de convencer os candidatos. Isto se torna o momento “é por isso que você precisa estar aqui, agora mesmo” que os grandes recrutadores propõem, ao invés de simplesmente desligar o telefone e ligar para o próximo candidato.

3. Bons recrutadores sabem como cavar fundo e “se sujar” e gostam de ficar sujos. Vamos encarar: explorar o banco de dados da Catho não é recrutamento. Eu posso facilmente encontrar uma pessoa administrativa que cobra R$ 10/hora que pode fazer esta pesquisa, e ele será realmente mais engajado em fazê-lo! Bons recrutadores amam o processo de busca. Sim, ela pode ser frustrante e dolorosa, mas quando você descobre a joia escondida, realmente vale a pena o trabalho!

Por que bom recrutamento é inestimável?

Os últimos quatro ou cinco anos deram-nos um ambiente onde os recrutadores mais jovens que entram no mercado precisam que ser bons. Eles só tinham que estar presentes. Estar presente não é uma qualificação, necessariamente, para se tornar um bom recrutador. A elevada taxa de desemprego global e um baixo número de empregos disponíveis dá a estes jovens recrutadores uma grande quantidade de candidatos, e geralmente candidatos qualificados também.

Isso não faz de você um bom recrutador, isso faz de você um bom “filtrador” de resultados de busca. Em muitas indústrias, estamos agora enxergando novamente o valor de bons recrutadores, na medida em que certos mercados de trabalho estão se abrindo rapidamente, e os candidatos, mesmo os ruins, já não estão disponíveis.

Bom recrutamento é de valor inestimável para uma boa unidade de Recursos Humanos, e o recrutamento ruim é a maneira mais rápida para sua equipe de Recursos Humanos perder credibilidade com a liderança da empresa.

Fonte: http://recursosehumanos.com.br/artigo/recrutadores-talentos-contratacao/

terça-feira, julho 30, 2013

Criticando com Inteligência

Autor: Bruno Soalheiro

Seria ingenuidade pensarmos que em nossa vida não iremos nos deparar com situações nas quais teremos que dizer às pessoas que elas agiram de forma, digamos, inadequada.

Pode ser relativo a uma situação de trabalho, numa reunião de condôminos ou mesmo durante uma celebração entre amigos ou família. O fato é que algumas vezes devemos falar, não há outro jeito.

Mas como fazê-lo sem criar confusão ou gerar ressentimentos?

Nunca é fácil sermos alvo de alguma crítica, e são raras as pessoas que sabem aceitá-las com maturidade e ponderação, assim como são raríssimas aquelas que sabem fazê-las sem ofender ou magoar.

Notem que não estou falando aqui do famigerado feedback, que é o ato de darmos ao outro a oportunidade verdadeira de conhecer o que pensamos a seu respeito em dada situação e ponderarmos sobre mudanças adequadas.

Falo da crítica pura, daqueles momentos em que não temos exatamente o que sugerir ou discutir, mas queremos – e precisamos – dar um toque no sujeito.

A técnica é esta: Critique o comportamento, e não a pessoa. A diferença é assustadora!

A forma como verbalizamos nossas opiniões tem muito a ver com a qualidade do que conseguimos em nossa vida, e procurar emitir opiniões claras e circunscritas sobre “eventos específicos” nos permite uma comunicação muito mais clara, objetiva, e principalmente menos agressiva.

Frases que tendemos a dizer, como: Você é mal educado! Você é grosso demais! Você é isso… Você é aquilo… são pouquíssimo úteis pelo fato de resumirem toda a existência da pessoa a um comportamento específico seu. E é genérico demais, não define o evento.

Já criticar o comportamento significa algo como dizer: “Você ontem, naquele momento, em tal situação, se comportou desta e daquela forma desagradável!” Ou ainda: “Sua reação neste momento foi assim, e não foi muito adequada!”

Percebam que isto é totalmente diferente de dizer: “Você é!”. Quando dizemos apenas “Você é.” não só irritamos a outra pessoa (que afirma claramente não ser aquilo), como também deixamos de clarificar para ela o real motivo de nossa observação. Isto não leva a nada, a não ser a conflitos.

Já quando apontamos claramente um “comportamento observável e circunscrito” fica difícil para a própria pessoa negar o fato e entrar em defensiva. Pois além de evidenciarmos o ocorrido, não estamos criticando quem ela “é”, e sim o que ela “fez” em um dado momento de sua vida.

As pessoas agem por meio de comportamentos, e não através de “ser algo” simplesmente, mesmo porque, mudamos o que somos a cada instante de nossas vidas.

Prestando um pouco de atenção você poderá perceber claramente o comportamento específico que não foi mais adequado em dado momento e pode dirigir suas observações a ele e não à pessoa como um todo.

Eu sei, parece uma simples e boba questão de palavras! Mas faz uma diferença que você nem imagina.

Experimente!

Fonte: http://fatordesucesso.com.br/criticando-com-inteligencia/

terça-feira, janeiro 08, 2013

Liderança vem de berço!?

Autor: Professor Paulo Sergio

Há muito se discute sobre liderança, principalmente, se há líderes natos. Como disse Drucker, eles até existem, mas, são tão poucos que não podemos depender deles para que as equipes alcancem o sucesso.

Todavia, vejo que realmente existe liderança que vem de berço. Há um grande impacto no comportamento do líder em relação ao estilo da educação que recebeu na tenra idade.

Por exemplo: o filho que desde cedo aprendeu que se chorasse a mãe logo corria alimentá-lo, dar mamadeira, colocar a chupeta, tende a esticar esse comportamento para as demais idades. Mesmo depois que já consegue preparar o próprio alimento, muitos ainda continuam “chorando” para que alguém lhes traga a papinha.

Essa mesma criança facilmente descobriu que se gritasse com a mãe ou com o pai perto das pessoas, eles logo fariam tudo o que ela queria para evitar maiores constrangimentos. Então, a tendência é que, mesmo depois de adulta, ela continue gritando, literalmente, para conseguir o que quer.

O problema é que, na liderança, gritar é o melhor antônimo para criação de equipes. Mandar, por vezes, até é necessário, afinal, o líder precisa ter pulso firme para tomar decisões e apontar direções. Claro que mandar não significa berrar, tampouco ser mal educado.

Infelizmente, tenho visto que muitos líderes trazem comportamentos infantis para dentro das empresas. Alguns querem que as pessoas lhes sirvam, no entanto, não no sentido profissional, de darem resultados, mas, de o bajularem, trazerem cafezinho na sala, tirarem-lhe o casaco, enfim, continuam exigindo papinha na boca e só falta pedir para que o colaborador faça aviãozinho.

Outros gritam, berram com a equipe, imaginando que assim logo terão o que querem. Por um tempo até é possível que consigam pequenos resultados, afinal, algumas pessoas se submetem a esse tipo de liderança por falta de capacidade ou oportunidade para arranjar outro trabalho, porém, com esse estilo do líder ele jamais conseguirá extrair o melhor que o colaborador tem para dar, e, na primeira chance este debanda da empresa, na verdade, do líder.

Liderança é coisa séria, e o único comportamento infantil que podemos ter como líderes é a capacidade de emprestar nossos brinquedos, no caso, nossa competência para que as pessoas e empresas consigam o que querem. Desse modo, nós também conseguirmos o que buscamos.

Grande abraço, fique com Deus, sucesso e felicidades sempre!

Fonte: http://ogerente.com.br/rede/recursos-humanos/lideranca-sucesso-empresas/

quarta-feira, setembro 05, 2012

O Tempo

Autor: Dr. Luiz Roberto Fava

As pessoas gastam o maior número de horas de seu dia, geralmente, no ambiente de trabalho.

Uma pesquisa realizada pela consultoria Tríade de Tempo mostrou que os maiores desperdiçadores de tempo são os e-mails, navegar na internet (profissionalmente ou não), reuniões e interrupções em excesso. Entretanto, existem outros, muitos outros, desperdiçadores de tempo, como será visto mais adiante.

Se você acha que não aproveita bem o seu tempo, talvez o maior culpado seja você mesmo (a), visto que é você que fica checando seus e-mails sempre que aparece um novo aviso, é você que navega na internet sem uma necessidade premente, é você que permite que as pessoas lhe interrompam, etc. Depois, não adianta reclamar que precisa ficar trabalhando por mais tempo, seja no escritório ou levar serviço para casa, para dar conta de tudo que precisa ser feito.

Portanto, se a sua produtividade e a qualidade do seu serviço estão diminuindo, está na hora de você analisar os porquês de tudo isso.

É importante que se tenha em mente é que não existe uma “receita de bolo perfeita” que permita administrarmos bem o nosso tempo. O que se aplica a uma pessoa pode não se aplicar a outra. Não existe o “certo’ e o “errado”, nenhum estilo determinado ou uma fórmula mágica que sirva para todos quando o assunto é o gerenciamento do tempo.

E isto é fácil de ser explicado: não existem duas pessoas iguais, a começar pela impressão digital. Cada Ser Humano é único, indivisível, daí ser um indivíduo, aquela pessoa que se constitui em uma unidade distinta portadora de características físicas e psíquicas que lhes são suas e apenas suas.

Leia o que nos ensina Pedro A. Grisa: “o Ser Humano relaciona-se com o mundo exterior e objetivo ou com o mundo interior e subjetivo, através de sua atividade mental. É o consciente, a função racional da mente humana que, através dos sentidos, observa, avalia e organiza o tempo objetivo e funcional. Mas é através do subconsciente, a função mecânica da mente humana, que a pessoa “sente o tempo passar”, avaliado pelo sistema emocional de cada pessoa. Cada ser humano mede o tempo subjetivo por seu sistema emocional próprio, individual e único”.

E leia também esta lenda japonesa, também citada por Pedro A. Grisa.

Houve um tempo em que o tempo era o tempo todo sempre igual.

De tanto os Seres Humanos viverem e conviverem com este tempo o tempo todo sempre igual, passaram a sofrer de tédio, resultado desta monotonia do tempo, o tempo todo sempre igual. E começaram a discutir entre si sobre essa monotonia do tempo, o tempo todo sempre igual.

Aos poucos a discussão torna-se descontentamento e rebelião. E um coro uníssono de vozes clama aos céus, reclamando do tédio, da monotonia, do tempo, o tempo todo sempre igual.

O Criador do Universo, de tanto ouvir as reclamações, decide atender as súplicas dos seus filhos descontentes e avisa:

- Descontentes Seres Humanos e filhos meus. Vocês estão cansados e entediados com o monótono ritmo do tempo. Então, preparem-se! A partir de amanhã serão implantadas significativas mudanças no ritmo do tempo.

No dia seguinte, instalou-se verdadeira confusão nos compromissos de horários a serem respeitados pelos Seres Humanos.

Pessoas tristes, queixosas e insatisfeitas chegavam aos locais de seus compromissos muito antes da hora marcada e tinham mais um motivo para ficarem descontentes. E passavam a reclamar dos incompetentes que se atrasavam.

Pessoas alegres, risonhas e felizes, súbito davam-se conta de que estavam atrasadas. Não viam o tempo passar.

Diante da confusão estabelecida, O Criador do Universo, que a tudo assistia com sorriso irônico, fazia ouvir sua voz:

- Vocês, Seres Humanos, quiseram que eu mudasse o ritmo do tempo. Pois assim é e assim será, de hoje e para sempre: quando estiverem tristes, cansados, doentes, pesarosos e descontentes, o tempo terá sua marcha reduzida e passará lentamente. E quando estiverem contentes, alegres, animados, radiantes, vibrando de entusiasmo, o tempo terá seu ritmo acelerado.

E a partir daquele dia, muitos minutos parecem séculos e muitos anos parecem minutos

Contudo, o Criador do Universo, sabe que cada ser humano pode aprender a organizar seu mundo interior e a dar o ritmo que quiser a seu tempo.

Fonte: http://favaconsulting.com.br/gerencie-sua-vida-usando-o-tempo-a-seu-favor/ferramentas-para-gerir-melhor-o-tempo

quinta-feira, agosto 02, 2012

Faça com força!

Autor: Professor Paulo Sergio

Não há nada de novo em dizer que quando você tem atitudes iguais consegue apenas resultados iguais. Só que isso não é verdade!

Quando você continua fazendo coisas iguais, rapidamente vai colhendo resultados piores.

É um erro pensar que ficar numa zona de conforto faz você permanecer no mesmo lugar. A verdade é que quem se acomoda nela, sem perceber, dá um passo pra trás todos os dias. Um passo para trás na carreira, no amor, nos relacionamentos.

As pessoas querem o sucesso, mas, a maioria pega a definição de sucesso dos outros e passa a vida inteira tentando conquistar algo que, se for conquistado, talvez nem lhe sirva.

Para ter sucesso, você precisa ser incomum. Precisa compreender que os resultados advêm, sim, de quando fazemos aquilo que amamos, mas, em boa parte das vezes, de quando passamos a amar o que fazemos e fazemos isso mais que benfeito!

Há muita coisa envolvida no caminho para que você tenha uma vida e uma carreira cheia de realizações. Hoje, a principal delas, é você entrar com muita força naquilo que pretende fazer. Mas, apenas isso não é suficiente: você tem que fazer a diferença; tem que arrebentar a boca do balão!

Precisamos de mais Pessoas Comuns em busca de Resultados Extraordinários, que façam realmente a diferença no mundo. Pessoas que rompem a barreira das desculpas e assumem a responsabilidade de conquistar resultados incríveis na carreira e na vida, que conseguem terminar o dia e dizer: “sinto orgulho de tudo o que fiz hoje!”.

Engana-se aquele que pensa que ser e ter sucesso é fácil, mas, também se engana aquele que acredita que é impossível.

Admiro gente que conhece seus limites, mas, amo aquelas pessoas dispostas a rompê-los. Todo dia é dia de você entrar com muita força no que for fazer, entrar para ser fora de série, e até considerado meio louco por se comprometer tanto no que faz, seja lá o que for que você faça.

Sonhe, não tenha medo de sonhar. Um sonho pode sim não se realizar e pode deixar a gente frustrado por algum tempo, mas, não sonhar já é uma frustração eterna.

Às vezes, tudo o que um sonho precisa para se tornar real é de alguém que acredite nele e vá com muita competência em sua direção.

Abraço, fique com Deus, sucesso e felicidades sempre!

Fonte: http://ogerente.com.br/rede/carreira/competencia-sucesso-resultados

quarta-feira, agosto 01, 2012

Um rastro de desorganização

Autor: Ivan Postigo

O mercado aquecido gerou resultados positivos, inflou a estrutura das empresas, mas agora com o desaquecimento começa a cobrar seu preço.

De uma forma bastante interessante, um empresário nos perguntava em um encontro: – Como desmonto esse circo, demito o palhaço ou vendo o elefante?

Gosto dessa imagem, porque também já usei o circo como exemplo de gestão algumas vezes. Como vício de raciocínio, estamos atentos ao palhaço e ao elefante, mas poucas vezes ao circo como um todo, até que a lona venha ao chão!

O crescimento empresarial sempre deixa um traço de desorganização. Os motivos são muitos, como a falta de foco operacional, a fragilidade na qualificação da equipe, o impacto da velocidade do crescimento, a falta de domínio técnico para a gestão dos novos produtos, canais e clientes, o choque provocado pela necessidade de desenvolvimento de novos modelos mentais em função de uma nova cultura que se estabelece. Assim, o assunto se mostra complexo.

Não basta crescer em um período, é preciso consolidar posições. Em momentos de desaquecimento de mercado, o encolhimento gera novos conflitos na gestão.

A nova cultura, quando não mantida, não consegue ser substituída pela velha cultura que já não mais existe. Há, com isso, um estado desconhecido que precisa ser administrado.

A estrutura inflada, necessariamente, no momento de aquecimento, tem um custo nem sempre suportável com a queda dos negócios, e reduzi-la representa risco para a retomada.

Esses são aspectos que envolvem todas as áreas, comercial, produtiva, administrativa e financeira. Manter a qualidade da gestão, com redução de custos, implica na necessidade de melhoria da produtividade em todos os setores, realizando mais com menos, aspecto que o mercado aquecido nem sempre permite realizar, visto que o foco é vendas e geração de caixa.

O paradoxo se apresenta quando vemos que nos momentos de dificuldade e falta de recursos é que soluções são criadas, mantendo no mercado as organizações criativas e eliminado aquelas sem grande talento para gestão de crises.

Organizações bem sucedidas são aquelas capazes de criar, inovar, explorando novos canais e segmentos de negócios, reduzindo sua dependência de alguns poucos clientes.

A observação de oportunidades de mercado tem levado gestores a manter o foco nos produtos e não nas empresas e suas marcas, com isso, quando há retração, a fragilidade do empreendimento se faz presente.

Grande parte das empresas brasileiras não tem seu valor avaliado pelo mercado, com isso o conceito de gestão limita-se a lucro e geração de caixa, mostrando-se satisfatório quando positivo, sem uma visão de futuro. Quer para investimento planejado, fusão ou mesmo venda.

Essa questão abordei no artigo: Competência em gestão não é conceito é cultura.

A busca do ponto de equilíbrio, que demanda a adequação da estrutura operacional, poucas vezes ocorre com ações planejadas, costuma ser mais emocional.

Isso ratifica o fato que nossas empresas crescem mais por movimentos de mercado do que por ações estratégicas, aspecto que dificulta a busca de rentabilidade em momentos de queda das vendas.

Fonte: http://ogerente.com.br/rede/gestao-empresarial/desorganizacao-negocios-gestao

sexta-feira, julho 27, 2012

A cultura da simplicidade

Autor: Wellington Moreira

O modelo de gestão norte-americano que foi incorporado pelas companhias brasileiras com pouquíssimas reservas nestas últimas décadas é responsável por uma série de valores que ajudaram a modernizar o parque industrial brasileiro, mas também trouxe consigo uma cultura baseada na sofisticação que pode ser extremamente danosa em vários casos.

Comum encontrarmos empresas nas quais questões fáceis de resolver, a princípio, são encaradas como problemões e aonde as soluções óbvias são descartadas justamente por causa do senso comum de que as respostas adequadas sempre precisam ser estratégicas e complexas. Resultado: muita pomposidade e ineficácia.
Mesmo competindo num mundo cada vez mais complexo as organizações devem simplificar tudo aquilo que fazem se quiserem lidar adequadamente com o quadro de incertezas que enfrentam em seu dia a dia. E vale lembrar: aquelas que enveredam pelo caminho da complicação tendem a ser lentas no processo decisório e a naufragarem cedo ou tarde.

Valorizar a simplicidade é, acima de tudo, estimular o potencial criativo das pessoas, afinal as pequenas e grandes ideias inovadoras que revolucionam o mercado muitas vezes são óbvias. Não é a toa que quando estamos diante de novas maravilhas nos indaguemos: “Nossa! Como ninguém pensou nisto antes?”

As empresas de tecnologia, pelo menos, praticam este princípio há algum tempo. O iPad, por exemplo, possui um manuseio tão fácil que qualquer pessoa o domina em poucos minutos, até mesmo o meu filhinho de um ano. Mesmo caminho adotado pelo Wii, da Nintendo, que graças à simplicidade tornou possível a venda de mais de 100 milhões de unidades para clientes que, em muitos casos, já não se arriscavam a jogar videogame há um bom tempo intimidados pela complexidade dos modelos anteriores disponíveis.

No entanto, é preciso saber diferenciar simplicidade de simplismo. Enquanto este se refere ao raciocínio que despreza elementos necessários à solução de um dado problema proporcionando apenas resultados paliativos, aquele tem a ver com o emprego da forma mais fácil para a sua resolução efetiva. Ou seja, ser simples não é escolher o tosco. Ou você acha o iPad malfeito?

Além disto, é importante salientar que soluções simples são tão eficazes – senão mais – do que aquelas com alto grau de sofisticação e possuem a vantagem adicional de estarem próximas. Quem já não se deparou procurando uma fórmula mágica para resolver determinada encrenca quando a alternativa mais óbvia estava bem diante de seus olhos?

Nas relações pessoais também é importante guiar-se pela simplicidade. Quanto mais clara e objetiva é uma mensagem menos ruídos surgem pelo caminho e isto resulta na compreensão esperada. Assim, é admirável que você domine o jargão corporativo de A a Z, mas não precisa utilizá-lo a toda hora apenas para mostrar o que sabe.

E quais as pré-condições para incutirmos a simplicidade como valor na cultura das companhias onde trabalhamos? Dentre outras coisas, precisamos tornar as estruturas menos hierarquizadas, criar ambientes mais informais, dar voz ao pessoal de frente, tratar os erros como oportunidades reais de aprendizado e divulgar as singelas iniciativas que deram certo para todos os níveis.

Se concordarmos que a escolha pela simplicidade garante bons resultados organizacionais e, principalmente, possibilita uma vida plena e feliz, é justo irradiá-la para tudo mais que nos rodeia. Contudo, como a escritora Clarice Lispector certa vez disse, que ninguém se engane, pois só a conseguiremos através de muito trabalho.

Fonte: http://ogerente.com.br/rede/gestao-empresarial/cultura-simplicidade-resultados

sexta-feira, junho 29, 2012

Como ser promovido na sua empresa

Autor: Ricardo Piovan - Palestrante e Coach Organizacional

Um funcionário do departamento financeiro de uma distribuidora de bebidas no sul do país notou que a empresa tinha gastos excessivos com deslocamento de seus refrigerantes de uma unidade para outra, onde o motivo principal era a falta de espaço nos galpões da matriz.
 
Por algumas tardes ele saia da sua sala com um poderoso ar condicionado e passeava pelos corredores do estoque questionando a si mesmo se não haveria uma forma mais eficaz de armazenar as garrafas e latinhas que ali estavam. Pesquisou e desenhou um novo formato de estocagem e apresentou para o seu diretor uma nova forma de alocar as mercadorias, aumentando em 18% a capacidade de armazenamento do galpão principal.

Para aparecer e tornar-se visível na empresa nada melhor do que mostrar melhorias e foi isto que este profissional que era responsável pelo contas a pagar fez. Não se limitou apenas a entrar no homebanking diariamente e pagar as faturas, ele cavou mais fundo e apresentou uma proposta que reduziu os custos de transportes entre unidades.

Os profissionais que estão fazendo o seu trabalho aparecer, não são diferentes de você, do seu vizinho de baia ou do seu chefe,  mas o que os distingue é o fato de partirem para a prática enquanto muita gente fica na teoria. Eles observam e vão além das suas tarefas diárias.

Muitos funcionários questionados sobre o que eles precisam fazer para serem promovidos respondem que se fizerem o seu trabalho bem feito e no tempo correto galgarão postos mais elevados na organização, mas acredito que isto não seja verdade pois para ascender na companhia você precisará fazer mais que o solicitado e apresentar resultados que vão além das suas tarefas.

Fica aqui a dica, SE QUISER APARECER MAIS, traga para a empresa muitas soluções boas, questionando continuamente como a empresa pode fazer o que ela faz de forma mais barata, mais rápida e com mais qualidade. Não tenha medo de errar e lembre-se que a diferença entre um profissional ordinário e extraordinário está no sufixo “EXTRA”

Você tem feito o EXTRA ?

Veja um vídeo que gravei sobre este assunto: http://www.ricardopiovan.com.br/minuto/maisqueosolicitado/

Fonte: http://portalfox.com.br/blog/?p=1160

terça-feira, maio 29, 2012

Conhecimento destrói incertezas

Autor: Gilclér Regina

A vontade de se preparar deve ser maior que a vontade de vencer” Gilclér Regina

Uma afirmação de um diretor de colégio diz: “No mundo real a turma da frente acaba trabalhando para a turma do fundão”. Ou seja, quem faz maior sucesso segundo ele é a turma que ousou mais, que foi mais criativa e esses eram os que sentavam lá no fundo da sala.

Isso lembra aquele aluno que leva o boletim com notas todas vermelhas para o seu pai e este lhe diz: “No meu tempo isso renderia uma bela duma surra”. E o menino diz: “É isso aí pai, vamos lá dar um cacete no professor”.

O ideal de sucesso é unir a disciplina de quem senta na frente com a criatividade de quem senta no fundo da sala. Afinal, não vale afirmar que somente o “bagunceiro” senta lá no fundão.

Estar aberto a mudanças é saber somar criatividade, um pouco desta falsa “malandragem” aliada a conhecimento e disciplina. Conhecimento destrói incertezas… Conhecimento com motivação constrói certezas, constrói resultados!

Estar sempre aberto à mudanças é estar preparado para não ficar pelo caminho… Se você acha que pratica o seu melhor trabalho, dê uma olhadinha no seu colega ao lado e faça um comparativo. Saiba que ele não está dormindo “de touca”.

Existem funcionários ótimos… E existem aqueles que você precisa fazer uma carta de recomendação para o seu principal concorrente! Sua escolha definirá o seu sucesso!

Se você tiver uma ferida e se tratar, com o tempo ela irá cicatrizar… Se você tiver uma ferida e não se tratar, com o tempo ela irá piorar. Portanto, contrariando muita gente, o tempo nem sempre é senhor da razão.Não é o tempo que cura, é a intensidade da ação que você faz hoje é que cura.

Quantas redes de supermercados, quantos bancos, quantas empresas você lembra como as maiores do Brasil num passado recente? E não existem mais…

A vida sempre foi assim: Novos ricos que são ex-pobres e novos pobres que são ex-ricos. 82% das maiores fortunas vêm do absolutamente nada, vêm da pobreza mesmo!

O dinheiro? Não acaba… Apenas muda de mão.

Muitos se perderam pelo caminho por causa da soberba. Muitos sofreram com a síndrome de “ovo de pata”. Lembra-se da fábula? A pata olha para a galinha e diz: “Meu ovo é muito mais bonito que o seu”. Qual foi a resposta da galinha? “O seu é mais bonito, mas não vende”.

Arrogância é assim mesmo, igual mau hálito, todo mundo percebe, menos quem tem!

A “mudança” é uma preocupação dominante no mundo corporativo. Reflita sobre o que gostaria de mudar em você, em sua vida profissional, em sua vida familiar, em sua empresa, em sua carreira e que ainda não teve coragem de fazer?

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

Fonte: http://ogerente.com.br/rede/carreira/conhecimento-sucesso

quinta-feira, maio 24, 2012

Processo de Criação de Equipes

Autor: Irene Ciccarino

Para engajar pessoas com perfis, comportamentos e historias de vida diferentes numa mesma empreitada é essencial criar um ambiente onde cooperação, confiança e comprometimento sejam possíveis de forma que o conhecimento e a energia possa ser canalizado para um objetivo real, tangível e de beneficio coletivo.

É imprescindível que os membros da equipe vejam as metas como algo possível e importante, que de alguma forma faça sentido em sua teia interna de necessidades e expectativas.

Todo agrupamento de pessoas passa por 3 fases de relacionamento rumo ao seu desenvolvimento quanto equipe: Anomia > heteronomia > autonomia.

O melhor caminho para se entender essas fases é identificando as causas e os principais impactos das diferenças individuais no trabalho em equipe, diferenciando os conceitos de grupo e equipe e reconhecendo funções predominantes no trabalho em equipe

Precisamos também abstrair dos mitos de equipe perfeita e da demonização da hierarquia. Em alguns casos hierarquia e pouco espaço para palpites são vitais para o sucesso da ação, haja visto os casos médicos ou as incursões militares. Quando maior o risco e a precisão necessária menor é o espaço para negociação.

Sylvia Vergara nos diz que “uma equipe precisa de uma identidade em comum para se diferenciar de um grupo de pessoas. Equipes podem estar próximas ou não, mas a identidade permanece.”


Conjunto de pessoas também não é grupo,para isso é necessário ter:

  • Propósito em comum
  • Desejo explicito de estarem juntas
  • Sentimento de pertencimento
  • Sentimento de reciprocidade

Vejamos esse processo de formação:

Grupo primitivo:

Comporta-se como bando – pessoas unidas definido em torno de um líder sem procedimentos e papeis definidos. Sua estrutura é rígida, resistente a aprender com a experiência.

Grupo refinado:

Aberto a crescer e aprender através das diferenças, possui regras, mas está disposto a analisá-las e reformulá-las constantemente para aprimorar seu próprio funcionamento.

Tende a regredir para o estagio de grupo primitivo ante a situações de tensão e ameaça, a menos que sinta que está crescendo com os resultados de seus esforços.

São frutos de “Gestos de Esforços”, onde cada indivíduo adota atitudes antinaturais para se integrar e evitar conflitos.

Equipe:

A equipe funciona como um corpo, um sistema cujas partes individuais, embora conscientes, adotam uma atitude participativa ao ponto que seus feitos são notados como resultados do todo e não podem ser atribuídos individualmente.

Na equipe a realização coletiva engrandece o individuo e essa situação se estabelece por intermédio das lideranças e do comportamento da própria equipe.

A equipe se forma num estado de autonomia, conforme veremos a seguir:

Anomia:

É o período inicial, quando a equipe ainda é um grupo. Acontece quando as pessoas ainda estão se conhecendo ou quando um novo membro chega numa equipe ou grupo ainda em formação.

  • Ausência de diretrizes norteadoras do trabalho
  • Falta de definição de papeis
  • Desconhecimento entre os membros
  • Clima inibidor de entrosamento, atitudes autocentradas e relacionamentos superficiais.
  • Ausência de regras

Heteronomia:

  • Só evolui para o próximo estagio mediante a uma liderança.
  • Definição de objetivos
  • Aderência ou não às metas e metodologias
  • Subutilização dos membros da equipe
  • Disputas pelo poder
  • Fragmentação do grupo (panelinhas)
  • Se o grupo não evoluir para o próximo estagio tende a se manter num relacionamento imaturo e desnivelado pelo binômio dominação-passividade
  • Regras recebidas de fora, o poder exercido, quando é legitimado, atua como um agente externo numa relação de poder-obediencia.

Autonomia:

  • Relações maduras entre o membros
  • Poder rotativo baseado na capacidade de cada membro em contribuir para o alcance da meta
  • Comum acordo na definição de metas e metodologias
  • Recompensa validada pela equipe gerando um clima de satisfação e comprometimento
  • Continuidade do trabalho, mesmo com a saída ou ausência de um dos membros
  • Rodízio de funções levando a uma situação policompetente e multifuncional, dando maior flexibilidade à equipe.
  • Regras geradas dentro do grupo. A liderança faz parte da equipe e seus decisões são reflexos da vontade coletiva.

Na fase de autonomia ou de equipe auto-organizada o líder cumpre sua derradeira atuação, tal qual comentou Peter Drucker. “Para que possam sobreviver, os líderes devem deixar de ser os condutores autoritários do passado e converter-se em integrantes das equipes do futuro.”

Um grupo se transforma efetivamente em equipe quando:

  • Compreende seus objetivos e está engajado em alcançá-los em conjunto
  • A comunicação é efetiva e as opiniões diferentes são aceitas
  • Estabelecem vínculos e as relações são baseadas em confiança
  • Assumem riscos de forma compartilhada
  • A energia é utilizada para o crescimento coletivo, a competição é para vencer coletivamente .
  • Atenção aos processos e esforço contínuo em melhorá-los

Cabe a um bom líder a função integradora de direcionar os esforços e proporcionar o melhor ambiente para a cooperação entre os diferentes talentos, porém as partes também influenciam o todo. Posturas como resistência a mudança, falta de convicção no potencial do grupo em alcançar os objetivos propostos, falta de ética e respeito, desmotivação, excesso de ambição, dificuldade em cooperar, podem atrapalhar de fato o desenvolvimento desse longo processo.

E assim como um bocejo que se espalha exponencialmente num ambiente essas posturas podem de fato se alastrar por todo o grupo e desvirtuá-lo de sua caminhada rumo a sinergia necessária para que possa se intitular como equipe.

Nesse longo processo tanto o patrocínio e direcionamento da liderança quanto a boa vontade e abertura dos profissionais envolvidos são necessários.

A equipe é um elemento de síntese, onde diversos ingredientes até mesmo antagônicos, numa primeira analise, devem se reconciliar em busca de sua essência complementar.

Conflitos sempre vão existir, mas como dizia Chaplin “Não devemos ter medo dos confrontos… até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas.”

Fonte: http://projetointegral.wordpress.com/2012/05/11/processo-de-criacao-de-equipes

terça-feira, maio 15, 2012

PPP – Paixão, performance e propósitos!

Autor: Gilclér Regina

Um ser humano sem propósitos é como alguém que se veste, mas não tem para onde ir.” Gilclér Regina

Ao estudarmos a excelência da vida sem dúvida teremos que rever conceitos e falaremos muito de paixão e performance.

Aprende-se que o sucesso na vida não deve ser medido tanto pela posição que a pessoa conquistou na vida quanto pelos obstáculos que ela superou enquanto buscava os seus resultados.

Se você se identificou com os dois primeiros “Ps” então já está pronto. Só falta saber para onde está indo. Pois tudo funciona bem, mas se você não sabe para onde vai acabará andando em círculos.

Se você já é um sucesso, bem remunerado, realizado, faz um trabalho elogiado, por que não considerar isso de alta performance?

Mas deixe-me perguntar: Você ficaria desesperado amanhã se lhe dissessem que não pode mais trabalhar no emprego atual? Continuaria fazendo o que faz pela metade do salário? Continuaria porque precisa em termos financeiros ou porque ama o que faz e não se vê fazendo outra coisa?

A maneira como você responder tem muito a ver com seu nível de desempenho e está relacionada à seguinte questão: Você acredita ou não que está cumprindo um propósito divino para sua vida?

A vida é uma jornada rumo à plenitude… Rumo à paixão… Rumo à alta performance… Rumo ao propósito.

Conforme você muda e se ajusta ao longo dos anos a essas três referências se aproximam, a excelência total é uma realidade cada vez mais presente em sua vida!

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

Fonte:http://ogerente.com.br/rede/carreira/paixao-performance-e-propositos

quarta-feira, abril 18, 2012

A arte de dizer não

Autor: Gustavo Rocha

Dizer não parece simples, fácil e até mesmo arrogante. Contudo, para muitas pessoas é uma dificuldade dizer não.

Muitas vezes, dizer não é uma arte.

Como assim?

Você não precisa dizer não o tempo todo, mas escolher a situação correta para dizer não. Muitas vezes, o silêncio, optar por outra alternativa diz a mesma coisa que o não, sem que o não precise ser dito expressamente.

Infelizmente no Brasil temos o péssimo hábito de achar que dizer não é o fim de tudo, que tudo está perdido, que nada vai mudar, enfim, que o mundo acabou. Traços de um povo que gosta da teoria do coitadinho, ou seja, quem trabalha e vence na vida não pode ser honesto. Um absurdo ao meu ver, mas seguimos com o raciocínio…

Quando vier um não na sua vida, pense, repense, tente achar o porque daquele não. Nem sempre estamos preparados para o sucesso. Nem sempre estamos preparados para coisas novas e claro, as vezes quem está tendo que oportunizar isto pode não estar preparado.

O mais importante disto: Um não, literalmente não significa que tudo acabou.

Significa que para aquela pessoa, naquele momento não é possível ou viável. Claro, como já cantou o kid abelha, muitas vezes dizer não quer dizer sim, mas isto é outra estória.

Um ponto muito importante ligado ao não está no fato de que muitas pessoas não sabem dizer não, quando deveriam efetivamente dizer não.

Dizer a verdade, dizer um não quando realmente não pode fazer um trabalho, dizer um não quando aquela tarefa irá atrapalhar tudo que você está fazendo pode ser a melhor alternativa e um sinal de maturidade profissional.

O não deve ser visto como simplesmente e unicamente um não.

Dizer não, não quer dizer que você não gosta daquela pessoa, que esta pessoa não presta, que o trabalho dela é mais ou menos importante que o seu, que o mundo vai acabar. Quer apenas dizer: não.

Muitas pessoas não pensam assim e levam um não as últimas consequencias, tentam encontrar agulhas em palheiro como se isto fosse fazer do não um sim. Mas, não vai.

O não é um não porque deve ser um não. Aliás, um não pode e é muito educativo. Nos leva sempre a uma reflexão acompanhada de um porque. É uma excelente oportunidade de ver o mundo de forma diferente e mais, de concluir se realmente o não foi algo que vale a pena para o seu crescimento ou se quem o disse ainda não está preparado para dize-lo.

O não é uma arte, não é mesmo? Ou você não acha?

Fonte: http://ogerente.com.br/rede/gestao-empresarial/a-arte-de-dizer-nao

terça-feira, abril 10, 2012

Você é proativo?

Autor: Wellington Moreira

Segundo Wellington Moreira, o termo proatividade é usado indiscriminadamente, o que faz com que o seu real significado já esteja distorcido há algum tempo.

Muito se fala sobre pessoas proativas e que suas atitudes e comportamentos lhes trazem uma grande visibilidade dentro das empresas nas quais trabalham. No entanto, também há aqueles que não concordam com este raciocínio, pois mesmo agindo como reza a cartilha desta competência, creem que não tiveram o merecido reconhecimento. Será?

Como tantas outras palavras que inundaram o jargão corporativo nos últimos anos, o termo proatividade é usado indiscriminadamente, o que faz com que o seu real significado já esteja distorcido há algum tempo. Portanto, muita gente acredita que é proativa quando na realidade não é.

Ser proativo é antecipar-se às situações inéditas de trabalho nas quais você pode intervir e fazer isto antes que o alerta de incêndio já tenha sido acionado. Agir prontamente sem depender de instruções alheias que digam o que e como se deve atuar em determinada situação. E o principal: tendo precisão cirúrgica.

Creio que já dá para compreender que não é fácil ser proativo. Quase tudo aquilo que tem a ver com a sua rotina de trabalho não exige muita proatividade, já que se refere a situações previsíveis. O comportamento proativo é percebido quando alguém, diante de atribuições ou condições extraordinárias, dá conta do recado exatamente porque apresenta atitudes que outras pessoas não teriam se estivessem em seu lugar.

Por conseguinte, ao perceber um problema, o proativo visualiza a solução e identifica oportunidades que não são óbvias para as demais pessoas, mas é preciso compreender que a iniciativa é um componente da proatividade e não pode ser tratada como seu sinônimo.

A pessoa com comportamento proativo não é apenas alguém que desenvolve ações antes dos outros e sim um profissional que, bem informado acerca do contexto que o rodeia, utiliza seu potencial criativo para resolver problemas – bons e ruins – que aparecem diante de si e serão visualizados pelas demais pessoas apenas no futuro.

É por isto que não podemos confundir proatividade com impulsividade. Quem possui iniciativa, mas atua com precipitação acaba cometendo erros desnecessários exatamente por agir irrefletidamente. Postura distinta do proativo, que atua de forma rápida e com firmeza antes de uma crise sem esperar que ela se resolva por si só ou que outros a solucionem.

Ao mesmo tempo, se você exala iniciativa e criatividade, no entanto os resultados que obtém são catastróficos para a empresa na qual trabalha, não pode acreditar que será visto como proativo, já que o diferencial é justamente manter uma boa performance ao lidar com a incerteza.

As pessoas proativas também possuem o senso de prontidão aguçado. Antes de se reunirem com alguém costumam prever o que lhes será questionado e levantam as informações relevantes para responder às indagações na hora H. Curiosas, garimpam conhecimentos que ainda não são obrigatórios em suas áreas de atuação e concebem projetos antes que a companhia esteja consciente de sua importância.

Você também é proativo quando sabe que o cliente não receberá a entrega da mercadoria no prazo acordado e renegocia antecipadamente uma nova data com ele a fim de evitar um mal-estar maior. Ou ainda quando prepara um relatório antes que a diretoria da empresa o peça.

Atitude contrária à do reativo, que sempre necessita de um chacoalhão externo para pegar no tranco. É claro que ninguém é proativo ou reativo o tempo todo, mas lampejos de proatividade não são suficientes para encobrir um perfil reativo.

Como se acredita que 90% da população mundial seja formada por pessoas reativas, este não é apenas um assunto corporativo e seus reflexos estão por todos os lados. É a sociedade atual quem anseia que todos nós realizemos as coisas que devem ser feitas sem que ninguém nos diga exatamente o que e como.



Fonte: http://ogerente.com.br/rede/carreira/proativo-iniciativa

segunda-feira, abril 09, 2012

Loucura

Autor: Gustavo Rocha

“É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou, perder a fé em todas as orações porque em uma não foi atendido, desistir de todos os esforços porque um deles fracassou. É loucura condenar todas as amizades porque uma te traiu, descrer de todo amor porque um deles te foi infiel. É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo. Espero que na tua caminhada não cometas estas loucuras. Lembrando que sempre há uma outra chance, uma outra amizade, um outro amor, uma nova força. Para todo fim, um recomeço.” - Saint-Exupéry

Por incrível que possa parecer, muitas destas loucuras são cometidas no universo empresarial.

O ser humano tem o péssimo hábito de rotular, criar rotina e achar que nada muda.

Como assim?

Rotular

Para facilitar a sua vida, as pessoas criam esteriótipos de outros seres humanos, dizendo, este fulano é assim, outro é assado. Assim, sempre que rotulamos alguém como chato, a empresa toda o vê como um chato. Se rotularmos como um CDF, todos o virão assim. Diante destes rótulos, algumas pessoas aceitam os mesmos e começam a agir como tal.

E a individualidade, onde fica?

Cada ser humano é único, seja pela sua essência, seja pela sua forma de agir e pensar. Rótulos são um verdadeiro problema, pois colocamos pessoas em funções sem pensar nas suas aptidões, apenas pensando nos rótulos que outras pessoas colocaram.

Que tal dar uma chance ao colega, subordinado, funcionário que não está indo bem? Será que somos tão advinhos que podemos dizer que algo não deu certo sem sequermos tentar?

Rotina/Nada muda

Aqui temos um dos males da humanidade. Achar que depois de criada uma rotina, um padrão nada mais pode ser alterado. Ledo engano. Devemos ter padrões, inclusive é salutar um pouco de rotina, contudo, somente evoluiremos se sairmos da rotina e começarmos a pensar a respeito do que queremos.

Como assim?

Primeiro pense no que se quer (lembra da faculdade, aquela história do bem jurídico a ser tutelado?), objetivando resultados e indicadores de controle. Depois, pense na sua rotina e como alterá-la para ser mais funcional, prática e economizar o maior problema da atualidade: tempo. Se achares brechas na rotina, pronto, já iniciou o caminho do sucesso.

Se você não pensar no resultado, não terá nenhuma mudança significativa.

Sejamos nós defensores da frase de Chico Buarque de Holanda: “As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem”.



Aceite que as coisas devem mudar. Prepare-se para o novo sem armaduras ou posturas defensivas. Aja com o intelecto e racionalidade.

A gestão da inovação é justamente para isto. Pare de pensar que tudo vai ser como antes. Aceite mudanças como algo positivo. Se não foi positivo, não se entregue ao conformisto. A nova mudança pode ser completamente diferente da anterior.

Enfim,

Loucura é ficar na mesma, achando que tudo vai ser igual, se o mundo se reinventa diferente a cada dia…


Fonte: http://ogerente.com.br/rede/carreira/rotina-mudancas-empresa

A arrogância é o tapete da sala da incompetência

Autor: Ivan Postigo

Qualidade de vida está diretamente ligada à competência. Esse não é um atributo desejado apenas no mundo dos negócios.

As boas relações nas famílias e com os amigos também têm em seu alicerce um conjunto de competências.

Competência provoca a magia da simpatia e empatia.

Simpatia significa estar ao lado, ouvir, dar atenção, abrir as portas para a compreensão. Contudo, a simpatia nem sempre traz a solução. Não adianta só dizer à criança que embaixo na cama não há monstro ou ao colaborador que a planilha não é tão complicada de usar. A corrente das boas relações tem os elos das simpatias entrelaçado aos elos das empatias.

Empatia é colocar-se no lugar da pessoa. Ir com a criança espiar embaixo da cama, sentar com o colaborador, enquanto este se esforça no uso da planilha e entendimento do problema, trocando de cadeira se necessário.

Toda relação coloca frente a frente duas pessoas, pelo menos. Esse contato pode ser desejadamente amistoso e amigável, ou indesejadamente turbulento. A soma das experiências e comportamentos é determinante na qualidade das relações.

Falar sobre o homem é refletir sobre seu caráter e personalidade. Caráter é o conjunto de aspectos congênitos que as pessoas possuem desde o nascimento. Já a personalidade se forma com as experiências de vida, que contribuem para formar os modelos mentais.

Competência, como costumamos tratá-la, é o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que permitem tomar boas decisões e que produzem efeitos favoráveis na condução de questões complexas. Ainda que alguém possa defender a possibilidade de seu uso em sentido negativo, fiquemos com as boas intenções.

O primeiro passo para alcançar a competência é abertura mental, que leva à disposição de aprender. Temos que nos lembrar, sempre, que nossas portas psicológicas só abrem por dentro.

O processo de aprendizado e ensino tem um ingrediente que faz o mundo sempre melhor: a generosidade.

Dar uma aula, porque esse é o trabalho que permite ao cidadão uma renda, sem que resulte em aprendizado, não significa ensino. Frequentar um curso para constar em currículum, não significa aprendizado.

Nas duas situações a generosidade não se fez presente. Dessa forma, está concretizada a falência do processo que permite subir a escada do conhecimento. Este, com grande probabilidade, foi afetado pelo vírus que tece o tapete da arrogância. A arrogância é caracterizada pela falta de humildade.

A escada do conhecimento exige, sempre, que os envolvidos desçam alguns degraus para que juntos possam retomar a caminhada. Nesse ponto é que a altivez, a soberba, o orgulho excessivo, a vaidade, impedem que a possibilidade de aprendizado ou a aceitação da ajuda oferecida se tornem elementos de solução.

Estendido o tapete da arrogância, para baixo deste serão varridos as fragilidades e os problemas encontrados na sala da incompetência. Para desconforto de quem a visita, e desespero daqueles que tem a responsabilidade por sua manutenção, quanto maior a sala, maior o tapete.


Fonte: http://ogerente.com.br/rede/recursos-humanos/competencia-arrogancia-negocios

Pessoas que desaprendem

Autor: Wellington Moreira

Na clássica obra “O Choque do Futuro”, lançada no início dos anos 1970, o pensador e futurista norte-americano Alvin Tofler, já previa: “Os analfabetos do século XXI não serão mais aqueles que não sabem ler e escrever, mas aqueles que não conseguem aprender, desaprender e reaprender.”

Temos que concordar que ele realmente estava certo. A maior luta do homem atual não é ter o que aprender, pois o volume de informação disponível já dobra a cada dois anos. O mais difícil passou a ser conseguirmos separar a informação relevante daquela que apenas nos faz perder um precioso tempo.

Para se ter uma ideia, alguns pesquisadores afirmam que um garoto de dez anos que vive nos dias atuais já acumulou mais informação do que Leonardo da Vinci pôde assimilar durante todos os seus 67 anos de vida. E olha que este pintor, escultor e inventor é considerado o homem mais extraordinário dos séculos XV e XVI.

Quando pergunto a alguém qual a palavra mais importante desta frase de Tofler geralmente as pessoas respondem que se trata do termo “reaprender”. Não é. Para que a reaprendizagem aconteça antes é imprescindível que desenvolvamos a capacidade de desaprender, isto é, deixar para trás aquilo que nos orientou até então.

E como é difícil esquecer! Alguém já afirmou certa vez que somos uma coleção de hábitos, tanto bons quanto ruins. Se você utiliza relógio em seu pulso, faça um exercício simples para perceber como o desaprendizado é complexo: use-o durante um mês no braço contrário e acompanhe as sensações desagradáveis que virão à tona nestes próximos dias.

O ato de aprender exige três coisas fundamentais: disposição, método e disciplina. Aprende-se muito pouco quando a pessoa não está aberta ao seu próprio desenvolvimento. Contudo, muita vontade é insuficiente quando inexiste uma metodologia que norteie a retenção e uma rotina que nos faça seguir aquilo a que nos propusemos.

No caso do desaprendizado, as atitudes decisivas são muito diferentes: desapego, aceitação ao erro e incoerência. A pessoa precisa estar aberta ao descarte de ideias e coisas, já que é difícil imaginar que guardando quinquilharias na cabeça, escritório ou casa alguém esteja disposto a mudar. Também é necessário ser menos exigente consigo mesmo, divertindo-se com os próprios erros, pois ao recomeçar inevitavelmente você falhará algumas vezes. E, por fim, talvez o mais difícil: ser incoerente. Para uma pessoa organizada, por exemplo, é muito complicado permitir-se um pouco de bagunça, mas esta contradição é que permite que um mundo novo ilumine-se diante de seus olhos.

Por conseguinte, as pessoas que desaprendem são mais questionadoras no âmbito profissional. Não se satisfazem porque as coisas deram certo da primeira vez e sempre procuram localizar oportunidades para melhorarem seu desempenho. São inquietas, mas ao mesmo tempo, simples e humildes. Como as crianças, fazem as perguntas que muita gente considera óbvias ou jamais ousou questionar.

Isto não impede que você tenha referenciais nos diversos campos de sua vida, já que eles são importantes. Todavia, para desaprender é necessário zerar periodicamente uma boa parte do processador que existe em seu cérebro e não procurar a toda hora o único jeito certo de fazer as coisas. A ousadia e a experimentação, logo, é que possibilitam o reaprender.

É claro que as pessoas que desaprendem nem sempre encontram terreno fértil nas empresas onde trabalham, principalmente quando a estrutura organizacional é rígida e se espera que seus comportamentos estejam de acordo com o padrão. Neste caso, há duas opções: permanecer sendo visto como um extraterrestre ou procurar um lugar no qual o ambiente permita que você pense fora da caixa.


Fonte: http://ogerente.com.br/rede/carreira/aprendizagem-gestao

sexta-feira, março 23, 2012

Atitudes, planejamento & execução!

Autor: Gilclér Regina

“Planejar pode até ser fácil, mas executar é para quem sabe o que quer”. * Gilclér Regina

As empresas buscam motivar os colaboradores e chegam a gastar cifras elevadas em programas que culminam no fracasso.

Onde estas organizações erram?

Eu acredito que o erro número “um” é não perguntar o que é que motiva.

Tudo gira em torno de quatro grandes evidências que eu classifico como:

  • 1. SABER FAZER
  • 2. QUERER FAZER
  • 3. FAZER FAZER
  • 4. PROPÓSITOS

SABER FAZER: É o método como as ações são feitas. Isso requer treinamento, educação para aplicar o que aprendeu e atitude para colocar em prática.

QUERER FAZER: É a disciplina que se deve ter para alcançar os objetivos. Vendedor que não vender é igual a um diamante no fundo do mar, não tem nenhum valor.

FAZER FAZER: Isso significa fazer com que a equipe faça. Ter atitude para fazer, para a ação. Pode até não pegar a mão na massa, mas tem que entender da massa para liderar. É o COMO FAZER que atende pelo nome deTREINAMENTO. Ter ideia que meta só existe para ser batida. Esse é modelo de governança, direção, liderança que tem como princípio as metas e como base o crescimento se tornar realidade. A palavra chave é EXECUÇÃO.

PROPÓSITOS: A constância, ou seja, os hábitos contínuos de bons propósitos, somados ao foco e a ideia constante de fazer bem feito, entendendo que qualidade e resultados não começam com algo, começam com alguém, ou seja, comigo, com você.

O conhecimento destrói incertezas. Mas para colocar o conhecimento em forma de resultados é preciso atitude, sendo esta a palavra mais importante do dicionário. E quando ela soma com foco que é o determinante de resultados através da execução, o sucesso está garantido.

O concorrente não está dormindo de touca ou dando bobeira na esquina. Ele está ativo e sorrateiro. As oportunidades na vida são assim, entram pela porta da frente e podem nos encontrar desprevenidos por falta de planejamento e atitude ou entram disfarçadas pela porta dos fundos e se não tivermos preparação e a mesma boa atitude, a execução e o sucesso serão do nosso adversário.

Ter propósitos simplifica a vida de quem precisa de resultados. Simplifica a própria vida. Faz com que ela tenha sentido. Dá direção e estímulo e nos deixa preparados.

Largue a camiseta velha e se renove. Pare um pouco e perceba que mudança é a nossa única grande certeza. Vamos trabalhar o erro honesto, aquele em que só faz quem tenta acertar, mesmo errando. Lembre-se, pai bravo cria filho mentiroso.

Sabemos que motivar 100% é quase impossível. Mas com certeza conseguimos motivar 80% das equipes. O grande ganho de causa é que além de termos a maioria motivada, os outros 20% não conseguem trabalhar contra.

Sucesso é igual: “saber fazer”, “querer fazer”, “fazer fazer” e “constância de propósitos”.

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!


Fonte: http://ogerente.com.br/rede/carreira/atitudes-planejamento-execucao

Aprenda com os erros e sonhe grande!

Autor: Gilclér Regina

“É preciso sonhar grande porque sonho pequeno não rola.” Gilclér Regina

Um pré-requisito básico para trabalhar na Microsoft do Bilzinho é ter falido pelo menos uma vez na vida. 45% dos executivos que lá trabalham já faliram alguma vez.

Não estou dando ênfase em “quebrar”. É claro que isso não é um bom negócio. Minha análise é que alguém que já faliu conhece os caminhos mais difíceis de uma crise, de conflitos, de pressões, de risco e está apto para enfrentar a batalha.

É uma questão de análise de mercado, de ponto-de-vista. Quando você vê uma pessoa de meia idade com um filho de 19 anos e outro de cinco anos você já se questiona: Esse filho de cinco veio para celebrar ou para consertar? Geralmente, nestes casos, o filho de cinco é do segundo casamento.

É preciso ter a visão do sonho, do planejamento e da execução. E o plano já começa com o sonho. É preciso sonhar grande porque sonho pequeno não rola. E a execução, o “colocar em prática” depende da pró-atividade em fazer, da iniciativa, do conhecimento e da atitude.

Perguntaram para um faxineiro da NASA: “O que você faz aqui?” Ele respondeu: “Estou ajudando a levar o homem para a Lua”. Isso é atitude com altitude.

Se o seu filho disser que quer ser piloto de avião, você tem que dizer a ele que vai então ser piloto da NASA,porque se for da TAM já estará bom.

Você aprende com seus erros? Você sonha alto? Eu citei o exemplo do Bill Gates porque acredito sinceramente que os erros ensinam mais a errar menos, a economizar caminhos, a acertar mais, a ser mais efetivo.

Seus empreendimentos terão problemas se você não estiver aprendendo mais nada nos últimos meses ou ainda se você não sabe o que faria se perdesse o seu negócio. Você não está se divertindo com seu trabalho? Você anda irritado com ele? Problemas à vista!

Um pai, um avô deixa como legado a sua moral, a sua forma de viver, o caráter, a honestidade, otrabalho, o estilo de uma vida que pode até ser melhorada pelos netos, mas para que isso aconteça, eles, os netos, precisarão deste legado.

O que você está construindo para a sua eternidade? O que você tem feito de sua vida? E seu trabalho? E sua família? E para Deus?

Dizem que se conselho fosse bom ninguém dava, vendia. Mas vai aqui um: Não construa suas verdades num castelo de areia, serão apenas meias-verdades e isso tem um nome: mentira. Não minta para si mesmo olhando-se no espelho, murchando a barriga e dizendo para todo mundo que está bem.

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!


Fonte: http://ogerente.com.br/rede/carreira/atitude-no-trabalho

segunda-feira, março 19, 2012

PROCURA-SE A CRIATIVIDADE!

Autor: Ozeias Rangel

É sabido que desde meados do ano passado alguns setores estão com grande dificuldade de conseguir mão de obra seja ela especializada ou não para suprir seus quadros.

Agora, falando de todos os setores, seja ele serviço ou indústria, público ou privado, todos sofrem, uns mais outros menos, de outro tipo de apagão; o da criatividade!

Seguramente conhecemos pessoas, seja colega, fornecedor ou cliente com baixo brilho criativo, assistimos muitas derrotas, quando não as vivemos, por causa da depressão criativa que nos leva aos divãs dos gestores de carreiras. Eis aí um exemplo criativo, profissionais que detectaram a falta de criatividade na carreira dos outros e cobram para lembrar que ela é fundamental para o sucesso.

Cabe a todos nós gestores procurar em nossas equipes e até mesmo fora delas profissionais que não venham apenas para suprir um furo no quadro, mas que venham para solucionar nossa necessidade usando como ferramenta a criatividade, seja ela nas soluções múltiplas frente ao problema ou no invento de uma engenhoca que resultará em economia financeira para o grupo. Ou até mesmo no profissional responsável pela limpeza dos escritórios que descobriu ou desenvolveu um medidor eficiente de produtos químicos para agilizar o processo de limpeza e ainda assim gastando 20% menos do que gastava ou de um executivo engravatado que criou uma fórmula de acompanhamento de gastos via web onde é possível administrar aquela conhecida conta problemática com apenas um toque no Ipad®.

Mas o que é necessário para desenvolvermos a criatividade profissional? Existem várias respostas mas quero destacar uma em especial; o estar feliz, um indivíduo feliz tem infinitas ondas criativas em um curto período, tire esta conclusão por você mesmo. Você feliz gera satisfação, você satisfeito produz com alegria, você feliz, satisfeito e alegre é capaz de reinventar sua rotina, seu resultado e sua própria vida!

Fonte: http://www.ozeiasrangel.blogspot.com.br/2012/03/procura-se-criatividade.html